Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

 

Apesar do seu aspeto fofinho, a Little Printer, criada pela BERG, está a dividir os internautas. Se alguns anseiam por conhecer mais pormenores, como o preço e a data de lançamento, outros acusam o gadget de não ser mais que uma impressora em ponto pequeno, como as usadas pelos estabelecimentos comerciais (“Não é engenhoso. É uma impressora, duh!”) e de ser inimiga do ambiente (“Hey, lembram-se da «reciclagem» e dos conceitos de «redução» e «reutilização»? Não? Ora bem, aprendemos sobre isto na escola, no início dos anos 90. O que é fixe é que salvámos as florestas e por isso agora podemos gastar papel outra vez.”)

 

Acabadinha de chegar aos blogues da especialidade, a Little Printer é, de facto, uma impressora. A diferença é que esta mini-impressora está ligada à internet, através do serviço BERG Cloud, e preparada para, ao longo do dia, ir imprimindo uma série de conteúdos personalizados, funcionando quase como um jornal customizado do tamanho de um recibo. O site Co.Design define-a, mesmo como “um jornal para a época do Twitter: do tamanho de um recibo e editado por si”. Horóscopos, puzzles, notícias, listas e conteúdos publicados pelos parceiros da BERG, entre os quais se encontra o The Guardian ou a Google, fazem parte das impressões que se podem selecionar.

 

Outra das críticas apontadas à Little Printer é o facto de esta se basear na tecnologia térmica: o papel térmico contém BPA (bisfenol A), que é tóxico, além de se degradar rapidamente. Mas isto parece não preocupar os muitos fãs que já se declararam apaixonados por esta ideia. Com comercialização agendada para 2012, a Little Printer pode vir a tornar-se, mesmo, um dos gadgets mais desejados do próximo ano. Será?

 

 

 

 

Fontes: Adweek

             MacMagazine

             Co.Design



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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011
 

As mentes criativas são, também, mais propensas a contornar as regras de ética – quem o diz é a American Psychological Association.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, as mesmas características que permitem às mentes criativas considerar novas possibilidades, gerar ideias originais e resolver conflitos de forma inovadora também podem ajudá-las a justificar o seu comportamento desonesto.

 

De acordo com os autores, as pessoas mais criativas são particularmente boas na ginástica mental que implica resolver um dilema onde estão envolvidas duas forças opostas: o desejo de maximizar o interesse próprio e o desejo de manter uma visão positiva de si mesmo. Na maioria dos casos, as pessoas criativas acabam por se portar de forma suficientemente desonesta para beneficiarem com isso, mas suficientemente honesta para manterem uma boa imagem de si mesmos enquanto seres humanos.

 

Para testar a sua teoria, os investigadores aplicaram uma série de testes a grupos de cerca de 100 pessoas cada. Primeiro, levaram a cabo testes que permitissem determinar os níveis de pensamento criativo e inteligência dos participantes; depois, atribuíram-lhes várias tarefas em que, facilmente, podiam fazer batota.

 

Num estudo, os participantes recebiam um teste de cultura geral, de escolha múltipla, que incluía perguntas como “Qual é a capital de Itália” ou “Quão longe consegue saltar um canguru?”. Nesta altura, os participantes eram informados de que receberiam uma quantia em dinheiro por cada resposta certa. Até aqui, tudo bem. A armadilha vinha depois: desculpando-se, a investigadora explicava que, acidentalmente, tinha copiado um teste resolvido e que, por isso, as respostas certas estavam levemente marcadas nos testes que os participantes tinham recebido.

 

Embora os participantes fossem levados a acreditar que era impossível detetar se tinham, ou não, feito batota, a verdade era outra - e os investigadores perceberam que as pessoas que tinham registado maiores níveis de criatividade no primeiro teste também tinham mais probabilidade de fazer batota ao responder ao teste. Mais que isso, a batota era independente da inteligência: as pessoas com níveis de inteligência mais elevados mas níveis de criatividade mais baixos não apresentavam um resultado especialmente desonesto.

 

Numa segunda experiência, os investigadores mostravam aos participantes uma linha na diagonal com pontos de cada lado e perguntavam qual dos lados aparentava ter mais pontos. Em metade dos 200 testes, era virtualmente impossível dizer qual dos lados tinham mais pontos – mas os participantes tinham sido informados de que receberiam 10 vezes mais dinheiro sempre que identificassem o lado direito como tendo mais pontos. Resultado? As pessoas mais criativas deram mais vezes o lado direito como resposta.

 

“Como a segunda experiência sugere, o tipo de desonestidade levado a cabo pelas pessoas criativas é frequentemente subtil: se não podes realmente dizer que lado tem mais pintas, então podia ser o lado direito. Então escolher o lado direito mais vezes do que o esquerdo não é fazer batota de forma flagrante, certo?”, explica um artigo da Time sobre este assunto.

 

Apesar dos resultados, os investigadores assumiram uma das limitações do seu estudo: a inclusão de pagamentos para certas respostas. Isto pode ter levado os participantes a fazer mais batota do que fariam em circunstâncias normais.

 

De qualquer forma, os investigadores não deixam de acreditar nos seus resultados: “os resultados deste artigo indicam que, de facto, as pessoas que são criativas ou trabalham em ambientes que promovem a criatividade podem colocar-se em maior risco quando enfrentam dilemas éticos”.

 

 

 

Fonte: Time



publicado por blatitudes às 17:32 | link do post | comentar

Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011
 
 
 
 
 
 
Clientes lutam por conseguir uma máquina de waffles de dois dólares
 
 
 
 

 

 
No conhecido Walmart, a confusão foi geral e uma mulher foi praticamente esmagada entre os que se empurravam para chegar aos melhores descontos
 
 
 
Deste ano, fica ainda a história da mulher que atingiu outros clientes com gás-pimenta para conseguir chegar ao produto que pretendia: uma XBox 360. Deste incidente resultaram 20 feridos.
 
 
Em 2008, um funcionário do Walmart de Long Island foi espezinhado até à morte quando os clientes forçaram as portas para conseguir entrar na loja. Na mesma ocasião, uma grávida foi empurrada e acabou por ficar ferida. Este é, até hoje, considerado o momento mais sombrio da história da Black Friday: mas vendo estes vídeos, não é difícil acreditar que momentos como este se voltarão a repetir...
 
 
 
 
Fontes: Mashable
             NY Daily News
 


publicado por blatitudes às 16:27 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

 

Quando o tema são tablets, o trono é indiscutível: nenhuma marca, por mais inovações que imprima aos seus gadgets, se consegue aproximar sequer ligeiramente da gigantesca Apple.

 

Os números de 2011 falam por si: em apenas três meses, a companhia fundada por Steve Jobs vendeu mais do dobro dos tablets do que toda a concorrência, junta, em nove meses. Esta concorrência é constituída pela HP, Asus, Samsung, Motorola e Acer. Os números são ainda mais impressionantes se pensarmos que, nos primeiros três meses de vida do iPad2, a Apple conseguiu vender cerca de 1 milhão de tablets por mês – lançado em Portugal em março deste ano, a versão mais barata do tablet, com 16 GB, custa, em Portugal, quase €500.

 

Os dados, divulgados pela NPD Group, podem espelhar bem o domínio da Apple – mas também parecem vir dar esperança aos seus concorrentes. Stephen Baer, o vice-presidente da companhia de análise de mercado da NPD, confirmou que 76% dos clientes que compraram um tablet de outras marcas que não a Apple, este ano, nem sequer consideraram adquirir um iPad – “uma indicação de que um grande grupo de consumidores está à procura de alternativas, e uma oportunidade para o resto do mercado fazer crescer os seus negócios”, explicou Baker.

 

 

Fontes: NPD Group

             PT Jornal

            



publicado por blatitudes às 14:50 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011

Qualquer mulher sabe como, por vezes, experimentar roupa pode ser uma tarefa frustrante. E no caso das mulheres maiores a coisa pode ser ainda mais complicada… Daí que a ideia desenvolvida pela DDB do Canadá para a Penningtons, uma loja especializada em roupas de tamanho Plus Size para mulheres, tenha resultado tão bem.

Para tornar a experiência menos stressante e muito mais divertida, aquando do lançamento da nova coleção da marca, a agência criou um “espelho mágico”, inserido na área dos provadores, que interagia com as clientes. Quando uma das clientes se dirigia ao espelho para verificar o resultado do seu novo look, o espelho era subitamente invadido pela imagem de dois bombeiros que faziam de tudo para conquistar a sua atenção.

 

Espreitem:

 



publicado por blatitudes às 14:22 | link do post | comentar

Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

 

Na década de 60, Stanley Milgram, um psicólogo social, elaborou uma teoria segundo a qual qualquer pessoa viva está ligada a todas as outras pessoas do mundo através de, no máximo, seis amigos/conhecidos em comum. Isto significaria que apenas seis pessoas afastariam o comum dos mortais de estrelas como, por exemplo, Madonna, de figuras políticas como Obama, ou de um índio enfiado nos confins da Amazónia. Mas o Facebook parece ter vindo tornar a teoria obsoleta: esqueçam as seis pessoas, hoje em dia só precisam de quatro!

 

Segundo um estudo recente, elaborado em parceria pelo Facebook e pela Università degli Studi di Milano, o número de “saltos” que separam duas pessoas no Facebook é, de facto, menor que os mencionados por Milgram, sendo que 99,6% dos pares de utilizadores da rede se encontram ligados por 5 graus e 92% deles se conseguem relacionar através de apenas 4 graus. Além disso, a tendência é para que esta distância se vá tornando cada vez menor com o tempo e à medida que cada vez mais gente se junta à rede – aliás, o estudo indica, também, que, se a análise se limitar a um único país, a distância é ainda menor, com a maioria dos pares a registar uma separação de apenas 3 graus.

 

E, assim, o mundo fica cada vez mais pequeno...

 

Fontes: Mashable

 



publicado por blatitudes às 17:36 | link do post | comentar

 

Da próxima vez que alguém lhe disser “isso é mesmo estúpido”, apresse-se a anotar a sua ideia. Por vezes, a história prova-o, são as ideias mais absurdas e aparentemente sem sentido que encontram maior sucesso no mundo dos negócios.  Primeiro, porque, se é assim tão absurdo, possivelmente ainda ninguém implementou a sua ideia no mercado. E, depois, porque o mundo precisa e aprecia uma dose saudável de estupidez – e, como vai perceber, há pessoas dispostas a comprar quase tudo.

 

O Dinheiro Vivo publicou dois artigos sobre ideias estúpidas que fizeram dos seus autores milionários. Entre elas, há perucas e óculos de sol para cães, almofadas instantâneas que se “fabricam” no micro-ondas, pedras de estimação, ossos da sorte de plástico, um site que permite vender e comprar anéis de noivado usados caso a noiva mude de ideias ou recuse o pedido de casamento, cartas de resposta personalizadas assinadas pelo Pai Natal e uma empresa que vende um software que fabrica atestados (falsos, obviamente) para que os cidadãos possam justificar as suas faltas laborais. Em comum, estas ideias têm o absurdo e os milhões que já renderam.

 

Assim, a regra parece ser: não subestime a estupidez. Como a Diesel anunciou, na sua campanha Be Stupid, “Stupid might fail. Smart doesn’t even try” ou “Smart critiques. Stupid creates”. Espreite as imagens e inspire-se: quem sabe se não descobre a próxima ideia estúpida a conquistar o mundo?

 

 
 
 
 
 
Mais sobre a campanha Be Stupid aqui
 
 
             Dinheiro Vivo (II)


publicado por blatitudes às 15:50 | link do post | comentar

 

Melhoravam o equilíbrio, aumentavam a força e faziam milagres pelo desempenho geral de quem as usasse – mas, afinal, tudo não passava de publicidade enganosa.

 

As conhecidas pulseiras “Power Balance” foram uma das loucuras do ano passado, conquistando, mesmo, Cristiano Ronaldo, que fazia questão de entrar sempre com uma em campo – o que muito terá contribuído para o sucesso da marca. E se muitos torciam o nariz à ideia, os fãs das pulseiras juravam a pés juntos que os benefícios eram reais e que bastava colocá-las para notar, imediatamente, a diferença.

 

Agora, depois de vender cerca de três milhões de pulseiras em todo o mundo, o fabricante das Power Balance viu-se forçado a admitir que não existe qualquer prova científica que possa sustentar estes alegados “poderes”. Resultado: a empresa foi condenada a pagar uma multa de mais de 42 milhões de euros por burlar os seus clientes com publicidade enganosa e deverá ver-se forçada a fechar portas em breve.

 

Em setembro deste ano, a Reebok também foi condenada por publicidade enganosa e obrigada a devolver cerca de 18,3 milhões de euros aos clientes prejudicados, depois de não conseguir provar cientificamente os benefícios que dizia estarem associados aos seus ténis EasyTone e RunTone.

 

 

Fontes: PT Jornal



publicado por blatitudes às 15:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18 de Novembro de 2011

 

 

A SplashData publicou uma lista com as piores 25 passwords deste ano. E “piores”, aqui, significa que são tão comuns que até uma criança conseguia chegar lá. Vê a sua password aqui?

  • 1. password
  • 2. 123456
  • 3.12345678
  • 4. qwerty
  • 5. abc123
  • 6. monkey
  • 7. 1234567
  • 8. letmein
  • 9. trustno1
  • 10. dragon
  • 11. baseball
  • 12. 111111
  • 13. iloveyou
  • 14. master
  • 15. sunshine
  • 16. ashley
  • 17. bailey
  • 18. passw0rd
  • 19. shadow
  • 20. 123123
  • 21. 654321
  • 22. superman
  • 23. qazwsx
  • 24. michael
  • 25. Football

 

Se a sua password se encontra nesta lista, o melhor é alterá-la – já. Confira as dicas da SplashData para conseguir uma password segura:

  • Inclua diferentes tipos de carateres nas suas passwords: números, letras e carateres especiais quando for possível;
  • Escolha uma password com pelo menos 8 letras. Separe palavras curtas com espaços ou underscores.
  • Não use a mesma combinação de password e username para várias contas. Use um programa de gestão de password online para conseguir seguir as suas diferentes contas.

Fonte: Mashable



publicado por blatitudes às 17:03 | link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Em época de crise, agradecem-se sugestões criativas para ganhar dinheiro. Uma das mais recentes foi divulgada pelo “The Sun” e implica um investimento bastante reduzido – mas, por outro lado, obriga a alguma criatividade e muita sorte. A ideia? Tornar-se um sucesso no YouTube.

 

Provavelmente, Davies-Carr, um pai de 42 anos, nunca previu que o vídeo “Charlie bit my finger – again”, protagonizado pelos seus filhos, pudesse algum dia vir a pagar a educação dos miúdos. Mas foi exatamente isso que aconteceu: depois de quase 400 milhões de visualizações, Davies recebeu 100 mil libras (116 mil euros) do YouTube.

 

Segundo vários media, Davies não é um caso único – na verdade, qualquer pessoa pode seguir o exemplo deste pai, já que o YouTube tem como prática dividir os lucros com os autores dos vídeos virais, visto que estes atraem muita publicidade. A dificuldade reside em conseguir fazer de um vídeo caseiro um sucesso online. Se ainda não tem ideias, pode seguir a sugestão do “The Guardian”: os melhores protagonistas são as crianças (de preferência bebés) e os animais de estimação (quanto mais estranhos, melhor).

 

Mas se, ainda assim, acha impossível conseguir igualar o feito de Davies, saiba que este não é o primeiro caso do género. Jamie Hagan, de 18 anos, também já ganhou cerca de 46 mil euros em três anos graças aos vídeos que publica tendo o irmão de 11 anos, Jacob, como protagonista. E, sim, Jamie garante que divide os lucros com o irmão.

 

 

Fontes: Público



publicado por blatitudes às 16:31 | link do post | comentar

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