Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
 

 

Cristiano Ronaldo é o português com mais fãs no Facebook (no dia 20, eram 37.317.208), o Sport Lisboa e Benfica é a página com mais seguidores e o programa 5 para a Meia Noite ocupa o primeiro lugar no que toca à popularidade de páginas de media na rede social mais utilizada do mundo. Um ranking sem grandes surpresas e que foi divulgado pela FbRank  FbRank PT*, que analisa a popularidade das páginas portuguesas no Facebook.

 

Segundo os dados recolhidos a 9 de dezembro, eis um retrato de Portugal no Facebook:

 

10 marcas com mais fãs

1. Sport Lisboa e Benfica (984.091 fãs)

2. TMN (457.181)

3. Nike Football Portugal (456.413)

4. Futebol Clube do Porto (425.103)

5. Rádio Comercial (419.067)

6. Cidade FM (402.757)

7. RFM (392.515)

8. Swatch Portugal (377.735)

9. MTV Portugal (360.258)

10. Worten (318.583)

 

10 portugueses com mais fãs

1. Cristiano Ronaldo (36.970.319 fãs)

2. Nani (1.602.350)

3. Fábio Coentrão (584.144)

4. Nilton (350.644)

5. Nuno Markl (268.225)

6. Manuel Luís Goucha (248.916)

7. Cristina Ferreira (219.542)

8. Pedro Abrunhosa (199.986)

9. Fernando Alvim (190.194)

10. David Fonseca (175.900)

 

10 marcas de media com mais fãs

1. 5 para a Meia Noite (555.999 fãs)

2. Secret Story – Casa dos Segredos (435.877)

3. Rádio Comercial (419.067)

4. Cidade FM (402.757)

5. RFM (392.515)

6. MTV Portugal (360.258)

7. Caderneta de Cromos (266.074)

8. Paga o que Deves (245.764)

9. Querido, Mudei a Casa (226.250)

10. Público (221.729)

 

10 campanhas com mais fãs

1. Eu Amo Você (492.096 fãs)

2. Dê Colo à Ajuda de Berço (355.465)

3. Chef Online (78.456)

4. Conte Connosco (78.127)

5. Vodafone Música (76.030)

6. Receitas Oliveira da Serra (71.965)

7. Histórias Felizes para Comer (70.044)

8. Nike Running Portugal (64.760)

9. Fãs do Queijo Serra da Estrela (59.455)

10. Obrigado Bombeiros Portugueses (50.984)

 

Fontes: Meios & Publicidade

             FbRank PT 

 

 

*corrigido a 06/01/2012 



publicado por blatitudes às 15:51 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

 

É por causa de ações como esta que não há marca capaz de rivalizar com a Coca-Cola no que toca ao Natal.

 

No ano passado, a Ogilvy Brasil teve uma ideia muito especial: levar o icónico Pai Natal, tornado célebre pela Coca-Cola, até à cidade de Santa Claus, nos EUA, onde um museu tem guardadas cartas enviadas há mais de 40 anos para o famoso velhinho de barbas brancas. Das 60 mil cartas que encontraram, selecionaram 75 e decidiram concretizar os desejos das então crianças – hoje, claro, adultos.

 

O vídeo que relata a história mostra alguns dos escolhidos, emocionados, recebendo as prendas que nunca chegaram a encontrar debaixo da árvore de natal - terminando com um brinde com... Coca-Cola, claro! Vale a pena ver ;)

 



publicado por blatitudes às 14:35 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011

 

 

Uma coisa é aquilo que temos na nossa página do Facebook – outra, muito diferente, é aquilo que as pessoas veem quando entram na nossa página do Facebook. Se acha que a sua foto de perfil, mural, gostos e amigos são itens igualmente importantes para quem visita a sua página, desengane-se.

 

No fim de novembro, a EyeTrackShop, uma startup que realiza estudos baseados na trajetória de visualização, realizou um teste para a Mashable recorrendo a 30 participantes. O objetivo era perceber a que elementos das páginas das redes sociais os indivíduos atribuíam maior importância. “Não é um estudo perfeito. Trinta é um número pequeno para uma amostra e o que chama a atenção num perfil provavelmente varia de acordo com o conteúdo que é exibido”, reconhece a Mashable. Ainda assim, foi possível retirar algumas conclusões: a primeira, é que a fotografia de perfil é, realmente importante – aliás, esta foi a parte da página que mais atenção atraiu, no Facebook. Já no LinkedIn, a profissão gerou mais atenção do que a foto de perfil, sendo, inclusive, o elemento mais notado na página inteira. Curiosamente, outra das áreas das páginas que mais atenção recebeu foram os amigos: quem conhecemos também é parte importante do nosso perfil. Além disso, foi possível ainda tirar mais uma conclusão – óbvia, acrescente-se: “quanto mais abaixo numa página está um conteúdo, menos pessoas olham para ele”.

 

Mais recentemente, a Mashable e a EyeTrackShop voltaram a juntar-se, desta vez para testar a forma como as pessoas olham para as páginas das marcas no Facebook. Para isso, pediram a 30 participantes que visualizassem as páginas da Coca-Cola, Skittles, Victoria’s Secret, Starbucks, Converse, PlayStation, Pringles e da Red Bull, que ocupam as posições de maior popularidade na rede social.

A primeira conclusão a que chegaram foi que os utilizadores olharam quase sempre primeiro para os murais das páginas – e, na maioria das vezes, passaram quatro vezes mais tempo a ver esta zona que qualquer outra área da página. A única exceção a esta regra foi, sem surpresas, a página da Victoria’s Secret, em que a imagem de uma modelo no perfil levou a que as pessoas olhassem para a foto antes de dirigirem o olhar para o mural. “As fotos de perfil podem fazer a diferença entre ver ou não ver uma marca”, explica o estudo, que concluiu que a maioria das fotografias de perfil das páginas não obteve muita atenção: “apenas 57% dos visitantes da página da Coca-Cola, por exemplo, chegaram a ver, sequer, a garrafa de coca-cola que ocupa o lugar principal desta página. Geralmente, fotos de perfil com rostos chamam mais a atenção.” A exceção a esta regra foi a Skittles, cuja imagem de perfil, um saco de Skittles, foi vista por 90% dos visitantes. Outra conclusão importante – e que pode ser útil às marcas – é que as fotos no mural chamam a atenção dos visitantes: “o mural de Facebook com mais imagens no momento do teste, o da PlayStation, foi também aquele para onde as pessoas olharam durante mais tempo. Em média, os visitantes ficaram no mural durante 4,88 segundos. Mais nenhum elemento nas páginas nem nenhuma outra página conseguiu manter a atenção dos visitantes durante mais de 4 segundos.”

 

 

Fonte: Mashable



publicado por blatitudes às 16:15 | link do post | comentar

Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011

 

Rosa para as meninas, azul para os meninos, bonecas para elas, carrinhos para eles… Porém, há muito que algumas vozes se vêm levantando contra este sistema: e se um menino gostar de rosa? Mais que isso: e se uma menina preferir brincar com carrinhos em vez de dar de comer a bonecas?

 

Foi baseada nesta premissa que a blogger Laura Nelson iniciou uma campanha contra a Hamleys, a loja de brinquedos mais famosa de Londres, acusando-a de sexismo e “apartheid de géneros” por dividir os brinquedos de rapazes dos brinquedos de meninas – identificando-os, além disso, com as tradicionais “cores para menino e para menina”.

 

“No interior, os brinquedos estão segregados por género e até estão localizados em pisos separados. À medida que subi no elevador e fui entrando nos pisos, fiquei ainda mais horrorizada. O piso de meninas é cor-de-rosa. Está cheio de objetos fofinhos, brinquedos de beleza e conjuntos de cozinha. Até há um salão de beleza chamado Tantrum. O piso dos rapazes é dominado por ação e aventura. Há carros, comboios, naves espaciais, conjuntos científicos e brinquedos para construções”, explicava Laura no seu blog.

 

“Temos uma grave falta de mulheres em posições de topo na nossa sociedade e um grave problema de desigualdade. Só 22% do parlamento do Reino Unido é feminino. No top 100 das pessoas mais poderosas da indústria dos media, compilado pelo The Guardian, este ano, a primeira mulher aparece na 18ª posição (…) Há muitos fatores que contribuem para isso e um é o condicionamento das crianças a partir de tenra idade. Profundamente enraizados na nossa sociedade, há estereótipos que ditam e influenciam mulheres e homens acerca dos papéis sociais que é esperado que eles venham a cumprir”, continua, acrescentando: “imaginem uma loja que tivesse pisos diferentes para brinquedos para crianças brancas e crianças negras. Seria um escândalo.”

 

Quando escreveu este post no seu blog, em outubro, Laura enviou, também, uma carta ao diretor da loja e ao Landsbanki, o banco islandês que é um dos maiores acionistas da loja, defendendo que os brinquedos deveriam passar a ser organizados por tipo e não por género.

 

Agora, poucos meses depois, a Hamleys alterou a sua sinalética. Segundo a loja, a mudança ter-se-á iniciado, precisamente, em Outubro e a decisão não terá sido influenciada por qualquer campanha: oficialmente, a loja optou pelas alterações devido a “conselhos de consultores e resultados de inquéritos de consumidores que apontavam para a existência de uma sinalética confusa”, conforme se pode ler no Briefing.

 

A sinalética da Hamleys, antes e depois

 

Coincidência ou não (e que grande coincidência!), a blogger Laura Nelson não deixou celebrar a mudança, com um novo post no seu blog:

“A campanha funcionou! Obrigada a todos pelo vosso apoio (moral e outro) e encorajamento. Muitas pessoas tweetaram, retweetaram, sugeriram ideias e estratégias (…) Parabéns a todos! Ainda temos trabalho a fazer quanto à natureza dos próprios brinquedos e à forma como o seu marketing é estereotipado mas atingimos um marco. Bom trabalho!”

 

 

Fontes: Briefing



publicado por blatitudes às 16:58 | link do post | comentar

 

 

“Meeeega… Megaupload”: o refrão é, assuma-se, viciante. Uma melodia simples e repetitiva, uma letra básica e facílima de decorar, e estão reunidos os ingredientes para que a música se nos prenda à cabeça até muito depois de carregarmos no stop.

 

Mas não é a qualidade nem a persistência desta melodia que estão a agitar a internet. Publicado o fim de semana passado, o vídeo de promoção do Megaupload, um site de alojamento de ficheiros, reúne personalidades da música e do mundo do espetáculo que enumeram – e cantam – as vantagens deste serviço. Até aqui, tudo bem – não fosse o Megaupload ser acusado de promover a pirataria online e não respeitar os direitos de autor dos conteúdos que aloja, nomeadamente músicas e filmes.

 

O vídeo despoletou uma verdadeira guerra entre a Universal Music e a Megaupload. Segundo a editora, vários dos artistas que representa, e que aparecem no vídeo, não terão consentido que a Megaupload usasse a sua imagem. Vai daí, a UMG apresentou uma queixa ao YouTube e, horas após a publicação do vídeo, ele foi retirado da internet… até o Megaupload apresentar uma contra-queixa e o YouTube recolocar o vídeo online… até o vídeo voltar a desaparecer, após breves momentos (e nova queixa da UMG). Uff! Confusos? Apesar de tanta confusão, as cópias do vídeo já começaram, naturalmente, a surgir, e, mesmo contra a vontade da UMG, o refrão “Meeeega… Megaupload!” continua a circular, online.

 

Entretanto, no mundo onffline, a Megaupload está a processar a UMG, garantindo que os artistas assinaram todos os documentos necessários para a validade do vídeo e acusando a UMG de censura: “parece que a UMG só permite que os seus artistas exprimam as suas opiniões quando a UMG concorda com elas”.

 

 

 

Fontes: Gigaom

             TeK



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Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

 

Na era das redes sociais, o sucesso de uma campanha é determinado, em muito, pela sua capacidade viral. E, em 2011, nenhum vídeo publicitário conseguiu brilhar tanto como o “The Force”, partilhado mais de 4,5 milhões de vezes no Facebook, 170 mil vezes no Twitter e com um total de visualizações superior a 46 milhões! Com um dos ingredientes favoritos dos espetadores – crianças – e referências à saga de ficção científica mais amada do mundo – a Star Wars – o anúncio ao novo Volkswagen Passat conseguiu conquistar os internautas dos quatro cantos do planeta.

 

 
 

Quem não parece ter ficado comovida foi a Greenpeace que, inspirando-se no mesmo vídeo, lançou a ação “VW: The Dark Side”, devido à oposição da marca a duas “leis essenciais na Europa para tirar o nosso planeta do caminho de Alderaan (adeus): maior controle de emissões de CO2 e implementação de carros mais eficientes.” Para divulgar esta ação, a Greenpeace criou também um vídeo de resposta ao “The Force”:

 

 

 

 
 
Fonte: Marketeer

 



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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

Como é habitual, o mês de dezembro significa, para a maioria dos meios, a altura de fazer o balanço do ano que termina e arriscar algumas previsões para aquele que se segue. O risco, claro, é grande: com mais de duas semanas para fechar o calendário, 2011 ainda pode guardar algumas surpresas na manga. E, num mundo cada vez mais veloz, quem é capaz de prever seja o que for?

 

Ainda assim, Dave Barrowcliff, consultor da Millward Brown (uma agência de pesquisa especializada em publicidade, marketing, comunicação e media), já lançou as suas apostas para o mundo digital em 2012. E, quer se venham a comprovar quer não, vale a pena saber as tendências que ameaçam ganhar terreno já no próximo ano – que é como quem diz, daqui a uns dias.

 

1.“Gamification” – ou, trocando por miúdos, como a lógica dos jogos vai invadir as grandes marcas.

 

As marcas vão tornar-se cada vez mais adeptas da lógica dos jogos. Significa isto que, de cada vez que abrir um site, vai ser desafiado com um quebra-cabeças, um jogo de memória ou um labirinto? Nada disso. O que Dave quer dizer com o conceito de “gamification” é que as marcas vão tentar seduzir os seus consumidores e fidelizá-los através duma mecânica de jogos em situações que não implicam jogos. Por exemplo? “Eu podia conseguir atingir o nível de Super Pai ao adquirir fraldas da Pampers durante cinco semanas seguidas (conseguindo, com isto, 10% de desconto), ganhar 50 pontos de cada vez que os meus amigos e eu comprássemos Special K na mesma semana, e atingir o nível de Mestre Ambientalista (ganhando, com isso, acesso a ofertas “verdes”) ao reduzir a quilometragem do meu carro e reabastecê-lo na BP”.

 

2. A "carteira-telemóvel" vai espalhar-se

 

Por aqui, estamos céticos de que 2012 marcará mesmo o fim do tradicional porta-moedas, pelo menos em Portugal, mas Dave afirma que no próximo ano assistiremos a um crescimento exponencial dos pagamentos via telemóvel. “Os telemóveis estão a tornar-se o centro das nossas vidas. Vamos usar os telemóveis para efeitos de identificação – licenças, passaportes, passes; como chaves para aceder aos nossos bens, como cartões de embarque e como bilhetes – tudo com um simples toque.”

 

3. A TV e os Media Sociais fundem-se para proporcionar ao espetador uma experiência mais interativa do que nunca

 

“As tecnologias e ferramentas sociais que permitem às pessoas interagir com programas de televisão vão explodir em 2012. Vão surgir inovações que permitirão que as pessoas se liguem aos programas de formas que nunca imaginámos”, explica Dave.

 

4. O vídeo online vai invadir a sala de estar

 

Segundo Dave, depois do império do vídeo online, no computador, este vai regressar à sala de estar, graças ao crescimento de tecnologias apropriadas a este tipo de produtos. Exemplos disso são a Boxee, a Apple TV e a Google TV.

 

5. O marketing móvel vai torna-se mais social e local

 

SoLoMo: este é o conceito a decorar. Funde Social, Local e Móvel e, aparentemente, é mesmo o futuro do marketing, combinando relevância, a localização e o timing. Segundo Dave, o SoLoMo vai prevalecer em aplicações geo-sociais já existentes, como o Foursquare, o Shopkick e o Yelp. Além disso, grupos de compras como o Grupon vão focar-se mais em aplicações e prestar alertas em tempo real acerca de negócios locais. Dave acredita, ainda, que as marcas vão criar as suas próprias aplicações para serviçoes de geo-localização e redes sociais: “o marketing móvel puro vai ser trocado por estratégias de SoLoMo”.

 

6. Crescimento: a única tendência nas aplicações que realmente importa

 

Dave acredita que, em 2012, vamos assistir à promoção de aplicações em vários media e a um uso inteligente do eco nas redes sociais para criar a próxima estrela das aplicações. “Esperem um tsunami de pedidos de utilizadores que têm um smartphone pela primeira vez e que desejam explorar o seu novo aparelho. Os anúncios em aplicações serão mais ricos e vão esbater as barreiras entre o móvel, o online e a TV. O HTML5 vai reduzir os custos do desenvolvimento de cruzamento de plataformas e permitir que as aplicações sejam descarregadas diretamente dos editores, libertando-as das restrições da Apple. A história das aplicações não terminou – está apenas a subir para o próximo nível.”

 

7. O comércio eletrónico de bens de consumo embalados vai apostar nos veículos tradicionais de marketing

 

À medida que o comércio eletrónico de bens de consumo embalados se torna cada vez maior, vamos assistir a um aumento de publicidade nos media pagos. Os media sociais podem ser usados para gerar atenção em volta deste tipo de comércio enquanto as ofertas especiais podem promover a venda de novos produtos, online, antes ainda de eles chegarem às prateleiras. “Os marketers de bens de consumo embalados devem aproveitar os avanços tecnológicos, mas o “comércio social” precisa de uma abordagem cautelosa. Se há demasiado foco no marketing em vez da preocupação com a prestação de uma experiência, os consumidores vão votar com as suas carteiras ou pior – com as suas bocas. Os fãs, primeiro que tudo, querem desfrutar de uma relação genuína e de um sentido de comunidade”, alerta Dave.

 

8. Os gráficos sociais vão gerar dados valiosos para se poder medir uma marca

 

Hoje em dia, as plataformas sociais já disponibilizam gráficos de modo a medir o sucesso de uma marca online e permitir aos seus administradores aumentar o seu valor. “Geramos constantemente fluxos de dados que dão aos marketers uma perspectiva mais rica dos hábitos e atitudes dos consumidores”, continua Dave. O consultor conclui que “à medida que a adoção dos media sociais se torna mais abrangente, esta irá funcionar como um barómetro cada vez mais preciso acerca das opiniões dos consumidores. Esta é a época dos Grandes Dados e as marcas vão crescer graças a isso”.

 

9. O preço do acesso “gratuito” vai estar sob os holofotes

 

Os consumidores serão confrontados com a opção de pagar para gerir a forma como os dados acerca da sua atividade online são partilhados. As opções podem incluir pagar por aplicações que gerem a sua identidade ou pagar para aceder a conteúdo que, de outra forma, seria gratuito. Outra opção é simplesmente deixarem as redes onde a partilha de informação é o custo para entrar. À medida que as marcas usam os nossos dados de formas que não esperamos ou aprovamos, podemos começar a ver a confiança a decrescer.



10. A importância da partilha como medida da influência

 

Num future próximo – 2012 está já aí, afinal – o tráfego online será baseado no conetúdo e não definido pela plataforma em que se insere. “Vemos esta tendência nos botões de partilha que se encontram em muitas páginas na net. Enquanto a “partilhabilidade” é uma ideia relativamente nova, conceitos como a “viralidade” já se assumiram como medidas do sucesso online há algum tempo. A capacidade de medir esta “partilhabilidade”sera usada para determiner os níveis de influência e perceber melhor como viaja a informação. As marcas que criarem os conteúdos mais inovadores e apelativos vão beneficiar desta partilha”.



11. China: a convergência do micro-bloggind, redes sociais e portais de informação

 

Redes sociais como a Ren Ren e a Kaixin, serviços de micro-blogging como o Weibo (que entre dezembro de 2010 e junho de 2011 cresceu 200%) e os portais, vão convergir de modo a oferecer ao público chinês uma solução integrada de comunicação online.



12.  Publicidade online: as decisões em tempo real vão assumir o protagonismo

 

“2012 vai ver um aumento da demanda por conhecimento de campanha em tempo real, alimentando a emergência de processos de tomada de decisão inteligentes e automáticos para otimização das campanhas”. Assim, as agências vão ser confrontadas com o desafio de criar soluções que possam providenciar avaliações em tempo real e que possam adaptar e otimizar as campanhas de forma criativa.  

 

 

 

Fontes: Contagious Magazine



publicado por blatitudes às 16:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
Cacho Puebla, o diretor criativo da Leo Burnett Madrid, é a mente por trás destas "Grandmother Tips", classificando-as como "as dicas que a minha avó me devia ter dado" em vez dos habituais conselhos acerca de poupar dinheiro, cortar o cabelo ou evitar determinadas raparigas. A modelo é a tia-avó de Cacho e a fotógrafa é uma das suas irmãs, Lula. Um projeto fantástico, divertido e com uma dose de doçura adequada à época natalícia.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tudo sobre este projeto, aqui.


publicado por blatitudes às 11:20 | link do post | comentar

Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011

 

Se é um facto que qualquer criança pode recorrer a um computador com ligação à internet (ou a um smartphone ou a um tablet ou a qualquer outro dos gadgets que já fazem parte das nossas vidas) para descobrir a verdade acerca do Pai Natal, também há que admitir que, muitas vezes, a tecnologia pode ser amiga da magia. É o que vai acontecer este ano, graças a uma parceria entre a Google e o NORAD, o Comando de Defesa Aeroespacial Norte-Americano, que vai permitir seguir, online e em tempo real, a rota do Pai Natal no dia 24 de dezembro.

 

Para isso, basta aceder ao Google Maps ou Google Earth no dia 24, conseguindo, desta forma, seguir o mais popular velhinho de barbas brancas enquanto ele distribui os presentes às crianças de todo o mundo.

 

Enquanto o grande dia não chega, miúdos e graúdos podem acompanhar a contagem decrescente e aceder a alguns conteúdos natalícios no site do NORAD e na página NORAD Tracks Santa no Google+.

 

Esta não é a primeira vez que a NORAD “segue” o Pai Natal: na verdade, a tradição tem mais de 50 anos e começou graças a um simples erro de impressão. Em 1955, a Sears Roebuck & Co.  colocou um anúncio com um número de telefone para que as crianças ligassem ao Pai Natal – mas, em vez do número certo, o anúncio foi publicado com o número do Comandante Chefe de Operações do CONAD (o antigo NORAD). Quando as crianças começaram a telefonar, o Coronel Harry Shoup “fez a sua equipa verificar todos os radares para identificar qualquer movimento do Pai Natal. A todas as crianças que telefonavam era dada a localização do Pai Natal naquele momento e, desta forma, nasceu a tradição”.

 

A coisa é levada tão a sério que, no site especialmente criado para o efeito, não faltam respostas às perguntas mais comuns, incluindo a mais temida: “O pai natal existe? Pilhas e pilhas de dados históricos e mais de 50 anos de informações acumuladas pela NORAD leva-nos a acreditar que Papai Noel existe e vive dentro dos corações das pessoas pelo mundo afora.” É também possível descobrir qual a idade provável do Pai Natal (16 séculos), a sua aparência (“de acordo com fotos tiradas pelos aviões de caça, sabemos que ele tem uma barriga generosa, bochechas cor de rosa, devido ao vento frio durante os voos de trenó, e uma esvoaçante barba branca”) e até uma listagem técnica do trenó, mencionando peso, comprimento, velocidade máxima e outros detalhes.

 

 

 

Fontes: Briefing

             NORAD



publicado por blatitudes às 14:45 | link do post | comentar

Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011

É de 22 de outubro do ano passado, o artigo a que se refere este post. Mas continua tão atual como há mais de um ano atrás.

 

 

Já todos recebemos emails que prometem oferecer-nos fortuna, sorte, amor e felicidade. Avisos como aquele que o autor do blog teknoPLOF! recorda, em que se informavam os internautas de que a Coca-Cola teria sido envenenada por seguidores de Saddam Hussein ou correntes que, ao serem quebradas, nos ameaçam com mortes terríveis e cheias de detalhes macabros. Mas, para além de todos estes emails, há outros que temos mais dificuldade em ignorar: os que se referem a pessoas desaparecidas.

 

É o caso do email que circula na internet, referindo-se a Elise, uma menina de 5 anos supostamente raptada há “apenas um dia” mas que, na verdade, desapareceu em março de 2009. Para além da diferença nos números – uma diferença de quase dois anos – o email tem um outro problema: é que Elise foi recuperada em abril do mesmo ano. A história (“um filme de índios”, segundo conta o blogger) é complicada mas, neste momento, está resolvida. Então porque é que o email continua a circular, de internauta em internauta, enchendo inboxes em todo o mundo? “Elise teve dezenas de nomes durante todo este tempo, foi sequestrada em Marselha, em Tenerife, em Buenos Aires e até no país dos Teletubbies. Este último email que recebi assegura que os sequestradores tinham um Seat Panda vermelho, com matrícula TF-7633-V”, escreveu o blogger em outubro de 2010. Mais de um ano depois, recebi o mesmo email.

 

É claro que há milhares de pessoas inocentes envolvidas nesta corrente que só têm por intuito ajudar: mas, entretanto, os spammers vão esfregando as mãos de contentes. É que, infelizmente, ainda há muita gente que se recusa a usar o campo de BCC para enviar e-mails, acabando por partilhar os endereços dos amigos com toda a sua lista de contactos, os contactos desses contactos, os contactos dos contactos desses contactos… e por aí fora, contribuindo para que, dias depois, a nossa caixa de email seja invadida por anúncios ao Viagra, cartas de milionários que desejam partilhar a sua fortuna connosco e outros mails do género…

 

Se não é possível eliminar o Spam, podemos, pelo menos, tentar reduzi-lo. Como?

  1. Não envie Spam
  2. Não divulgue o seu e-mail
  3. Utilize SEMPRE o BCC (ou CCO) quando enviar um e-mail a vários contactos
  4. Não registe o seu e-mail em nenhum site (ou, pelo menos, limite os seus registos aos necessários)

 

Fontes: Site Center

             teknoPLOF!

             e, provavelmente, a sua própria caixa de email....

 

 



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