Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

 

Atenção pais: se estão a pensar ir de férias, o melhor é verificar se o hotel para onde vão aceita crianças.

 

Um artigo recentemente publicado por Robert Klara, na Adweek, vem chamar a atenção para uma nova e crescente tendência: um movimento de marketing anti-crianças.

 

Calma, não se trata de nenhuma fação fanática de homicidas de criancinhas nem uma seita de exterminação de menores de 18 anos. O que este movimento tem vindo a procurar é criar cada vez mais espaços livres de crianças, de modo a assegurar a tranquilidade daqueles que procuram paz.

 

No seu artigo, Robert Klara debruça-se, sobretudo, sobre a realidade americana, relacionando a crescente tentativa de criar espaços sem crianças à realidade das novas famílias americanas: “20% das mulheres americanas (uma em cada cinco), opta, hoje em dia, por nunca vir a ter crianças, contra as uma em dez que o faziam nos anos 70, e o número de casais sem filhos nos Estados Unidos chegou aos 27 milhões.”

 

Seguem-se os exemplos desta política, como o caso da Malaysia Airlines, que anunciou a proibição de bebés na primeira classe dos seus voos A380, e os projetos de criar proibições semelhantes na Virgin Atlantic e na British Airways.

 

Como Klara regista, muitos resorts e cruzeiros dispõem, atualmente, de zonas específicas só para adultos, enquanto alguns hotéis optaram, mesmo, por estender esta política a todas as suas instalações. Uma medida que parece agradar a muita gente, sedenta de paz e sossego e que se estende, até, a alguns condomínios que estabelecem, no seu regulamento, a obrigação de não ter crianças em casa. Embora, claro, concedam aos moradores o direito de possuir um animal de estimação.

 

Em Portugal, não é fácil encontrar locais onde se apliquem estas regras. Mas eles existem. Houve, por exemplo, o caso de um condomínio que proibia o arrendamento a pessoas com crianças, uma “imposição inconstitucional, porque a nossa Lei Fundamental consagra o direito a constituir família”, segundo observava um jurista da Associação Portuguesa de Direito de Consumo.

 

Segundo um artigo do Diário de Notícias, os hotéis “sem crianças” também estão a aumentar entre nós, principalmente no Algarve, algo que “é ilegal e uma violação dos mais elementares direitos constitucionais das crianças”, segundo Luís Pisco, da DECO.

 

A verdade é que, lá fora, e de acordo com Robert Klara, a tendência de determinar espaços sem crianças está a tornar-se cada vez mais popular. Por isso, pelo sim pelo não, o melhor é mesmo confirmar com o seu hotel se pode levar os miúdos consigo ou poderá acabar barrado, à porta.

 

 

Fontes: Adweek

             Diário de Notícias

 

 

*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 16:26 | link do post | comentar

 

Dizer adeus à gravata e poupar no ar condicionado: a ideia não é inédita, mas, desde que entrou em vigor no Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, tem gerado alguma atenção dos media.

 

A iniciativa “Ar Cool”, proposta pela ministra Assunção Cristas, prevê não só reduzir a fatura elétrica no final do mês como contribuir, também, para a minimização do impacto ambiental associado a este consumo. Ganha o bolso e o ambiente, portanto, graças a uma decisão simples e que se deverá manter em vigor, todos os anos, entre 1 de Junho e 30 de Setembro, permitindo aos funcionários deste ministério que, exceto em situações exigidas pelo protocolo, deixem as gravatas em casa.

 

Mas porque é, afinal, que falamos disto num blog cuja área de interesse assenta sobretudo na comunicação, marketing, publicidade, internet e design?

 

É que a decisão tomada pela ministra é um exemplo de uma área que, cada vez mais, vai assumindo um papel fundamental um pouco por todo o mundo: o chamado “marketing verde”.

 

Surgido nos idos anos 70, o termo foi definido, posteriormente, por Philip Kotler como sendo “um movimento das empresas para criarem e colocarem no mercado produtos ambientalmente responsáveis em relação ao meio ambiente”. Também Michael J. Polonsky, guru do marketing verde, se dedicou a explicá-lo: “O marketing verde ou ambiental consiste em todas as atividades desenvolvidas para gerar e facilitar quaisquer trocas com a intenção de satisfazer ou os desejos e necessidades dos consumidores, desde que a satisfação de tais desejos e necessidades ocorra com o mínimo de impacto negativo sobre o meio ambiente.”

 

Definições à parte, o facto é que, tanto em institutos públicos como em privados, a palavra “ecológico” tem cada vez mais peso, sendo uma área onde ainda há muito – e muito, aqui, tem o sentido que “quase tudo” –  para fazer. Assumir comportamentos ecológicos, como no caso do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, é um dos passos que devem ser seguidos.

 

Defender uma imagem “ecológica” é, para além de benéfico para o ambiente, uma estratégia cada vez mais importante. Na verdade, em 2009, um estudo da Green Seal e da EnviroMedia Social Marketing, nos EUA, concluiu que, apesar da crise, quatro em cada cinco pessoas afirmavam continuar a comprar produtos verdes, embora, por vezes, o seu preço fosse mais elevado. Em 2010, o Barómetro Europeu identificou, também, esta tendência em Portugal, colocando-nos mesmo acima da média europeia em alguns aspetos como, por exemplo, no consumo de papel reciclado (Portugal registou uma média de 75% contra os 63% europeus).

 

Tendências conscientes que nenhuma empresa deve ignorar.

 

 

Fontes: Bio Agrus

             IP Jornal

             Portugal Financeiro

 

 

*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 15:07 | link do post | comentar

Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

 

 

A troca de vídeos já dura há uns dias mas, agora, Fabio e Isaiah Mustafa, ou, muito simplesmente, o Old Spice Guy, estão a confrontar-se num duelo online, desde ontem, sob o nome “Mano a Mano in el Baño”, no canal da marca no YouTube.

 

O conceito, da Widen + Kennedy Portland, tem conseguido chamar a atenção dos muitos internautas que decidirão, afinal, a qual dos dois modelos atribuir a vitória: o título de novo Old Spice Guy.

 

A campanha interativa, recheada de momentos cómicos com humor muito nonsense, já foi mesmo cunhada pela CBS News como sendo “talvez a maior batalha Web nos corações e mentes da população do YouTube”.

 

Vale a pena espreitar alguns dos vídeos que antecederam o duelo.

 

 

 

 

 

 
 

 

 
 
*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
 

 



publicado por blatitudes às 16:04 | link do post | comentar

 

Os tempos não estão fáceis para a JWT. A agência criativa acaba de perder a terceira conta importante nos últimos tempos: desta vez, a Trident, da Kraft.

 

A perda assume uma importância particular se recordarmos que se vem somar ao fim do trabalho da agência com as contas Bing e Office, ambas da Microsoft.

 

A conta da Trident pertencia à JWT desde há oito anos – tempo, esse, que nem sempre foi pacífico. Na verdade, em 2007, a agência viu-se envolvida numa imensa polémica devido à sua campanha televisiva “Mastication for the nation”. Acusada de racismo, entre outras críticas, a campanha acabou mesmo por ser banida pela ASA.

 

 

 

Embora se tenha recusado a comentar, a JWT continuará o seu trabalho com outras marcas da Kraft, nomeadamente a Halls, a nível global, e as marcas europeias Philadelphia, Jacobs e Kenco.

 

Fontes: Dinheiro Vivo

             Campaign Live

 

 

*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

 



publicado por blatitudes às 14:46 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22 de Julho de 2011

A Google anunciou, no passado dia 20 de Julho, o fim do famoso Google Labs. Para muitos internautas, isto significa o fim de muitas experiências e brincadeiras em torno de ideias por vezes geniais – outras vezes, simplesmente divertidas ou absurdas.

 

Na prática, esta página funcionava como plataforma de teste para ideias desenvolvidas pelos engenheiros da Google que, assim, ficavam disponíveis para teste, por parte do público.  Foi assim que surgiram, por exemplo, o Google Maps, o Google Docs, o Google Suggest e o Google Reader, entre outras.

 

“Embora tenhamos aprendido imenso ao lançarmos os nossos protótipos, em estados muito precoces, no Labs, acreditamos que é crucial assumirmos um foco maior, agora, se queremos aproveitar ao máximo as extraordinárias oportunidades que se estendem à nossa frente”, explicou a Google, no seu blog.

 

Esta decisão não afetará, porém, a famosa política que permite que os funcionários da Google utilizem 20% do seu tempo de trabalho em projetos que não fazem necessariamente parte do seu trabalho normal. Mas desengane-se quem pensa que esta é uma boa ação totalmente desinteressada por parte da empresa: foi graças a estes 20% de tempo que apareceram alguns dos maiores sucessos da Google, como o Gmail ou o Google News.

 

O fim do Labs não significa, portanto, o fim de todas as experiências com assinatura Google: na verdade, o que a companhia pretende é concentrar esse esforço de inovação nos seus projetos e produtos já existentes. Como, obviamente, o Google+.

 

 

 

Fontes: Mashable

             Marketeer

 

 

*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 15:42 | link do post | comentar

Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Jim Edwards publicou, no Business Insider, uma retrospetiva de 30 anos de publicidade da Apple, reunindo os seus momentos mais importantes.

 

Eis o resultado:

 

 

1976: o primeiro anúncio da Apple

 

 

 

1997: a Apple adota o logo colorido e a fonte Apple Garamond.

 

 

 

1979: "um dos piores anúncios da Apple", diz Edwards.

 

 

 

1983:"Chegados ao ponto em que a marca e o estilo são cada vez mais importantes"

(Hummmmm.... estilo?)

 

 

 

1989: a Apple tenta conquistar o público jovem

 

 

 

 

1996: "tudo o que a Apple tinha feito de errado nos 20 anos anteriores: enormes quantidades de texto, muita persuasão e nenhum sentido de que o produto em si é interessante"

 

1997: "Ironicamente, a Apple teve de perder os seus produtos para poder ganhar a sua identidade"

 

 

 

1998: "Este anúncio podia ser publicado hoje. É o primeiro anúncio da Apple da época moderna. O produto é o herói, exibido como o único ser vivo num universo que, de outro modo, não faria sentido. Os aspetos técnicos são ignorados a favor do estilo."

 

 

 

 

2007: "À medida que os interfaces dos produtos se tornam mais simples, o mesmo se passa com a publicidade. Uma coisa alimenta a outra. O produto é o seu próprio marketing, e vice-versa. A Apple conseguiu o tipo de sinergia entre marca e produto com que a maioria das companhias apenas sonha".

 

 

O artigo completo, aqui.

 

 



 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por blatitudes às 17:26 | link do post | comentar

 

Já era de esperar: cansado de ver a rival conquistar terreno, o Facebook tomou uma medida e decidiu censurar uma referência ao Google+ que um utilizador tinha colocado na sua página pessoal.

 

Nos últimos dias, tem sido comum ver vários utilizadores do Facebook a utilizar o seu perfil para oferecer ou pedir convites para a rede Google+. Desta vez, porém, o Facebook não gostou e optou, mesmo, por retirar o conteúdo de um utilizador que mencionava a rede concorrente.

“Se é sortudo o suficiente para ter uma conta no Google+, adicione Michael Lee Johnson”, diria, supostamente, o post colocado por Johnson no Facebook.

 

“Geralmente desativamos uma conta se muitos dos seus anúncios violarem os nossos Termos de Utilização ou diretrizes de publicidade. Infelizmente, não podemos revelar-lhe as violações específicas. Por favor, consulte os nossos Termos de Utilização e diretrizes de publicidade em caso de dúvida”, dizia o aviso enviado pelo Facebook ao utilizador, após apagar o post.

 

Diretrizes de Publicidade? Termos de Utilização? Sim, aquilo que 99% da população não lê, limitando-se a clicar sobre o quadradinho onde assume ter lido e respeitar todas as condições. Ups!

 

Mas, felizmente, há quem faça esse trabalho: é o caso do site de tecnologia Cnet. Aparentemente, dentro das muitas cláusulas contidas nos Termos de Utilização do Facebook, há uma que lhe dá o direito de excluir anúncios “a qualquer hora, por qualquer motivo”, desde que a mensagem em questão promova serviços ou produtos concorrentes. Por esta, Johnson não esperava. Ainda assim, esta ação do Facebook poderá ter tido um efeito perverso: é que com a mensagem apagada perdeu, também, um utilizador. Johnson apagou a sua conta no Facebook e disse que agora “tem mais tempo para usar o Google+”. Toma lá, Zuckerberg!

 

Fonte: Marketeer

 

*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 15:38 | link do post | comentar

 

Ainda se lembram da polémica em torno do anúncio que a Moma Propaganda criou para a Kia Motors Brasil? O anúncio, “Teacher”, mostrava a interação entre um professor e uma aluna, através de uma banda-desenhada: a questão é que, de um lado, a ação estava recheada de inocência, enquanto que, do outro, a história estava repleta de insinuações sensuais.

 

 

Vencedor de um Leão de Prata em Cannes, na categoria Imprensa, o anúncio foi altamente criticado um pouco por todo o mundo por, supostamente, incentivar a pedofilia. Além disso, o anúncio nunca chegou a ser veiculado no Brasil, indo contra os regulamentos da competição Cannes Lions.

 

Agora, a organização decidiu mesmo retirar o Leão de Prata à agência brasileira. Mas as decisões não se ficaram por aqui: a Moma Brasil ficou também sem o Leão de Bronze por um Outdoor criado no âmbito da mesma campanha, sob o nome “Princess”.

 

 

É caso para dizer que "quanto mais alto, maior a queda"...

 

 

Fontes: Adweek

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 15:16 | link do post | comentar

Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

 

 

É assustador mas mais de metade (53%) dos jovens do mundo com idades entre os 16 e os 22 anos seriam capazes de trocar o sentido do olfato por um computador ou um telefone. As conclusões nascem do estudo “A Verdade sobre a Juventude Global”, desenvolvido pela WMcCann em parceria com outros escritórios do mesmo grupo. “Para esta geração, a tecnologia não é um extra. É uma ferramenta que lhes permite sentir e fazer sentido do mundo”, refere o estudo.

 

Esta conclusão parece servir de eco ao caso do adolescente chinês que vendeu um rim para comprar um Ipad2, este ano. De acordo com as notícias, o jovem terá encontrado um comprador na internet, disposto a pagar-lhe cerca de 3400€ pelo órgão – quantia essa que, mais tarde, o rapaz de 17 anos utilizou para comprar o gadget da Apple.

 

Outra das conclusões a que os investigadores chegaram foi a de que, hoje em dia, a Economia Social substituiu a Economia da Experiência: “Na Economia da Experiência, as pessoas estavam mais focadas no que tinham visto ou feito (supostamente, valorizando as memórias tanto quanto as posses materiais). A pesquisa conclui que para os jovens de hoje, cada vez mais, o que importa é a Economia Social: com quem estás ligado e o que partilhas. Como diz um dos entrevistados: «se não há imagens, não aconteceu».”

No que diz respeito aos valores tidos como importantes por estes jovens, a WMcCann concluiu que esta é uma geração “em busca da verdade”. De facto, 42% dos entrevistados disse que a maior qualidade de um melhor amigo é ser verdadeiro, seguindo-se, com 22% das respostas, a “genuinidade”.

 

Este estudo permitiu, ainda, concluir que a justiça é o segundo fator de motivação mais importante para estes jovens – os mesmos que consideram que a sua melhor característica é distinguir o certo do errado (44%) e que desejam ser lembrados por mudar o mundo de forma positiva.

 

Aplicado a 7 mil jovens entre os 16 e os 30 anos de sete mercados globais – Reino Unido, Estados Unidos, Espanha, China, Índia, Brasil e México –  o estudo avaliou também as diferenças entre os jovens, de acordo com a sua localização. Segundo os resultados obtidos, os jovens na Europa Ocidental estão mais preocupados com o seu futuro num mercado de trabalho tão competitivo como o atual do que os jovens da China, Brasil e Índia, mais otimistas no crescimento dos seus países.

 

 

Fontes: Marketeer

             Contagious Magazine



publicado por blatitudes às 16:17 | link do post | comentar

 

 

Numa altura em que os comportamentos ecológicos são, cada vez mais, uma necessidade, a criação de um novo formato para documentos que torna impossível a impressão dos mesmos tem vindo a ser comentada um pouco por toda a internet.

 

De seu nome WWF, este formato é uma adaptação do popular PDF, e leva mais longe a ideia de poupar recursos. Qualquer semelhança com a sigla que identifica a organização de conservação ambiental World Wildlife Fund é muito mais que mera semelhança: foi mesmo da organização que partiu o desenvolvimento deste novo formato, com base no slogan “Save as WWF, Save a Tree”.

 

“Todos os dias, florestas inteiras são cortadas para fazer papel. Papel que é usado, sem qualquer tipo de sensibilidade, para imprimir documentos em todo o mundo: sites, emails, até relatórios inteiros ao invés de apenas aquelas páginas que são realmente necessárias e lidas. Isto acontece apesar do facto de ser fácil evitar a impressão dos documentos, bastando guardar um documento em PDF. Mas mesmo os PDF podem, muitas vezes, ser impressos. Por isso, para travar a impressão desnecessária e encorajar uma nova consciência acerca do uso do papel, desenvolvemos um novo formato verde: o WWF. Um formato que não pode ser impresso. Uma ideia simples que salva árvores. “, explica a WWF na página onde pode ser descarregado o software.

 

Após instalado, o formato cria uma impressora virtual no computador dos utilizadores. Uma vez terminado um trabalho, basta carregar em Imprimir e, ao escolher a impressora, optar pela Save as WWF.

 

             Save as WWF 
*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico


publicado por blatitudes às 14:42 | link do post | comentar

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