Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

 

 

Sabe aquela história que tem guardada na gaveta? Prepare-se, porque ela pode ajudá-lo a ganhar 500 mil dólares (qualquer coisa como 384,6 mil euros). Tudo o que tem de fazer é apresentar um vídeo, com duração até 15 minutos, entre 2 de fevereiro e 31 de março, no YouTube.


O concurso, chamado “Your Film Festival”, está aberto a vídeos de todos os géneros, estilos e formatos: pode ser uma curta-metragem, um episódio para uma série… enfim, tudo o que se lembrar, desde que conte uma história e respeite o tempo máximo de duração.


Entre 1 de junho e 13 de julho, o júri escolherá os 50 semi-finalistas: destes, os 10 mais votados serão exibidos no Festival Internacional de Cinema de Veneza. Finalmente, o vencedor será selecionado por um júri liderado por Ridley Scott, o realizador de filmes como “Gladiador” e “Blade Runner – Perigo Iminente”, ganhando, para além do prémio em dinheiro, a oportunidade de ver um projeto pessoal ser produzido pelo realizador.

 

Fontes: Marketeer




publicado por blatitudes às 10:30 | link do post | comentar

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

 

Na pequena cidade brasileira de Epitaciolândia, pertinho da fronteira com a Bolívia, ninguém falava de outra coisa: todos aguardavam, expectantes, a abertura do “Facebook”. Não da rede social, claro: essa, já chegou ao Brasil há muito tempo, fazendo do país o quarto na tabela dos que mais utilizam o Facebook, com cerca de 35 milhões de perfis no final de 2011.


O que os habitantes e vizinhos de Epitaciolândia esperavam era a abertura do bar que, à porta, mostra o nome “Facebook”, com a mesma fonte utilizada pela empresa de Zuckerberg e tudo. A ideia foi de Humbert Camacho, de 30 anos, que decidiu criar um bar onde o conceito do Facebook ganhasse vida, baseado, portanto, na partilha de ideias, aventuras, amizades, festas e fotografias: “o que quisemos fazer foi construir um bar com este conceito, onde as pessoas possam vir e partilhar coisas com os seus amigos, passar uma noite agradável, partilhar imagens, experiências e divertir-se”. Para tornar a experiência ainda mais próxima da rede, o bar terá uma página no Facebook onde os clientes poderão fazer o upload de imagens, em tempo real, mostrando aos outros tudo o que se passa no interior.


Por enquanto, o Facebook ainda não reagiu, mas o melhor é Camacho aproveitar ao máximo os seus cinco minutos de fama enquanto pode…

 

 

Fonte: Guardian



publicado por blatitudes às 12:52 | link do post | comentar

Inicialmente pensadas para mulheres, as máquinas Kodak rapidamente criaram um novo ícone - a rapariga Kodak - que se tornou praticamente inseparável de todas as suas campanhas. Num adeus à Kodak, o Guardian recordou alguns desses momentos.

 

1902
1902
1911
1913
1914
1918
década de 1940
Mais imagens no Guardian

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Se tem publicidade no seu site, atenção: a Google anunciou que vai começar a punir no seu motor de busca as páginas que contenham demasiada publicidade.

 

A decisão, anunciada no blog da Google, foi tomada depois da empresa concluir que a publicidade excessiva torna mais difícil a navegação dentro das páginas, levando alguns utilizadores ao quase desespero.

 

Segundo a Google, “esse novo aperfeiçoamento de algoritmo tende a ter impacto nos sites em que existe apenas uma quantidade pequena de conteúdo visível ou em que o conteúdo relevante é levado para baixo por grandes blocos de publicidade”. Assim, as páginas que forçam os visitantes a baixar a barra para conseguirem visualizar o conteúdo serão penalizadas.

 

Esta decisão deverá afetar menos de 1% das buscas, prevê a Google. E se uns batem palmas, outros, claro, protestam. Ainda assim, a Google deverá mesmo avançar com o projeto - e o utilizador comum agradece.

 

Fontes: Diário Digital



publicado por blatitudes às 10:22 | link do post | comentar

Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

 

 

Basta abrir um jornal (online ou não) para saber que os EUA abriram guerra à pirataria na internet. Até aqui, nada de novo, não fosse a nova proposta de lei, a SOPA (Stop Online Piracy Act) ameaçar, seriamente, o funcionamento da internet como a conhecemos.

 

Criada por Lamar Smith, um republicano da Câmara dos Representantes dos EUA, a SOPA pretende censurar, dentro do território norte-americano, todos os sites suspeitos de divulgar conteúdo protegido por direitos de autor. A proposta é mais grave do que possa parecer à primeira vista. Afinal, a circulação de conteúdos protegidos é muitíssimo comum online: tanto que o próprio autor da SOPA seria condenado, caso a lei entrasse em vigor. Sim, leu bem. Não foi preciso muito tempo para que se viesse a descobrir que Lamar Smith tinha, no seu site, uma fotografia onde não figuravam os créditos – e cujo autor não deu a Smith qualquer autorização para a publicar.

 

Entre os oponentes a esta lei estão, praticamente, todos os nomes da internet: Google, Facebook, Twitter, Wikipedia, o conhecido grupo de hackers Anonymous e, claro, milhões de cibernautas por todo o mundo. No dia 18, cerca de 7 mil sites encerraram os seus serviços, na quarta-feira (como a Wikipedia, que fechou a sua página em inglês) ou alteraram o design das suas páginas para demonstrar a sua adesão ao protesto (como a Google e o Mozilla).

 

Não espanta, assim, a decisão do grupo Anonymous, que atacou vários sites dos EUA depois de o procurador do Estado da Virginia ter decretado, ontem, o encerramento do site Megaupload e a detenção do seu fundador, Kim Dotcom. O site da Universal Music Group (que, há pouco tempo, entrou em litígio no tribunal com o Megaupload), do Departamento de Justiça dos EUA, da Associação de Estúdios de Gravação dos EUA, o seu equivalente para o cinema e ainda a página do órgão federal de direitos de autor foram os alvos dos ataques do grupo de “hacktivistas”

“Somos Anonymous - Deviam estar a contar com isto #Megaupload”, escreveu o grupo na sua conta do Twitter. O encerramento do site Megaupload gerou uma onda de protestos de muitos utilizadores e fãs do site, especialmente daqueles que pagavam para ter acesso a contas “premium” e que se perguntam, agora, se verão o seu dinheiro devolvido.

 

Certo é que, entre toda a polémica, a SOPA (bem como a PIPA, outro projeto lei que pretende controlar e proteger os direitos de autor) tem vindo a perder adeptos entre os políticos. A própria Casa Branca já criticou ambas as propostas, através de três especialistas em tecnologia, considerando-as “demasiado amplas”.

 

 

Fontes: Jornal de Notícias

             Expresso

             Information Week



publicado por blatitudes às 11:22 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

 

 

Está desempregado? Tendo em conta os últimos números divulgados pela OCDE, que nos classificam como o 4º pior país da Organização no que toca à taxa de desemprego, a probabilidade de responder “sim” a esta pergunta é, infelizmente, de cerca de 13,2%.

 

E se é verdade que a “necessidade é a mãe do engenho”, não faltam exemplos de quem encontrou, recorrendo às tecnologias que, hoje, dominam o nosso dia-a-dia, novas fontes de rendimento.

 

O primeiro caso nasceu das mãos de Pedro Esperança, um estudante de engenharia industrial que desenvolveu o site “A Tua Mãe”. Aqui, através do perfil do Facebook, os utilizadores podem encomendar produtos que precisem – como, por exemplo, o tabaco que, de repente, falta a meio de um jantar ou as pipocas que não apetece ir comprar quando se está em casa, no quentinho, prestes a pôr um filme no leitor de DVD – e aguardar que outro utilizador se proponha a levar-lhos, mediante, claro, uma margem de lucro acordada entre ambos. Todos os utilizadores podem desempenhar ambos os papéis: pedir ou entregar. O lucro das entregas reverte, inteiramente, para quem entrega. Ou seja, neste caso quem ganha não é tanto Pedro, mas aqueles que, com umas entregas, encontram forma de juntar uns euros que tanta falta fazem no fim do mês.

 

No caso de Sophia Birr, é mesmo ela quem lucra com a ideia que teve: criar para si uma nova profissão, baseada na internet – personal web finder. Tal como o nome indica, Sophia dedica-se a encontrar, online, o que quer que seja: uma espécie de detetive na internet, ao seu serviço, mediante um valor. Segundo conta, entre as suas missões já estiveram buscas por preços de material em segunda mão, o original de uma fotografia antiga ou um apartamento de férias para uma família. Mas porque haveria alguém de pagar por uma pesquisa online, sendo que quase toda a gente tem acesso à internet hoje em dia? A verdade é que fazer uma boa pesquisa requer alguns conhecimentos e, sim, uma boa dose de paciência e persistência. E ela garante: “Se eu não encontrar, dificilmente alguém consegue”.

 

Inspirado? O facto é que, com a internet, o mundo ficou mais pequeno e facilmente se consegue trabalhar a partir de casa (esqueça a renda de um escritório) para o mundo inteiro com um investimento relativamente reduzido. Necessário, mesmo, é ter uma boa ideia. Quem sabe se não cria a próxima profissão a aparecer nas páginas dos jornais online?

 

Fontes: Jornal i

             Briefing

               



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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

 

 

A conta oficial da Suécia no Twitter é, desde dezembro do ano passado, a “conta do Twitter mais democrática do mundo”. Isto porque, em vez de ser gerida por responsáveis pelo turismo e promoção do país, como até então, a conta passou a estar entregue aos próprios cidadãos do país, através da iniciativa Curadores da Suécia. Assim, todas as semanas uma pessoa é escolhida para gerir a conta, tendo total liberdade para publicar o que desejar. Segundo informações presentes na própria conta, o objetivo é “apresentar a Suécia através da mistura de talentos, experiências e opiniões que de facto a constituem”.

 

Até agora, a conta já teve cinco titulares diferentes, incluindo um desempregado que passou muito do seu tempo a discutir comida, um agricultor que publicou várias fotos de ovelhas e ainda uma “normal camionista lésbica” que, entre outros tópicos mais leves, se dedicou também a falar sobre direitos e liberdades.

 

“No seu melhor, a conta mostra o que os suecos comem, ouvem, veem, em que trabalham, como se divertem, o que pensam do seu governo e o que pensam das suas mulheres. No seu pior, é uma mistura de tweets de autopromoção e @respostas aleatórias acerca de como o tweeter desta semana está a gostar de dizer tudo o que quiser num fórum governamental”, resume o The Washington Post.

 

 

Fontes: Público

             The Washignton Post



publicado por blatitudes às 11:54 | link do post | comentar

 

 

Para ajudar aqueles que “pensam que os cookies (“bolachas” em português) vêm da pastelaria, que os endereços IP são as localizações da Propriedade Intelectual e que uma busca no Google funciona, basicamente, como magia”, a Google lançou a campanha “Good to Know”.

 

O maior objetivo é fazer com que todos os utilizadores percebam, afinal, o que é e como funciona a Internet e de que forma podem garantir a sua segurança e dos seus dados, online. Assim, os termos técnicos são, geralmente, abandonados, para dar lugar a uma linguagem acessível e muito simples, acompanhada por vídeos que tornam a aprendizagem mais leve. Além disso, a Google criou, também, um dicionário de termos técnicos, incluindo as referências mais comuns com que os utilizadores se deparam quase todos os dias mas que, em muitos casos, não compreendem.

 

A página principal desta campanha divide-se em quatro categorias de pesquisa: “Mantenha-se seguro online”, “Os seus dados na Web”, “Os seus dados na Google” e ainda “Gira os seus dados”.



publicado por blatitudes às 10:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

 

 

 

A Mercedes-Benz tencionava passar uma imagem “revolucionária” mas acabou por enfurecer várias pessoas, ao utilizar, para isso, a imagem de Che Guevara.

 

Tudo se passou na semana passada quando, na Consumer Electronics Show (CES), o presidente da Mercedes-Benz apresentava uma nova aplicação, destinada a promover a partilha do carro entre pessoas que se dirigem para o mesmo destino. No palco, a icónica fotografia do guerrilheiro Che Guevara, tirada por Alberto Korda, exibia uma pequena grande alteração: a estrela de cinco pontas da boina de Guevara tinha sido substituída pelo símbolo da Mercedes.

 

“Alguns colegas pensam que partilhar o automóvel ronda o comunismo. Nesse caso, viva a revolução”, explicou Zetsche. A ideia do presidente da fabricante alemã seria, provavelmente, ter alguma piada. O resultado, porém, foi uma onda de críticas e protestos vindos um pouco de todo o mundo, sobretudo da parte dos cubanos críticos do regime dos irmãos Castro, exilados do seu país, depois da imagem começar a circular pela internet.

“Digam à Mercedes-Benz que não é correto usar a imagem de um assassino em massa”, protestou Ernesto Ariel Suárez, um cubano residente nos EUA, que iniciou uma campanha online com o objetivo de levar a Mercedes e a Daimler, a empresa que controla a Mercedes na Alemanha, a apresentarem um pedido de desculpas “sem que tenham de passar sete décadas”. Suárez explicou ainda que “é preciso fazer entender a estas empresas, de uma vez por todas, que a imagem que usam é dolorosa para muitos”.

 

Idolatrado por muitos, Che Guevara é uma figura, no mínimo, controversa e, em grande parte, desconhecida. Embora muitos jovens adorem a imagem do guerrilheiro, a verdade é que poucos são aqueles capazes de contar a sua história. E se para alguns a utilização de um “assassino” motivou os protestos, para os fãs de Guevara, figura mítica do comunismo, a imagem do seu ídolo associada à venda de carros de luxo também não terá sido propriamente bem recebida.

 

Atenta às críticas, a Daimler emitiu, nem um dia depois do sucedido, um comunicado com um pedido de desculpas: “No seu discurso na CES, o Dr. Zetsche referiu-se à revolução no setor automóvel possibilitada pelas novas tecnologias, em particular as mudanças proporcionadas pela conectividade. Para ilustrar isso, a empresa usou brevemente uma imagem de Che Guevara (que foi uma das muitas imagens e vídeos da apresentação). A Daimler não estava a apoiar a vida ou as ações deste personagem histórico ou a filosofia política que defendia. Pedimos desculpa aos que se sentiram ofendidos.”

 

A fotografia de Korda tem sido utilizada inúmeras vezes com fins comerciais e muitas vezes sem qualquer consentimento por parte da família que, no ano 2000, processou a Smirnoff por utilizar a imagem sem pedir permissão e acabou por receber uma indemnização da marca de vodka. Desta vez, a Mercedes também não pediu qualquer permissão – resta saber se a família irá avançar com um processo ou se o pedido de desculpas e o embaraço público a que a marca foi sujeita serão suficientes.

 

 

Fontes: Público



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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

 

Não é só uma letra bonita: “Dyslexie”, como o nome indica, é um tipo de letra que nasceu com o objetivo de facilitar a leitura àqueles que sofrem de dislexia.

 

Christian Boer, o designer holandês (também ele disléxico) responsável por “Dyslexie” começou a trabalhar neste tipo de letra no ano de 2008. O trabalho não foi fácil e existiram carateres mais difíceis de conceber que outros: a letra “a”, por exemplo, exigiu mais de 12 horas de trabalho – menos que a vírgula que, ainda assim, consumiu 4 horas da atenção de Boer.

 

A grande diferença por detrás desta tipografia reside no seu “peso” extra, acrescentado às pontas de cada caráter de modo a torná-lo mais carregado. Segundo Boer percebeu, devido à sua própria dislexia e recorrendo a um grupo de outras pessoas que sofrem da mesma condição, esta característica torna mais simples ler os carateres.

 

Testada na Universidade de Twente, na Holanda, a tipografia teve resultados muito positivos. Com a sua criação, Boer espera ajudar os disléxicos “de modo a que a luta diária nesta sociedade de informação seja um pouco menos dura”.

 

 

 

Fonte: Boas Notícias



publicado por blatitudes às 13:02 | link do post | comentar

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