Quinta-feira, 31 de Março de 2011

 

Arranca já no próximo dia 4 de Abril a XII Semana Nacional de Marketing. O evento reúne, anualmente, profissionais de marketing portugueses que aqui convivem e debatem “alguns dos temas mais candentes desta disciplina”. Este ano, o 12º desde a sua criação, a Semana Nacional de Marketing organiza-se em torno do tema “Os Novos Heróis do Marketing” que, segundo a organização, são precisamente “os brilhantes gestores, empresários e profissionais do marketing e da gestão, muitos deles saindo do anonimato, que criaram e levaram a cabo marcas e projetos empresariais de sucesso, não obstante os tempos de baixa conjuntura e a limitação de uma pequena economia aberta como a portuguesa.”

 

Tendo por palco o Hotel Altis, na Rua Castilho, em Lisboa, o evento contará com dois congressos: o Congresso Internacional de Marketing, para profissionais, no dia 6 de Abril, e um Congresso dos Estudantes de Marketing e Comunicação, no dia seguinte.

 

Durante a semana de 4 a 8 de Abril, várias universidades do país irão contar, também, com os “Encontros do Marketing” – seminários, conferências e mesas redondas, organizados pelas próprias universidades, em que se debatem temas relacionados com a área.

 

As inscrições para os congressos já estão abertas e podem ser feitas, online, na página da APPM – associação portuguesa dos profissionais de marketing.

 

* Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 14:57 | link do post | comentar

Quarta-feira, 30 de Março de 2011

 

 

Imagine que, no meio de uma das principais praças de Lisboa, descobria, um dia, um misterioso cubo negro e brilhante. Foi mais ou menos isto que a DDB Paris encenou na capital francesa, em plena Praça do Palais Royal, numa ação de marketing de rua elaborada para a companhia de viagens Voyages SNCF.

 

Curiosos, foram alguns os transeuntes que se aproximaram do cubo. Assim que o faziam, a máquina perguntava-lhes até onde gostariam de ir, pedindo-lhes, então, que premissem o botão vermelho. A partir daí, a estrutura iniciava a sua transformação, numa celebração louca cheia de fogo, luz e cor e até com a presença de beijos andantes, terminando com a emissão de bilhetes gigantes para o destino pretendido.

 

Impossível de ignorar, a ação da DDB Paris pretendia sublinhar que a Voyages SNCF permite aos seus clientes viajarem para onde quiserem. Mas fez ainda mais que isso, colocando o nome da companhia nas páginas da maioria dos sites e blogs da área do marketing, publicidade e criatividade.

 

Fonte: The Cool Hunter

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

 



publicado por blatitudes às 15:02 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 23 de Março de 2011

 

Os números falam por si: no ranking publicado pela Associação Portuguesa das Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing, relativo a 2009, a Latitudes ocupa o 29º lugar no que toca ao EBITDA (que apresenta a grandeza dos associados de acordo com os seus resultados operacionais) e o 41º tanto no volume de negócios como no número de trabalhadores, partilhando a tabela com alguns dos maiores nomes do mercado internacional.

 

As agências BBDO, Cunha Vaz & Associados e Brandia Central lideram, respetivamente, os rankings de EBITDA, volume de negócios e número de trabalhadores.

 

Na Latitudes, não poderíamos estar mais satisfeitos. Estamos num momento fundamental no desenvolvimento do nosso mercado e competimos com players internacionais. Estes resultados são o reflexo de muitos anos de esforço, trabalho, dedicação e paixão pela comunicação, pela criatividade, pelas marcas, pelos consumidores e pela equipa fantástica que, todos os dias, ajuda a tornar a Latitudes uma agência melhor. Esta é a nossa Latitudes, a Latitudes de todos nós, e que queremos partilhar com todos vós – queremos que, ao verem o nosso trabalho, se sintam tão inspirados como nos sentimos e se divirtam tanto com ele como nós nos divertimos quando o tornamos real. Obrigado a todos os que, dia-a-dia, ajudam a erguer este projeto – à equipa, aos clientes, aos curiosos e aos apaixonados pelo mundo da comunicação.

 

Em Outubro, a APAP deverá publicar os dados relativos a 2010 – e estamos ansiosos por descobri-los. Até lá, vamos continuar a fazer o que temos feito: a trabalhar com paixão no negócio mais divertido do mundo e a partilhá-lo consigo.

 

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.



publicado por blatitudes às 15:58 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18 de Março de 2011

 

Há dois tipos de falhanço numa agência, para Curt Hanke, fundador e account diretor da agência criativa Shine: os bons e os maus. E se os primeiros são aqueles que nos podem ajudar a aprender e melhorar o nosso trabalho, já os segundos, segundo Hanke, podem ser evitados recorrendo a três práticas básicas.

 

A informação certa

“É incumbência da agência fazer as perguntas certas”, começa Hanke. Segundo ele, cabe à agência compreender as dinâmicas em jogo, conduzir o diálogo e definir a “«caixa certa». Isto significa arregaçar as mangas para ter a certeza de que, antes de se fazerem quaisquer recomendações estratégicas ou ordens de marcha, fomos verdadeiramente exaustivos nos nossos esforços para definir o campo de jogo certo.” Por outro lado, continua, também cabe ao cliente providenciar a informação certa – detalhada, compreensível e explícita – acerca do que sabem (e do que não sabem), e garantir total acesso a tudo o que a agência necessita.

 

Numa palavra: Foco

“Numa dinâmica cliente-agência tem de existir um líder.” Para Hanke, este líder tanto pode ser a agência, ao definir uma visão para o futuro e ajudando ambas as partes a atingi-la, ou o cliente, ao defini-la e pedindo à agência que os ajude a chegar lá. “Mas não pode não ser um deles. E, certamente, não podem ser ambos.” Hanke explica que isto não significa que não deva existir colaboração durante este processo de planeamento, criação e gestão da comunicação de uma marca, mas é necessário que uma destas partes assuma a liderança e, com ela, a responsabilidade e autoridade: um “decisor”, capaz de definir uma direção fundamental e ajudar todas as partes a moverem-se nessa mesma direção.

 

Confiança

“Não é possível ter uma relação efetiva sem a existência de algum tipo de confiança. Ponto final. Se queremos evitar o «mau falhanço» temos de ter uma relação honesta e aberta.” Hanke diz que esta confiança deve existir em cada elemento da relação, baseada na ideia de um trabalho de equipa.

 

 

“O facto é que, quando olho para todos os «maus falhanços» da minha carreira (…) todos eles se resumem basicamente a um falhanço numa destas três áreas-chave.", conclui Curt Hanke neste artigo de opinião. "Por isso, vamos fazer as perguntas certas, trabalhar arduamente para criar e manter um compasso consistente e suportável e construir o tipo de relação que leva ao sucesso ou, no mínimo, ao tipo de «bom falhanço» que é, simplesmente, um custo de entrada na profissão que escolhemos.”

 

 

Pode ler o texto completo de Curt Hanke aqui.

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 16:56 | link do post | comentar

Terça-feira, 15 de Março de 2011

 

Segundo a Millward Brown, a Amazon é a marca mais forte do mundo. Estas são as conclusões do ranking “Value-D”, baseado numa pesquisa realizada em 24 países e que tomou como unidade de medida a forma como os consumidores compreendem o valor versus os custos associados.

Basicamente, “este valor mede o espaço entre aquilo que os consumidores acham que a marca vale e o preço que acham que ela custa”, explicou Peter Walshe, diretor sénior da Millward Brown.

 

Top Global Value-D Brands

Brand

Country of Origin

Value-D Score

Amazon

U.S.

146

Colgate

U.S.

133

Nokia

Finland

128

Pampers

U.S.

126

Visa

U.S.

125

Coca-Cola

U.S.

125

Microsoft

U.S.

125

McDonald's

U.S.

124

Nescafe

Switzerland

120

Lidl

Germany

118

 

 

Publicado pela primeira vez, o inquérito sobre a força das marcas revelou que, ao contrário do que poderia ser esperado, não são as “mais sexy, em rápido crescimento, conhecidas, mais publicitadas ou até mais usadas” que ocupam os lugares cimeiros da tabela – isto porque, segundo Walshe, a unidade de medida utilizada passou pela tal diferença entre valor e preço.

Assim, embora marcas como a Coca-Cola e a McDonald’s constem do Top 10, ficaram atrás de nomes mais utilitários como, por exemplo, a Colgate, que se posicionou em segundo lugar. Outras marcas, como a Apple, não figuram nesta lista – algo que Walshe explica pelo seu preço elevado: “As pessoas classificam a Apple como sendo muito cara. Embora tenha uma posição muito elevada no ranking do desejo, a perceção do seu preço é ainda maior.”

 

Apresentados os resultados, Peter Walshe explicou ainda que as marcas presentes nesta lista têm boas hipóteses de aumentar os seus preços com sucesso: “uma vez que este valor mede o espaço entre aquilo que os consumidores acham que a marca vale e o preço que acham que ela custa, quanto maior o resultado, maior o potencial para aumentar os preços e consequentes proveitos”.

 

Para saber mais, consulte o artigo que Advertising Age escreveu sobre este assunto.

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 16:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 2 de Março de 2011

 

Poderá o Facebook abalar o domínio do motor de busca da Google? É esta questão que Will Cooper, editor da revista online New Media Age, coloca, num artigo publicado ontem na Reputation Online.

 

Apesar de continuar a dominar o mercado de busca, sendo utilizado por 80% dos cibernautas europeus, o Google poderá vir a encontrar no Facebook um concorrente direto e ainda mais poderoso que o Bing, o motor de busca da Microsoft.

Segundo Will Cooper, os sinais parecem cada vez mais claros. No ano passado, grandes contas como a Betfair e a Vodafone mudaram de agências depois de perceberem o potencial do Facebook – “publicidade em tempo real dirigida a um universo de mais de meio bilião de utilizadores do Facebook”.

Embora muitos argumentem que o Facebook não é um motor de busca, a verdade é que há cada vez mais conteúdos disponíveis na rede social: “Vejam a quantidade de marcas que alojam conteúdo no Facebook – muitas usam-no mesmo como principal plataforma de comunicação. A Coca-Cola e a Unilever estão entre aquelas que se estão a afastar dos tradicionais locais de campanha e a dirigir-se para o Facebook.”

Assim, Cooper defende que “em muitos aspetos, o Facebook está a tornar-se uma mini-web” e que, à medida que os consumidores passam mais tempo nesta rede social (aumentando, para além disso, o seu tempo de permanência na mesma), crescerá também a procura de conteúdos de marcas no interior do Facebook.

 

“É interessante verificar que a comScore [empresa de medição do mundo digital], no contexto do seu relatório European Digital Year In Review 2010, posicionou o Facebook como plataforma número dois, a seguir ao Google”, acrescenta Cooper, concluindo que “todos os sinais apontam para o Facebook como aquele que poderá roubar a coroa ao Google”.

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

 



publicado por blatitudes às 16:54 | link do post | comentar

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