Terça-feira, 19 de Julho de 2011

Provavelmente nunca pensou nisso, mas, segundo a Toshiba, algo de potencialmente terrível como o fim da humanidade pode estar implícito em todas as nossas decisões. Mesmo quando se trata de comprar um computador ou um novo ecrã LED para a sala.

Numa campanha muito divertida, a Toshiba dá vida a estes "e se", imaginando cenários apocalípticos associados à escolha de uma marca que não a sua.

 

 

 



publicado por blatitudes às 16:54 | link do post | comentar

O Continente é a marca de distribuição com melhor reputação no nosso país, conclui o estudo “Marktest Reputation Índex – Grande Distribuição” (MRI).

 

Apresentando pelo segundo ano, o MRI analisa a reputação das marcas de vários setores, pesando fatores como a confiança, imagem, recomendação e satisfação, pontuando-a de 0 a 100. Para a elaboração dos seus resultados, o estudo recorreu a uma amostra de 1512 indivíduos e teve em conta 18 marcas: Continente, Dia Minipreço, Intermarché, Jumbo, Lidl, Pingo Doce, AKI, Decathlon, El Corte Inglês, Fnac, Worten, Leroy Merlin, Ikea, Sportzone, Media Markt, Wells, Rádio Popular, Vobis.

 

Este ano, o Continente obteve um total de 79,17 pontos, colocando-se no topo do ranking. No segundo lugar ficou o Pingo Doce, com um MRI de 77,89 pontos. Porém, se a primeira marca vence nas categorias de imagem e confiança, o facto é que o Pingo Doce obteve níveis mais altos no que toca aos itens de satisfação e recomendação, não sendo suficiente, no entanto, para ultrapassar o Continente.

 

Do top 5 fazem ainda parte a Fnac, a Worten e o IKEA. Acrescente-se que a Fnac foi, entre estas 5 marcas, aquela que registou melhores níveis de satisfação, enquanto o IKEA lidera em termos de recomendação.

 

Fonte: Briefing

 

 

*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 16:36 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15 de Julho de 2011

 

 

Já lhe aconteceu entrar na sala em busca de qualquer coisa e, de repente, descobrir que já nem se lembra do que estava à procura? Segundo a sabedoria do popular, o conselho seria afastar-se do queijo. Mas, agora, os especialistas recomendam-lhe que modere a utilização dos motores de busca.

 

Betsy Sparrow foi a professora à frente do grupo de cientistas da Universidade de Columbia que concluiu que “a memória humana está a adaptar-se à nova tecnologia de comunicações”. E se o acesso imediato a um quase sem-fim de informação traz muitas vantagens, o facto é que a memória humana parece estar a pagar o preço desse privilégio.

 

“Estamos a tornar-nos simbióticos com as nossas ferramentas informáticas e a ir em direção a sistemas interconectados”, disse Sparrow, explicando que em vez de nos recordarmos das coisas, hoje a nossa memória tende a lembrar-se de onde ir pesquisá-las. Ao assumir que a informação está sempre disponível, a nossa memória não encontra razão para reter os conhecimentos.

 

Além disso, segundo o mesmo estudo, as pessoas parecem discutir cada vez menos umas com as outras, encontrando na internet as informações que antes trocavam com amigos, família e outros.

 

 

 

Fonte: Dinheiro Vivo

 

 

*este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

 



publicado por blatitudes às 15:40 | link do post | comentar

O novo anúncio da Levi’s, da campanha “Go Forth” poderia ser só mais um bom exemplo do que uma boa música e uns quantos efeitos visuais conseguem – a câmara lenta tem sempre um qualquer poder sobre nós – associados a uma mensagem. E é. Mas também é mais que isso – pelo menos para nós, portugueses, já que o anúncio conta com a mão de Alexandre Farto, mais conhecido como Vhils.

 

Os mais atentos poderão já ter dado de caras com algum dos seus retratos, escavados nas fachadas, nas paredes, espalhados por Lisboa mas também por Nova Iorque, Londres ou Moscovo.  

 

 

 

 

 

 

No caso do anúncio, o street artist português foi ainda mais longe e, depois de escavar as figuras com um martelo pneumático, como costuma fazer, encheu as fendas com pólvora, criando o resultado visível: rostos que nascem de explosões e explosões que criam mensagens – NOW IS OUR TIME.

 

 

Fontes: AdWeek
             i online
*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico


publicado por blatitudes às 14:43 | link do post | comentar

Quinta-feira, 14 de Julho de 2011
Ogilvy & Mather
Carmichael Lynch
Wieden + Kennedy
TBWA\Chiat\Day
TBWA\Chiat\Day
Wieden + Kennedy
Fonte: AdWeek


publicado por blatitudes às 17:24 | link do post | comentar

 

 

Fraca visibilidade online, ausência das redes sociais… As maiores empresas cotadas portuguesas estão longe dos resultados internacionais, releva o Barómetro de Reputação Online Top 50 Euronext Lisbon.

 

Conduzido pela Imago – Llorente & Cuenca e apoiado pela Euronext Lisbon, o estudo veio fazer soar o despertador sobre a cabeça das 50 maiores empresas nacionais cotadas: é tempo de acordar para a nova realidade.

 

Os números são claros: 37% das 50 empresas analisadas estão “associadas a pelo menos um resultado negativo nos primeiros 20 resultados do Google, enquanto 97% das internacionais têm mais de cinco resultados positivos nos primeiros vinte resultados do motor de pesquisa”, refere o Jornal de Negócios Online.

 

Mas não é só no Google que o desempenho das maiores empresas desilude: segundo o estudo, 57% destas empresas não tem qualquer página no Facebook e os resultados mantêm-se baixíssimos aquando da análise do Youtube – 76% das cotadas não estão oficialmente presentes neste canal, contra uma ausência internacional que ronda os 17%. No que diz respeito ao Twitter, concluiu-se que quase dois terços destas empresas não se encontram nesta rede.

 

Mas há uma exceção: o setor do desporto. Com uma visibilidade muito semelhante à das entidades internacionais da mesma área, há mesmo portuguesas no top 20 das mais visíveis nos espaços online: a SAD do Porto e a SAD do Sporting.

 

Sem estratégias bem delineadas de comunicação online, centradas no fortalecimento da reputação corporativa, e ignorando o potencial da internet, as empresas portuguesas analisadas poderão encarar este estudo e as suas conclusões como uma oportunidade para mudar. É que o mundo já mudou sem elas.

 

Fontes: Jornal de Negócios

             Económico

             Dinheiro Vivo

 

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 16:55 | link do post | comentar

 

A equipa da Google Mobile anunciou hoje, no seu blog oficial, o alargamento da função de Tráfego a novos 13 países europeus: Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Irlanda, Luxemburgo, Holanda, Polónia, Eslováquia, Espanha, Suíça e… Israel? O facto de a equipa responsável pelos mapas da Google não saber que Israel não faz parte do continente europeu foi notado por alguns comentadores, mas a verdadeira questão da maioria é: para quando o meu país?

 

Esta função, lançada pela primeira vez em 2008 nos Estados Unidos, fornece não só informação atualizada acerca das condições de trânsito nas vias como também permite aceder a predições, baseadas em condições passadas.

 

Em Portugal, a função Tráfego do Google Maps cobre, atualmente, apenas algumas das principais vias nacionais.

 

Fontes: Mashable

            



publicado por blatitudes às 16:07 | link do post | comentar

Quarta-feira, 13 de Julho de 2011

 

Há quem viva realmente ao máximo a ideia de que “O cão é o melhor amigo do homem”. Ou o gato, ou o periquito. Na verdade, a relação entre humanos e animais é tão forte que ultrapassou, já, a vida real, fazendo atualmente parte das redes sociais, onde se refletem as vivências humanas.

A prova disso vem apresentada num estudo da PetPlan que concluiu que um em cada 10 animais domésticos do Reino Unido possui uma página no Facebook, Twitter ou YouTube.

 

Surpreendidos?

 

Neil Brettel, o diretor da companhia de seguros para animais, acrescentou ainda que as páginas de alguns animais conseguem ser mais populares que as de vários famosos (espreitem este artigo do Mashable que apresenta 10 animais com mais fãs nas redes sociais que aqueles que grandes marcas conseguem reunir).

 

Mas o que é que uma tartaruga pode ter de tão interessante para partilhar com os seus fãs, afinal?

Isso é algo a que só eles poderão responder…

 

Fontes: Mashable

 

 

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 17:20 | link do post | comentar | ver comentários (4)

 

 

“Conquista El Alentejo”, incita a Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo (ARPTA), exibindo a imagem de uma bandeira espanhola hasteada num areal de Tróia.

 

A campanha de promoção, divulgada em cartazes em várias cidades espanholas, tem também um site próprio e está a causar revolta nas redes sociais tendo motivado, até, a criação de uma petição pública com o objetivo de pedir ao Turismo de Portugal que retire esta campanha.

“Não me parece que estejamos numa altura da vida da nossa sociedade que possamos abdicar da dignidade que nos resta e além do mais, carece absolutamente de mensagem sobre o povo e o país português. É uma imagem absolutamente descaracterizante da nossa cultura”, afirmam os autores da petição, concluindo que “Dependemos fortemente do turismo, mas creio que temos muito mais para mostrar que somos ‘simples’ e ‘colonizáveis’”.

 

Lançada a 15 de Junho, a campanha prevê, também, a comparticipação dos custos de combustível associados às deslocações dos turistas espanhóis de visita ao Alentejo.

 

Iberizações à parte, as relações entre Portugal e Espanha são, já se sabem, sensíveis. Talvez séculos de guerras tenham qualquer coisa a ver com isso... E a ARPTA veio trazer à tona esta questão mais uma vez. Exagero dos portugueses? Ou um erro que devia ter sido evitado pela ARPTA?

 

Fontes: Económico



publicado por blatitudes às 16:21 | link do post | comentar

 

 

Que mulher nunca sonhou ser disputada pela Armani, Dolce & Gabbana, Oscar de la Renta, Louis Vuitton…? Um sonho apenas acessível às estrelas, aparentemente, mas que a Vogue tornou quase realidade para um grupo de 1000 mulheres escolhidas para integrar a sua Influencer Network.

 

A bíblia da moda abriu as candidaturas a esta rede no ano passado e, pelo menos por agora, não parece estar a aceitar mais inscrições. Basicamente, o que a Vogue deciciu fazer foi dar a estas mulheres, com certa influência online sobre outras mulheres, o poder de experimentar e espalhar a palavra acerca de novos produtos, muitas vezes antes, sequer, de estes serem colocados no mercado. “Estamos a desenvolver um programa de embaixadores que espalham a palavra, digitalmente, através de uma grande rede, acerca do acesso que lhes é dado graças à Vogue”, explicou Susan Plagemann, vice-presidente da revista.

 

Novas coleções, produtos, anúncios publicitários e, claro, a própria Vogue, são objeto de “estudo” e divulgação por parte destas mulheres, cuja influência varia bastante, como verificou o AdWeek. Na verdade, muitas delas são jovens bloggers, com pouco mais de um milhar de seguidores no Twitter, mas o que têm em comum é a sua paixão pela moda e pela Vogue.

“O «boca-a-boca» tornou-se uma das ferramentas com maior influência, a par com a publicidade, no que toca a direcionar o consumo”, acrescentou, ainda, a vice-presidente da revista.

 

As opiniões e conclusões dos membros da Influencer Network estão espalhadas por toda a internet, seja nos seus blogs, em fóruns, no Twitter ou no Facebook, multiplicando, gratuitamente, a publicidade às marcas e à própria Vogue. Uma jogada muito inteligente.

 

Fontes: AdWeek

 

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 15:09 | link do post | comentar

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