Sexta-feira, 30 de Março de 2012

 

Com um número cada vez maior de consumidores que optam por deixar os produtos animais de fora da sua alimentação ou que reclamam, simplesmente, por menus mais saudáveis, são também cada vez mais as marcas que têm vindo a adaptar a sua oferta a esta nova realidade.

 

Foi isto que levou a Starbucks a substituir o corante químico que utilizava no seu Frappuccino de morango, incluindo o feito com leite de soja, por um corante natural – extrato de cochonilha. Até aqui, tudo bem – não fosse o facto de este corante ser extraído de insetos.

 

 

A mudança não agradou aos consumidores veganos dos EUA que rapidamente lançaram o debate online, incluindo uma petição destinada a levar a cadeia a abandonar este corante e propondo, mesmo, um boicote àquela que apelidam de “Starbugs”. Segundo o site do Centro Vegetariano, a cochonilha “é um corante vermelho intenso feito com corpos secos de Dactylopius coccus, um inseto mexicano. Para produzir apenas 450 gramas deste corante precisam de ser mortos cerca de 70.000 insetos”.

Perante as acusações dos utilizadores online, a Starbucks respondeu através de um comunicado: “Na Starbucks, esforçamo-nos por gerar produtos que vão de encontro a uma grande variedade de necessidades e opções alimentares. Também temos o objetivo de minimizar a utilização de ingredientes artificiais nos nossos produtos. Embora a nossa base de morango não seja um produto vegano, ajuda-nos a reduzir o uso de corantes artificiais. Muitos ingredientes Starbucks podem ser combinados para criar uma bebida livre de produtos derivados de animais; no entanto, não podemos garanti-lo, devido ao risco de potencial contaminação com outros produtos derivados de animais que se encontram nos nossos pontos de funcionamento”.

 

 

Se, depois de ler isto, jurou que nunca mais irá beber um Frappuccino de morango, a verdade é que para evitar o consumo destes insetos terá de riscar da lista de compras muito mais do que possa pensar. Em Portugal, é fácil encontrar alertas, sobretudo em sites vegetarianos e veganos, acerca de produtos que incluem o extrato na sua composição. As salsichas de soja da Izidoro e da Cem Por Cento são dois dos exemplos. Iogurtes, recheios de bolachas e cosméticos são outros dos produtos onde é comum encontrar o extrato de cochonilha.

 

Fontes: Exame 

             abc News 

             Centro Vegetariano

 



publicado por blatitudes às 11:50 | link do post | comentar

Quinta-feira, 29 de Março de 2012

 

Como é que a morte de um adolescente pode aumentar as vendas de uma marca de doces? E como é que a mesma ligação pode ameaçar a imagem dessa marca?

 

Estas são duas questões a que a Skittles aparentemente não estava preparada para responder. Mas, afinal, que marca estaria?

 

Trayvon Martin era um jovem afro-americano, de 17 anos, como tantos outros. Mas com a sua morte, no passado dia 26 de fevereiro, veio reabrir velhas feridas na sociedade americana. O crime, cujos contornos exatos ainda estão por explicar – e talvez nunca venham a ser explicados na totalidade – trouxe a público o debate sobre o racismo. Poderá Trayvon ter sido confundido com um criminoso pelo vigilante que o matou pelo simples facto de ser negro? As versões das testemunhas são inconsistentes, há quem jure ter ouvido o jovem pedir socorro antes de morrer. O vigilante garante que Trayvon o terá atacado e que terá sido obrigado a disparar para salvar a própria vida.

 

Enquanto a morte de Trayvon não é explicada, as homenagens e os protestos sucedem-se. E a Skittles, sem querer, acabou por se tornar um símbolo da morte do jovem que tinha consigo um pacote dos populares doces.

 


 

“Os doces têm sido empulhados em memoriais, enfiados nos bolsos de milhares de pessoas que apareceram em marchas em seu nome e enviados para o Departamento de Polícia de Sanford para protestar contra a falta de uma detenção no caso [o vigilante não foi preso]. Como a camisola de capuz que [Trayvon] estava a usar, os doces foram transformados num ícone cultural, um símbolo de injustiça racial que sublinha a juventude de Trayvon e as circunstâncias em torno da sua morte. Mas nos escritórios da empresa que fabrica os Skittles, a Wrigley, e na sua empresa-mãe, a Mars, o novo nível de fama da Skittles tornou-se rapidamente uma crise de marketing que ameaça danificar a empresa ainda que as vendas estejam a aumentar”, escreve Kim Severson, no New York Times.

 

O grande problema que a Skittles tem, agora, em mão, são as acusações de que estará a lucrar com a tragédia de Trayvon e que, assim sendo, deveria doar esse dinheiro à família de Trayvon ou a organizações que têm como objetivo promover a reconciliação racial. “Alguns afro-americanos estão inclusive a pedir às pessoas que parem de comprar Skittles até a companhia se envolver mais na sua causa e doar dinheiro”, refere a jornalista do NYTimes.

 

Na página do facebook da Skittles, os protestos eram bem visíveis:

 


 

Sem saber como lidar com a situação, a Skittles limitou-se a publicar um comunicado: “Estamos profundamente tristes com a notícia da morte de Trayvon Martin e exprimimos as nossas sinceras condolências à sua família e amigos. Também respeitamos a sua privacidade e consideramos inapropriado envolvermo-nos mais ou proferirmos mais comentários [acerca deste assunto], já que nunca quereríamos que as nossas ações fossem interpretadas como uma tentativa de lucrar com esta tragédia”.

 

David Gianatasio, da Adweek, é definitivo no seu comentário: “Com todo o respeito pelas marcas, isto não é uma situação comum e publicar umas linhas previsíveis ditadas pelo departamento legal não vai resolvê-la. O que temos aqui é uma falha de comunicação – e parece que comunicação genuína é exatamente o que as massas estão a pedir. Aqui está um exemplo da desconexão: o item principal no feed do Twitter da Skittles nas últimas 12 horas dizia: “Não detestam quando não conseguem encontrar aquele portal para um universo paralelo marcado para HÁ DEZ SEGUNDOS ATRÁS?” Este tipo de baboseiras parece retirado de um universo paralelo onde os atuais títulos dos jornais (“O pesadelo de publicidade de Trayvon Martin da Skittles”, “Facebook da Skittles bombardeado por apoiantes de Trayvon”) não existem. Esta atenção não vai diminuir tão depressa e é importante que as marcas se cheguem à frente agora. As circunstâncias não têm precedentes – então, quebrem com os precedentes. É suposto os media sociais serem acerca de envolvimento – então, envolvam-se. Não o fazer de forma mais humana, direta e expansiva sugere que as marcas não se interessam e isso corrói a equidade. O que elas [marcas] escolherem fazer é, em última instância, uma escolha delas. A julgar pela hostilidade contínua que tem sido lançada na sua direção, eu sugeriria que começassem por fazer mais”.

 

 

Fontes: Adweek

 

             International Business Times  

             Buzzfeed 

             The Miami Herald 

             New York Times

 

 



publicado por blatitudes às 16:44 | link do post | comentar

 

Depois das queixas de vários consumidores descontentes com a impossibilidade de utilizarem a conexão 4G supostamente disponível nos seus novos iPads, a Apple já terá começado a oferecer um reembolso aos seus clientes australianos.

 

A ACCC (Australian Competition and Consumer Comition), uma comissão nacional do consumidor, acusou a Apple de “ter feito crer aos consumidores australianos que o produto «iPad com WiFi + 4G» pode, com um cartão sim, ligar-se a uma rede móvel de 4G na Austrália, o que não é o caso”.

 

Tal como em Portugal, as frequências dos serviços 4G australianos não são compatíveis com as frequências utilizadas pelo iPad. Para além das indemnizações, a ACCC pretende, ainda, que a Apple publique anúncios no seu site e jornais que corrijam esta informação e ainda que pare de anunciar o seu novo tablet como “iPad com WiFi + 4G”.

 

Em resposta, a Apple anunciou que irá publicar um esclarecimento nos seus pontos de venda e enviar emails aos clientes que adquiriram o produto, oferecendo-lhes um reembolso caso tenham adquirido o novo iPad baseados na ideia de que o mesmo seria compatível com as redes nacionais de 4G.

 

Será que a medida se irá estender a mais países?

 

 

Fontes: Guardian



publicado por blatitudes às 15:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

Já toda a gente teve um momento em que pensou: “o que me dava mesmo jeito era um rolo de papel higiénico cheio de tweets!” Ou não?

 

Pois bem, parai de suspirar: eis que uma startup se decidiu a concretizar os desejos mais profundos de geeks de todo o mundo no que toca a casas de banho e criou o Shitter: um serviço que imprime tweets em papel higiénico.

 

 

Tendo em conta que cada pack de quatro rolos custa 35 dólares (aproximadamente 26,40€ ), sem contar com impostos e custos de envio, não há como evitar uma ponta de ceticismo quanto ao futuro do Shitter. Mas que já há utilizadores a aplaudir a ideia, nem que seja por finalmente encontrarem uma utilidade para os posts de Justin Bieber (comentário real), há.

 

 

Fontes: Mashable



publicado por blatitudes às 14:33 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28 de Março de 2012

 

Comentários racistas no twitter levaram um estudante inglês a ser condenado a 56 dias de prisão.

 

Motivado pelo colapso em campo do jogador Fabrice Muamba, dos Bolton Wanderers, Liam Stacey, de 21 anos, correu a publicar o seguinte tweet: “LOL Fuck Muamba. He’s dead!!!#haha”.

 

O tweet despoletou uma onda de protestos online aos quais Stacey respondeu com “uma série de insultos ofensivos e racistas, alguns de natureza sexual, destinados aos seus atacantes”, refere a Time.

 

 

 

Depois de vários utilizadores do Twitter apresentarem queixa na polícia, o jovem inglês foi detido, no dia a seguir ao incidente. Apresentado em tribunal, foi condenado a 56 dias de prisão: “Foi abuso racista através de uma rede social, instigado como resultado de um comentário vil e repugnante acerca de um jovem futebolista que estava a lutar pela sua vida. Naquele momento, não apenas a família do jogador, não apenas o mundo do futebol, mas o mundo inteiro estava literalmente a rezar pela vida dele. Os seus comentários agravaram esta situação”, considerou o juiz. “Não tenho outra escolha senão impor uma sentença de prisão imediata de modo a refletir a ofensa do público em relação ao que fez.”

 

“A linguagem racista é inapropriada em qualquer cenário e através de qualquer meio. Esperamos que este caso sirva de aviso a qualquer pessoa que julgue que os comentários online estão para além dos limites da lei”, concluiu o promotor de justiça Jim Brisbane.

 

 

Fontes: Guardian

 

             Daily Mail            



publicado por blatitudes às 12:48 | link do post | comentar

 

O novo iPad da Apple, esperado com ansiedade um pouco por todo o mundo, está a causar queixas de utilizadores que se sentem vítimas de “publicidade enganosa”. É que a conexão 4G, uma das grandes novidades do tablet, só funciona nos EUA e Canadá.

 

Em causa estão as frequências utilizadas pelas redes de cada país. Em Portugal, por exemplo, a Optimus anunciou que os modelos iPad compatíveis com 4G funcionam, na verdade, como 3,5G (com uma velocidade que pode chegar aos 42 Mbps, enquanto o 4G lançado pelos operadores móveis nacionais pode atingir os 100 Mbps).

 

Na Austrália, o cenário é semelhante. A indignação levou mesmo uma entidade reguladora nacional a acusar a Apple de “publicidade enganosa” e de induzir os clientes em erro.

 

A situação estará a causar algum desconforto na Apple que, segundo consta, estará a considerar indemnizar os clientes, pretendendo, também, vir a esclarecer este pequeno grande problema...

 

 

Fontes: Visão

 

             PT Jornal               



publicado por blatitudes às 10:58 | link do post | comentar

Terça-feira, 27 de Março de 2012

 

 

Hoje, a vida online ocupa um espaço tão grande no nosso quotidiano que já há mesmo quem fale de uma “netiqueta”: um conjunto de normas que devem ser respeitadas no mundo virtual, garantindo que não se esquecem as boas maneiras online.

 

Reencaminhar emails com os destinatários à vista de todos (passados tantos anos ainda há quem não conheça o bcc...) ou postar tudo o que se faz são dois “dont’s” da netiqueta, segundo a professora de etiqueta social Mara Abreu.

 

A estas normas, juntam-se muitas outras, algumas tão óbvias como NÃO USAR O CAPS LOCK CONSTANTEMENTE, tentar não fazer dos palavrões linguagem corrente e, se possível, não enviar mensagens ou colocar posts em que cada palavra tem uma cor e tipo de letra diferente (assim como uma miúda de 12 anos).

 

Mas se algumas normas dependem apenas do senso comum, há outras que requerem algum trabalho. Se quiser ser um exemplo online, o melhor é espreitar a lista de regras de Netiqueta na Wikipédia

 

 

 

Fontes: G1

 

 



publicado por blatitudes às 10:17 | link do post | comentar

Segunda-feira, 26 de Março de 2012

 

Numa altura em que muitas empresas e marcas recorrem às redes sociais para lançar novas campanhas, é comum assistirmos, de vez em quando, ao lado menos bom da partilha em massa. Como no caso da vodka Belvedere que, com a publicação de um anúncio no Twitter e Facebook, provocou duras críticas dos seus seguidores e gerou polémica on e offline.

 

No centro da polémica está a imagem de uma mulher, com uma expressão próxima do pânico, que é agarrada por trás por um homem sorridente, acompanhada pela frase: “Ao contrário de algumas pessoas, a Belvedere desce sempre suavemente”.

 

As críticas não demoraram a invadir as páginas do facebook e twitter da marca, onde foi colocada a imagem, e a campanha esteve menos de uma hora online antes de ser retirada. Em causa, estava a perigosa semelhança da imagem com uma cena de abuso sexual.

 

“Este humor de rapaz de fraternidade foi um terrível erro de julgamento de alguém no departamento de marketing da Belvedere dada a falta de piada em geral de anedotas sobre violações, agravada pela [falta de] sensibilidade em relação ao papel que o álcool desempenha nos abusos sexuais”, argumentou a jornalista da Forbes, Kashmir Hill.

 

Depois de retirado o post, a empresa emitiu um curto pedido de desculpas: “Pedimos desculpa aos fãs que se sentiram ofendidos pelo nosso recente tweet. Continuamos a advogar que se beba de forma segura e responsável”.

 

Mas a forma superficial como a empresa lidou com o caso veio trazer mais críticas, já que muitos sentiram o comunicado como um falso pedido de desculpas que colocava a culpa do lado dos próprios seguidores por não serem capazes de entender a piada.

 

“Fascinada com a desculpa de não-desculpa da Belvedere Vodka que parece assumir que a maioria dos seus clientes pensam que a violação é incrível”, escreveu uma utilizadora do Twitter, ou “FALHANÇO. Nunca mais toco num dos vossos produtos”, escreveu um outro utilizador.

 

A empresa acabou por emitir um comunicado, nessa noite: “Infelizmente, hoje foi feito um posting no Facebook e Twitter que ofendeu muitos dos nossos fãs e seguidores – e até as pessoas que trabalham aqui na Belvedere. O post é absolutamente inconsistente com os nossos valores e crenças e para além de removermos o post ofensivo estamos decididos a assegurar que algo como isto não volte a acontecer. Como expressão do nosso profundo desapontamento e arrependimento, estamos a fazer um donativo para uma causa de apoio a mulheres. Pedimos desculpa aos nossos fãs e seguidores”.

 

A causa, anunciou a Belvedere entretanto, foi a RAINN – Rape, Abuse and Incest National Network. “É bom ver uma empresa que não só corrige os seus erros mas procura uma forma de fazer o bem, no final”, publicou a RAINN no seu facebook.

 

O que os meios especializados se perguntam, agora, é de que forma este episódio poderá vir a ter influência na imagem da Belvedere. Nos próximos tempos, pelo menos, a marca não se vai livrar da memória de uma piada muito mal conseguida… e de uma polémica mal gerida.

 

Fontes: Time

             Forbes

             Observer



publicado por blatitudes às 12:36 | link do post | comentar

 

Imagine receber um anúncio a guarda-chuvas no telemóvel assim que começa a chover na sua cidade, ou ver o seu telemóvel invadido por publicidade a aparelhos de ar condicionado quando o tempo começa a aquecer… É este o princípio por detrás da tecnologia que, recentemente, a Google patenteou nos EUA.

 

Ainda sem saber se chegará, de facto, a desenvolver esta tecnologia, a Google quis assegurar a patente deste sistema capaz de criar anúncios personalizados para dispositivos móveis consoante o estado do tempo. A tecnologia parte da utilização de sensores que monitorizam as condições meteorológicas, a partir dos próprios dispositivos móveis, e que, depois, enviam essa informação para os servidores da Google que cria e remete anúncios de acordo com esses dados.

 

Entretanto, a tecnologia patenteada pela Google recebeu algumas críticas da parte de defensores da privacidade. Gus Hosein, diretor executivo da Privacy International, acusou a Google de “não estar contente em armazenar vastas quantidades de informação das nossas atividades online, parece que a Google está a tentar começar a explorar também o espaço offline”.

 

 

Fontes: Sol



publicado por blatitudes às 10:37 | link do post | comentar

Sexta-feira, 23 de Março de 2012

 

Dá pelo nome de Bundlr e é mais uma criação made in Portugal a inovar na internet, à semelhança do Bewarket ou do BrandsBreeze.

 

Desenvolvida por Filipe Batista, Sérgio Santos e Pedro Gaspar, o Bundlr combina as funcionalidades de um motor de pesquisa com a potencialidade de uma rede social, permitindo organizar conteúdos e fazer pequisas na internet com base no que outras pessoas, interessadas no mesmo assunto, arquivam.

 

O Bundlr permite agrupar vários tipos de conteúdos, sejam eles vídeos, fotografias, podcasts ou tweets, em “bundles”, pastas virtuais temáticas, que, a partir daí, podem ser seguidas pelos restantes utilizadores. Atualmente, a rede conta já com 10 mil utilizadores sendo que, desses, apenas um em cada quatro são portugueses.

 

O objetivo é que, daqui a três anos, o Bundlr seja já “uma plataforma de pesquisa e descoberta de conteúdos altamente relevante”.

 

 

Fontes: Marketeer



publicado por blatitudes às 09:58 | link do post | comentar

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