Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

 

Há muito que as exigências de sustentabilidade deixaram de ser um assunto reservado a uns quantos hippies e assumiram um lugar na linha da frente do debate público. Apresentado como um problema global, é comummente entendido que cabe a todos, inclusive empresas, fazer, já hoje, a sua parte em nome de um amanhã mais verde. Não entrar neste comboio é arriscar a imagem, reputação e, claro está, clientes.

 

O marketing verde já não é uma novidade. De tendência passou a assumir o estatuto de quase-exigência: em fevereiro deste ano, o customer sustainability director da Coca-Cola Europa, Jake Backus, afirmou que as marcas com maiores preocupações ano nível do ambiente eram também as que registavam maior envolvimento com os consumidores. Isto numa altura em que os consumidores verdes, naturalmente, são cada vez mais – incluindo em Portugal, onde o consumo de alguns produtos ecológicos, em 2010, como o papel reciclado, era até superior à média europeia.

 

Não admira, portanto, que cada vez mais empresas, mesmo as da área dos serviços, estejam a trabalhar para demonstrar um rosto mais “verde”. Uma das provas disso, segundo o Exame, é o aumento de publicações de Relatórios de Sustentabilidade, “um dos instrumentos mais importantes para uma empresa prestar conta com a sociedade e o mercado a respeito de suas práticas socioambientais”. Os números dizem que, entre 1992 e 2010, o número de relatórios publicados cresceu mais de 20 mil porcento – um crescimento exponencial que é acompanhado pela atenção crescente dos investidores e acionistas aos programas de eficiência energética e redução de emissões das empresas. “Ser verde gera vantagem competitiva”, resume o site.

 

Na verdade, mercados mais exigentes já selecionam as empresas com que colaboram tendo em conta, também, a sua pegada de carbono. Isto significa que as empresas que ainda não medem a sua pegada perdem, automaticamente, algumas oportunidades hoje em dia.

 

“Não tem escapatória: cada vez mais, as companhias terão que enfrentar uma enxurrada de questionamentos sobre a sustentabilidade que pregam”, prevê a jornalista Vanessa Barbosa. Em Portugal, a prática também já é bastante comum, e os rankings, tal como no resto do mundo, são instrumentos de prestígio que tornam as empresas mais apelativas e valiosas.

 

A conclusão? “Para os que já conquistaram reconhecimento, é sempre bom preservar a reputação «verde». E para os que ainda ignoram essas tendências, o melhor é apressar o passo para não se queimar no futuro”.

 

 

 

Fontes: Exame 

 

 

Relacionado: MEDIDAS VERDES NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,MAR, AMBIENTE E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO SÃO BONS EXEMPLOS PARA AS EMPRESAS 

 

MARCAS DO FUTURO? HÁ, MAS SÃO VERDES.

 

 

 



publicado por blatitudes às 10:46 | link do post | comentar

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