Terça-feira, 5 de Julho de 2011

 

A Google e o Facebook podem manter uma eterna rivalidade (Circles do Google+ chegam ao Facebook), mas Mark Zuckerberg não parece querer deixar de estar atento ao que se passa do outro lado das trincheiras – mesmo que isso implique juntar-se ao Google+.

 

Aliás, o fundador da rede social mais popular do mundo é mesmo o utilizador com mais seguidores naquela que parece estar a ser a incursão mais bem sucedida da Google no mundo das redes sociais. No entanto, se o Facebook pretende funcionar como uma espécie de rede de amigos online, já o Google+ tem como principal objetivo a partilha de conteúdos na internet, permitindo mesmo fazer a distinção entre amigos e seguidores.

 

Parece que a Google e o Facebook estão a viver um momento de “nem contigo, nem sem ti". Nós, que não assistimos às telenovelas mexicanas, vamos agradecendo o enredo.

 

Fontes: Dinheiro Vivo

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 16:31 | link do post | comentar

 

 

O Google + ainda leva apenas uma semana de vida - e, acrescente-se, em Fase Experimental - e, embora não se livre das críticas de que é uma imitação do Facebook, também já serviu de “modelo” à rede social número um graças aos seus  “Circles”.

 

Esta é, aliás, uma das características mais aplaudidas na rede da Google, por permitir a criação de grupos de amigos de forma simples, evitando, por exemplo, que os patrões tenham acesso às imagens de uma noite de bebedeira. De acordo com a própria Google, o objetivo é ajudar os utilizadores a organizar as suas relações na internet da mesma forma que o fazem na vida real – ou seja, dividindo a sua rede de contactos entre “amigos”, “colegas”, “família”, etc.

 

Agora, o Facebook “vingou-se”, adaptando uma das aplicações mais populares do Google + à sua própria rede. Sob o nome Circlehack, a aplicação permite, após autorização do proprietário da conta, fazer basicamente o mesmo que a Circles: ordenar os amigos do Facebook em grupos de contactos, de forma bem mais simples e intuitiva do que anteriormente (até agora, dividir os contactos do Facebook em grupos implicava necessariamente uma série de passos demasiado aborrecidos para serem levados a sério pela maioria dos utilizadores).

 

Esperam-se cenas do próximo episódio da rivalidade Google x Facebook muito em breve. já que, aparentemente, a World Wide Web é demasiado pequena para as duas companhias.

 

Fontes: TechCrunch

             Facebook Fácil

             Terra

 

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 14:48 | link do post | comentar

Segunda-feira, 4 de Julho de 2011

Num mundo em constante evolução, onde o hoje rapidamente é tido como ultrapassado e já quase tudo foi feito, qual poderá ser o próximo passo na área da publicidade?

 

A resposta, para dois executivos de Nova Iorque e uma primatologista da Universidade de Yale, é óbvia, tal como foi apresentada no último Cannes Lions: publicidade para macacos!

 

 

E não, não se trata de um insulto aos atuais consumidores: o que Keith Olwell, Elizabeth Kiehner e Laurie Santos estão a fazer é mesmo estudar a forma como a publicidade pode influenciar o comportamento destes primatas, neste caso, dos Macacos Capuchinho.

 

 

Tudo começou quando Olwell e Kiehner assistiram a uma palestra de Santos, onde ficaram a saber que os macacos em cativeiro não só compreendem o dinheiro como também se comportam como seres humanos quando confrontados com questões económicas. Foi então que, com a ajuda da cientista, decidiram levar a cabo aquela que, pelo menos que se saiba, é a primeira campanha publicitária de sempre para macacos.

Segundo a New Scientist, a equipa irá criar duas marcas de comida, ambas novas para os macacos e “igualmente deliciosas” mas apenas uma delas será publicitada junto dos primatas, através de cartazes pendurados do lado de fora da jaula. O objetivo? Perceber, ao fim de algum tempo, quando ambas as marcas lhes forem oferecidas, qual a marca escolhida pelos primatas.

 

Porém, há mais nesta campanha: afinal não são só os anúncios para humanos que utilizam o sexo para vender. Olwell explicou que precisavam de criar qualquer coisa que chamasse a atenção dos primatas – e algo supera a imagem de uns genitais? Aparentemente, não. Embora ainda não possam ser revelados, sabe-se que o primeiro anúncio mostra uma primata, fêmea, com os seus genitais expostos, junto do logótipo da marca A, e que o segundo é composto pela imagem de um macho alfa, associada à marca A.

 

Olwell espera que a marca A seja mesmo a eleita por estes primatas: “Os macacos provaram, em estudos anteriores, que gostam mesmo de fotografias de machos alfa e de genitais, e acreditamos que isto vai conduzir os seus hábitos de compra”.

 

Em breve, a equipa espera poder partilhar os resultados do estudo e os anúncios desenvolvidos para conquistar o coração - e as carteiras, se as tivessem - destes primatas.

 

 

 

Fontes: New Scientist

             Fox News

             AdFreak

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 15:02 | link do post | comentar

Sexta-feira, 1 de Julho de 2011

Ganhou um Leão de Prata, na categoria Press, e um de Bronze, em Outdoor, em Cannes, mas a polémica que se seguiu está a ensombrar a vitória da agência brasileira Moma Propaganda.

 

A campanha “Teacher”, assinada pela agência para a Kia Motors Brasil, tem sido alvo de múltiplas acusações de incentivo à pedofilia. Com a tagline “A different temperature on each side”, o anúncio reproduz uma banda-desenhada em que um professor e uma aluna interagem – só que, de um lado, os desenhos têm um traço infantil e a ação é inocente, protagonizada por uma menina pequena, enquanto, no outro lado, os desenhos ganham contornos mais adultos, com diálogos provocantes entre um professor e uma jovem curvilínea.

 

 

 

“Jamais houve a intenção de gerar questionamentos envolvendo um assunto tão importante e sério como pedofilia, e foi uma surpresa ver a reação no mercado americano. A Moma também lamenta por ter colocado seu cliente Kia no centro desta discussão e assume total responsabilidade pela campanha”, justificou a Moma Brasil, em comunicado, após ter conhecimento da polémica em torno da campanha, que motivou, também, condenações da parte da Kia Motors America.

 

Entretanto, a questão levantou um segundo problema: é que este anúncio nunca chegou a ser veiculado no Brasil, o que vai contra as regras da competição Cannes Lions. Sobre isto, a agência comunicou que “a campanha estava programada para ser veiculada em revistas adultas masculinas, mas em função da polémica gerada ela não será mais veiculada.”

 

Enquanto não sabe se poderá, ou não, manter os leões ganhos em Cannes, a Moma Brasil afirma que, neste momento, a sua maior preocupação é mesmo “dar as explicações devidas para dissipar a polémica sobre o anúncio”.

 

Fontes: Exame

             Meios & Publicidade

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 17:16 | link do post | comentar

 

A nova imagem da EDP, assinada por Stefan Sagmeister, foi apresentada na quarta-feira, no Museu da Electricidade, no mesmo dia em que a operadora comemorou 35 anos. Mantendo o vermelho, mas distinguindo-se muito da imagem anterior, o novo logótipo do grupo Energias de Portugal visa transmitir os valores da companhia – “Humana, Inovadora e Sustentável”.

 

                          

                                      Antes                                                                                  Agora                    

 

 

Segundo o presidente da EDP, António Mexia, esta mudança surge na sequência da internacionalização da empresa, atualmente em 13 países, e na necessidade de assumir uma imagem única, mais global.

 

Stefan Sagmeister, que tem também no seu portfólio o design da Casa da Música, na cidade do Porto, concebeu a nova marca a partir de quatro formas: o círculo, o meio círculo, o quadrado e o triângulo, que dão vida a um logótipo principal e a seis declinações do mesmo, mantendo, no entanto, sempre o mesmo lettering.

 

 

Durante o mês de Julho, a EDP irá apresentar a nova imagem através de uma campanha na televisão, rádio, imprensa, internet e cinema que servirá também para comunicar alguns factos acerca da empresa, como por exemplo a percentagem de energia renovável que o Grupo produz, já, em todo o mundo.

 

 

Fontes: Briefing

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 14:31 | link do post | comentar

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