Terça-feira, 15 de Maio de 2012

 

Apesar dos protestos que rodearam a chegada da Timeline ao Facebook, os resultados parecem comprovar o sucesso da fórmula aplicada às páginas das marcas.

 

Após analisar as 130 maiores páginas de marcas no Reino Unido, a Sotrender, empresa de análise de tráfego, concluiu que a Timeline gerou um aumento de 13% no envolvimento dos utilizadores do facebook nessas páginas. Segundo a empresa, o nível de interação subiu das 158 para as 173 respostas por publicação, em média.

 

No entanto, nem tudo são rosas no mundo da cronologia. Uma segunda pesquisa, levada a cabo pelo SodaHead, veio anunciar que a mudança parece ainda não ter sido capaz de convencer os utilizadores, principalmente os mais velhos: entre os maiores de 65 anos, apenas 10% gostaram da alteração, contra os 30% registados entre os utilizadores com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos.

 

 

Fontes: Exame



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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

 

 

 

Não é a primeira vez que se aproveitam dejetos de animais para produzir algo novo – mas, que se saiba, é a primeira vez que servem como moeda no mundo da tecnologia.

 

A ideia do sistema Poo WiFi terá surgido no México, como forma de promover um ambiente mais limpo nos parques públicos. Aos donos dos cães, pede-se apenas que depositem os dejetos dos seus amigos caninos no caixote indicado e, em troca, a empresa oferece minutos de navegação Wi-Fi gratuita. Quanto maior a “oferta” mais tempo de Wi-Fi é concedido: segundo o vídeo, 70g de cocó podem equivaler a 20 minutos de internet grátis em todo o parque.

 

 

De acordo com o vídeo, o resultado são pais que empurram filhos no baloiço com um braço enquanto fixam os tablets e jovens que podem caminhar de olhos pregados nos ecrãs. O que, se calhar, é quase inevitável nos dias de hoje, em que o digital é um apêndice cada vez maior dos nossos corpos. 

 

No final, não deixa de ser irónico: embora a ideia possa, de facto, ajudar a manter os espaços verdes mais limpos, com o acesso gratuito à rede Wi-Fi, aparentemente mais ninguém se dará ao trabalho de olhar para eles…

 

 

 

Fontes: Exame Informática

             Popular Science



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Uma imagem da modelo Isabeli Fontana extremamente bronzeada está a gerar indignação na Suécia. Isto porque a fotografia, utilizada para promover a linha de fatos de banho da H&M, estará a criar “um ideal de beleza que pode matar”, critica a Swedish Cancer Society, acrescentando que, anualmente, na Suécia, morrem mais pessoas por causa do cancro de pele do que em acidentes de trânsito.

 

 

 

Esta não foi a única organização a dirigir críticas à nova campanha da cadeia de pronto-a-vestir, levando mesmo a H&M a divulgar um pedido de desculpas público: "Lamentamos se aborrecemos alguém com a nossa recente campanha de linha de fatos de banho. Não foi nossa intenção mostrar um ideal específico ou encorajar um comportamento perigoso, e sim apresentar a nossa nova coleção. Tomamos nota das opiniões e continuaremos a discutir isso internamente antes de futuras campanhas”.

 

No entanto, as críticas não foram suficientes para gerar uma mudança na campanha da H&M que mantém a imagem no seu site

 

 

Fontes: Exame



publicado por blatitudes às 10:16 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

 

Brevemente (provavelmente, dentro de apenas alguns dias), todos os utilizadores do Facebook poderão partilhar ficheiros com os outros membros dos grupos em que estejam inseridos sem, para isso, terem de recorrer a outra plataforma.


A nova funcionalidade permitirá o upload de ficheiros até 25 MB, com a exceção de ficheiros de música e executáveis (.exe). Para prevenir a partilha de ficheiros maliciosos, inapropriados ou com direitos de autor, “os utilizadores podem reportar os ficheiros da mesma forma que o podem fazer relativamente ao restante conteúdo que está no site”, referiu um porta-vos da companhia. Mas, como o Mashable sublinha de forma irónica, é pouco provável que um grupo que partilhe este tipo de ficheiros de forma intencional se denuncie…

 

 

 

 

Fontes: Mashable




publicado por blatitudes às 11:53 | link do post | comentar

 

 

Dentro de 4 anos, a LBA (location-based advertising) deverá representar 28,3% de toda a receita de publicidade móvel. As conclusões são de um relatório da Berg Insight onde se prevê que os valores deste mercado passem dos 192 milhões de euros, em 2011, para os 4,9 mil milhões de euros em 2016. “Isto significa que a LBA passará a representar mais de 4% da publicidade digital, ou 1% da publicidade total em todos os media”, explica o Mobile Cloud.

 

A LBA integra o mobile advertising com serviços de geolocalização, permitindo, entre outros exemplos, que uma pessoa que esteja a passar perto de determinada loja receba no seu telemóvel descontos para utilizar nessa loja. “Segmentar através da localização em combinação com outros fatores de segmentação comportamentais e contextuais aumenta grandemente a relevância da publicidade móvel”, continua o Mobile Cloud.

 

A notícia surge na mesma altura em que, em Portugal, são noticiadas grandes quebras nos investimentos publicitários na televisão. De acordo com o Correio da Manhã, este ano a RTP deverá perder 20,4 milhões de euros em publicidade, em relação a 2007. Também as estações privadas têm tido dificuldade em reter o investimento publicitário: segundo o Económico, “só em receitas de publicidade, as donas das duas televisões privadas portuguesas perderam 11 milhões de euros, no primeiro trimestre, face ao homólogo de 2011”.

 

Para além da crise, os media tradicionais debatem-se, também, com o surgimento dos novos media que, contrariando a tendência dos primeiros, têm vindo a tornar-se cada vez mais apelativos para os publicitários, apresentando um crescimento contínuo do investimento publicitário.

 

 

Fontes: Mobilepedia 

             Mobile Cloud Summit 

             Económico 

             Correio da Manhã

 



publicado por blatitudes às 10:49 | link do post | comentar

Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

 

 

Nem todos terão a paciência necessária para percorrer a totalidade do “Website Mais Profundo do Mundo”, mas sejamos francos: a ideia é excelente.

 

Foi desta forma que a Ogilvy da Ucrânia se lembrou de promover a água mineral Borjomi, captada a partir de uma fonte vulcânica que tem origem 8km debaixo da terra. O resultado é um site que permite que os internautas façam scroll down durante “8 mil metros” enquanto vão sendo informados da profundidade a que estão situados, da velocidade da descida, do tempo gasto na brincadeira, de quantas pessoas se encontram no mesmo lugar e ainda o tipo de solo encontrado naquela fase. Para além disso, há ainda algumas curiosidades que vão surgindo durante o caminho, como quando cruzamos a marca dos 2,72m e somos informados de que “Esta é a altura de Robert Wadlow – o homem mais alto registado na história”. E porque percorrer 8 mil metros não é tarefa para um dia, o site permite ir guardando o progresso da descida no facebook.

 

No final, segundo consta, os mais persistentes podem deixar a sua assinatura na marca dos 8km e... pronto. Absurdo mas estranhamente viciante. Giro.

 

 

 

Fontes: Creativity Online



publicado por blatitudes às 12:00 | link do post | comentar

Terça-feira, 8 de Maio de 2012

 

 

 

O Google+ anunciou aquele que poderá vir a ser um dos seus maiores trunfos na luta pelo primeiro lugar nas redes sociais: a possibilidade de fazer streaming ao vivo no Google+ e, em simultâneo, no YouTube ou nos seus canais de partilha de vídeos.

 

A funcionalidade Hangouts On Air, que até agora só estava disponível para alguns membros da rede social, como will.i.am ou Barack Obama, já foi alargada a mais utilizadores e deverá começar a ser disponibilizada, de forma gradual, a todos aqueles que possuam conta no Google+. A decisão de não disponibilizar o serviço de imediato a todos os utilizadores deve-se ao receio de que, dessa forma, os servidores da rede pudessem entrar em colapso.

 

Durante a transmissão do vídeo, um contador estará ativo, em permanência, para detetar o número de espetadores online. Após a transmissão, o vídeo é automaticamente adicionado ao YouTube e publicado no Google+.

 

 

             Tecmundo


publicado por blatitudes às 11:09 | link do post | comentar

 

Agir pode salvar vidas. E foi para despertar as pessoas para essa realidade que o National Centre for Domestic Violence (NCDV) lançou a campanha interativa “Drag Him Away”.

 

Na estação de Euston, em Londres, os transeuntes eram confrontados com as imagens de um homem a agredir verbalmente uma mulher, num enorme ecrã. Junto das imagens, uma mensagem apelava: “Use o seu telefone para parar isto agora. Afaste-o em ncdv.org.uk/stop”. Acedendo ao site da NCDV, era possível afastar o agressor da vítima com um simples arrastar do dedo no ecrã do telefone – gesto esse que se repetia nos ecrãs gigantes colocados na estação.

 

“Uma injunção irá afastar uma vítima do seu agressor”, lia-se, à medida que o agressor se afastava ao longo de vários ecrãs, ficando bem longe da mulher.

 

Uma chamada de ação impactante, cuja criatividade e desenvolvimento foram da responsabilidade da Grand Visual.

 

 

 

Fontes: Exame Informática



publicado por blatitudes às 10:36 | link do post | comentar

Segunda-feira, 7 de Maio de 2012

 

Chama-se Storify e, como o nome indica, o objetivo desta plataforma é ajudar os utilizadores a contar histórias na era das redes sociais.

 

A startup, lançada em 2010 na versão beta e com acesso limitado a apenas alguns membros, alargou-se ao público em geral em abril de 2011 e, segundo o seu co-fundador, Burt Herman, atualmente já é utilizada por 22 dos 25 maiores sites noticiosos dos EUA. Números a que se juntam marcas de peso, como a Dell, General Electric, IBM, Adobe, Virgin America ou a Samsung.

 

Mas o que é, afinal, que torna o Storify, ferramenta ainda pouco conhecida entre nós, tão atraente?

 

Basicamente, a plataforma permite agregar, de forma muito simples, todo o tipo de conteúdos sobre um tópico, apresentando os resultados de uma forma muito clean e fácil de consumir. “O Storify deixa-te gerir as redes sociais de modo a construir histórias sociais, reunindo os media espalhados pela Web para desenvolver uma narrativa coerente. Estamos a construir a camada da história sobre as redes sociais, para amplificar as vozes que interessam e criar um novo formato de media que é interativo, dinâmico e social”, explica o site.

 

 

Por outras palavras, o que o Storify faz é possibilitar que vídeos, imagens, tweets e outros conteúdos sobre um mesmo tema se combinem, de modo a construir uma história digital o mais completa possível. Mas “uma história Storify é mais que uma simples coleção de elementos dos media sociais. É também a tua oportunidade de dar um sentido àquilo que reuniste. Podes escrever uma manchete, uma introdução e inserir texto em qualquer espaço da tua história. Podes acrescentar cabeçalhos, hyperlinks e texto formatado. Constrói uma narrativa e proporciona um contexto aos teus leitores”.

 

 

Outra vantagem do Storify é que as histórias construídas nesta plataforma podem ser incorporadas em qualquer lugar. A isto, junta-se o seu potencial viral, já que a plataforma torna muito simples notificar todas as pessoas que são citadas na história: “estes links têm uma altíssima probabilidade de serem partilhados nas redes sociais e gerarem uma resposta”.

 

O objetivo do Storify, agora, é capitalizar o seu crescente número de leitores: para isso, a plataforma anunciou que irá aumentar a capacidade que os leitores têm de comentar ou partilhar os elementos dentro de uma história Storify em várias redes sociais, incluindo Twitter, Facebook, Pinterest, LinkedIn e Google+, bem como através de email.

 

 

 

Fontes: Adweek



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Quinta-feira, 3 de Maio de 2012

 

 

Para a Google, Pete Kistler era um traficante de droga. E, por isso, outro Pete Kistler, estudante acabado de sair da universidade, perdeu uma oportunidade de estágio. A história parece incrível, mas Kistler – o bonzinho, não o traficante com o mesmo nome– assegura que foi isso que o motivou a fundar o BrandYourself, em conjunto com dois amigos.

 

 

“Odiávamos que as empresas de reputação mistificassem propositadamente o processo de SEO, fazendo os seus clientes sentirem-se aprisionados. Odiávamos que estas firmas cobrassem em excesso aos clientes por algo que eles poderiam fazer facilmente em casa se simplesmente tivessem uma plataforma que os ensinasse e lhes permitisse fazê-lo.”

 

Assim, nasceu a BrandYourself. O objetivo? Permitir que qualquer pessoa pudesse controlar os seus próprios resultados de busca. E lutar para que mais nenhum Pete, Pedro ou Pierre ficasse sem estágio por causa de alguém com o mesmo nome envolvido em negócios ilícitos.

 

Para usufruir dos serviços da BrandYourself, basta criar uma conta no site e escolher quais os links que deseja ver associados ao seu nome em primeiro lugar, quando alguém o pesquisa no Google. Depois, pode utilizar as ferramentas oferecidas pelo site para melhorar os seus resultados e monitorizar a evolução dos seus links no ranking da Google, criar um perfil novo através do site, para máximo controlo (a BrandYourself diz que 80% dos seus perfis aparecem na primeira página do Google em apenas duas semanas) e até perceber quem pesquisou o seu nome nos últimos tempos.

 

Importa acrescentar que o registo no site é gratuito, sendo que as ferramentas básicas estão todas acessíveis a custo zero. 

 

 

 

Fontes: Dinheiro Vivo



publicado por blatitudes às 17:03 | link do post | comentar

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