Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012




Trabalhar com uma conta como a Old Spice não é para qualquer um: basta olhar para as últimas campanhas da marca para perceber que, no mínimo, é preciso uma certa dose de loucura e criatividade. Precisamente o tipo de loucura e criatividade que a Wieden + Kennedy, a agência responsável pela conta da Old Spice, procura nos candidatos a estregas sociais da marca.

 

Assim, entre 29 de outubro e 5 de novembro, os aspirantes a estregas sociais têm de completar um ou mais dos desafios baseados na Internet lançados pela Wieden + Kennedy, e apresentar provas do sucesso desses desafios na forma de uma apresentação de um case study. Entre os desafios, estão ações a ser completadas no YouTube, Facebook, Twitter, Pinterest, Reddit e até num site de receitas.

 

No anúncio de emprego, a Wieden + Kennedy esclarece, também, que estas provas têm de ser completadas sem nunca mencionar a Old Spice ou a agência nem o facto de estar a concorrer a um concurso para conseguir um emprego na Wieden + Kennedy.

 

Os interessados podem consultar a lista completa de desafios aqui.

 

 

 

Fonte: Adweek



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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

 

A Samsung registou lucros recorde no terceiro trimestre de 2012, com um resultado líquido de cerca de 4,36 mil milhões de euros – um crescimento de 91% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os bons resultados têm sido explicados com o lançamento do Samsung Galaxy S III em maio, bem antes do lançamento do iPhone 5, o seu concorrente mais direto, em setembro.

 

Mas a Samsung não está sozinha: também a Apple viu os seus lucros crescerem 24% em relação ao período homólogo do ano anterior, totalizando um valor de 6,37 mil milhões de euros.

 

Ainda assim, pelo terceiro trimestre consecutivo, a Samsung consolidou a sua liderança no mercado dos smartphones. A empresa sul-coreana vendeu 56,9 milhões de equipamentos no terceiro trimestre de 2012, o que representa uma quota de mercado mundial de 35%. Por seu lado, a Apple ficou-se pelos 26,9 milhões de unidades, ocupando uma quota de mercado de 17%. Porém, ambas as empresas estão cientes de que, com o iPhone 5 a entrar para as contas do último trimestre do ano, os resultados poderão ser muito diferentes.

 

 

Fontes: Marketeer



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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012

 

A SlapshData já divulgou a lista das piores passwords deste ano. A lista, publicada todos os anos pela empresa que desenvolve aplicações de gestão de passwords, tem algumas alterações em relação a 2011, mas o top 3 mantém-se inalterado: password, 123456 e 12345678 continuam a ser as palavras-chave mais usadas no mundo.

 

Entre as novidades do top25, estão palavras como “jesus”, “ninja”, “mustang”, “password1” e “welcome”.

O CEO da SplashData sublinhou, à Time, que todas as contas de um utilizador devem ter diferentes passwords e que a forma mais simples de se lembrar se todas elas é utilizando frases em vez de palavras, como por exemplo “cão come ossos”, ligando as palavras através de sinais de pontuação como hífenes ou pontos finais.

 

Top 25:

1. password
2, 123456
3. 12345678
4. abc123
5. qwerty
6. monkey
7. letmein
8. dragon
9. 111111
10. baseball
11. iloveyou
12. trustno1
13. 1234567
14. sunshine
15. master
16. 123123
17. welcome
18. shadow
19. ashley
20. football
21. jesus
22. michael
23. ninja
24. mustang
25. password1

Fontes: Time


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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

 

Pouco tempo depois do suicídio de Amanda Todd ter reacendido o debate acerca de segurança online e cyberbullying, sobretudo no caso dos jovens, um estudo da Internet Watch Foundation vem sublinhar a necessidade de proteger e esclarecer os mais novos acerca dos perigos da internet.

 

Entre os jovens, é cada vez mais comum a troca de mensagens de cariz sexual, muitas vezes incluindo fotografias ou vídeos de si mesmos em situações comprometedoras. E, de acordo com o IWF, já existe uma verdadeira indústria de “sites parasitas” que se alimentam destes conteúdos, espalhando-os vezes sem conta.

 

Ao longo de quatro semanas, a IWF analisou mais de 12 mil imagens e vídeos publicados online, em sites e redes sociais, e concluiu que 88% desses conteúdos já estavam difundidos nos sites parasitas.

 

As consequências ultrapassam as barreiras do online, como a história de Amanda Todd mostrou. Em alguns dos casos observados, as imagens são associadas aos nomes reais dos jovens, acabando por ser facilmente encontradas através de pesquisas em motores de busca. “Há uma imagem explícita que tirei quando era mais nova, aos 15 ou 16 anos, e que nunca publiquei na internet… Aparece na primeira página de motores de busca quando pesquisam pelo meu nome, o que pode pôr em risco qualquer futura carreira que eu queira seguir ou estragar a minha relação com a minha família e amigos, caso se deparem com ela”, referiu uma rapariga, no âmbito do estudo.

 

E por mais mecanismos de segurança que se instalem, nada pode ser mais seguro que a consciencialização dos jovens: “Precisamos que os jovens entendam que, assim que uma imagem ou vídeo são colocados online, nunca mais serão capazes de os remover completamente”, concluiu Susie Hargreaves, a CEO da IWF.

 

 

Fontes: Exame Informática 

             Tech Crunch 

             Daily Tech



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Terça-feira, 23 de Outubro de 2012

 

As marcas contam, a partir de agora, com uma nova forma de se apresentarem no Facebook: as Global Pages. Graças a este novo recurso, as marcas com presença internacional passam a poder, na mesma página, disponibilizar conteúdos específicos de região para região.

 

Assim, em vez de ter os fãs espalhados por diversas páginas, as marcas podem concentrar todos os likes num mesmo espaço, sendo que elementos como o idioma, imagem de perfil, capa, posts e tabs são definidos de acordo com a região onde o utilizador se encontra. No entanto, também é possível aceder às restantes versões da página através de um menu paralelo – como já acontece, por exemplo, com as páginas da Dove e do Kit Kat, duas das primeiras marcas a acederem a este recurso, e com a página Facebook Marketing.

 

 

Fontes: Marketeer

             IDG Now!

             

 



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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012

 

 

O portal de avaliações Yelp começou a publicar mensagens de aviso nos perfis de oito negócios que terão sido apanhados a comprar avaliações.

 

As mensagens, que incluem um link onde é possível visualizar as provas de que estes negócios estariam a tentar aumentar a sua popularidade no site de forma desonesta, vão continuar visíveis durante três meses e são, no mínimo, embaraçosas e, no máximo, podem arruinar a credibilidade de quaisquer avaliações reais que estes negócios já tenham recebido ou venham a receber.

 

 

Segundo o New York Times, o Yelp terá conseguido identificar estes negócios graças a uma operação em que um dos seus empregados fingiu ser um avaliador e respondeu aos pedidos colocados no Craiglist.

 

“Uma companhia de controlo de pragas oferecia 5 dólares a quem publicasse uma avaliação que tinha sido escrita pela própria empresa. Uma companhia de mudanças estava disposta a pagar 50 dólares, mas queria um texto original. Uma loja de reparação de eletrodomésticos dava o início do texto: “Eu gostei imenso da pontualidade do serviço, o problema foi resolvido, limparam tudo no fim e foram muito profissionais. Por favor acrescente 50 ou mais palavras”, sugeria a loja. Pagavam 30 dólares.”, resume o artigo do NY Times.

 

Para além de qualquer julgamento ético, a história prova o quão valiosos podem ser, atualmente, os espaços de avaliação online. Embora seja difícil controlar a veracidade das avaliações, a Yelp está decidida a tentar manter o site o mais honesto possível e já anunciou que, caso encontrem mais casos como estes, irão publicar mensagens de aviso nos perfis dos negócios em questão.

 

 

Fontes: Search Engine Land



publicado por blatitudes às 12:29 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18 de Outubro de 2012

 

 

Na última semana, Amanda Todd passou de uma adolescente de 15 anos, praticamente desconhecida pelo mundo, a um símbolo da luta contra o cyberbullying. Perseguida online por um desconhecido durante três anos, Amanda suicidou-se, no dia 10 de outubro, depois de deixar no Youtube um vídeo onde contava a sua história e dava conta do desespero em que se encontrava.

 

 

O pesadelo de Amanda Todd começou quando tinha 12 anos e, num gesto irrefletido que alteraria por completo a sua vida, mostrou o peito a um desconhecido através da webcam. A decisão de Amanda pode ser chocante – mas a verdade é que a troca de mensagens de teor sexual, incluindo imagens e vídeos, é uma tendência crescente entre crianças, algumas delas ainda demasiado novas para discernir, sequer, o verdadeiro significado de um gesto destes. Em 2008, uma investigação conduzida nos EUA concluiu que 20% dos jovens entre os 13 e os 19 anos já enviaram (via internet ou telemóvel) ou colocaram online fotos ou vídeos em que apareciam sem roupa. No caso das meninas entre os 11 e os 16 anos, a percentagem era de 11%.

 

No caso de Amanda, esse momento foi preservado pelo seu suposto “amigo” para chantagear a jovem: ou Amanda se despia novamente ou ele espalhava a sua imagem online. Amanda não cedeu – o perseguidor também não. Durante três anos, mesmo depois de mudar de escola, Amanda foi perseguida por este homem que parecia conseguir sempre encontra-la e divulgar a imagem daquele momento junto dos seus novos amigos. Na internet, chamavam-lhe nomes, na escola, riam-se dela e batiam-lhe. Os próprios colegas de Amanda ajudaram o pedófilo, ao passarem a imagem entre eles, vezes e vezes sem conta.

 

Três anos depois, Amanda não aguentou mais. O aconselhamento psicológico que estava a receber e os esforços da mãe não foram suficientes: Amanda enforcou-se, dia 10 de outubro. Mesmo assim, as ofensas não pararam: nas páginas criadas para homenagear e chorar a jovem, houve quem publicasse comentários tão cruéis como “enforcou-se? Não sabia que era assim que as vacas morriam.”

 

Mas algo mudou, entretanto. E Amanda Todd pode vir a mudar para sempre a forma como a internet se insere nas nossas vidas. No espaço de uma semana, o debate em torno da história de Amanda Todd tornou-se um dos temas centrais da internet: Facebook, Twitter, blogs, jornais online e fóruns encheram-se de pais e jovens preocupados com a facilidade com que a internet protege os agressores e permite espalhar a violência. Os conselhos e dicas para proteger as crianças do cyberbullying multiplicaram-se. Até o coletivo Anonymous se envolveu na história de Amanda, divulgando online uma série de informações acerca do responsável pelas imagens que destruíram a vida da jovem canadiana e assegurando que o culpado será punido – embora a polícia já tenha referido que há pelo menos mais dois homens que utilizam o mesmo nome online e emails semelhantes e que por isso as informações prestadas pelo Anonymous não são certas.

 

Embora não tenha conseguido evitar a morte da filha, Carol Todd espera, agora, que a história de Amanda possa ajudar outros pais e crianças nesta situação:

 

“A Amanda queria contar a história dela para ajudar outras crianças. Eu quero contar a minha história para ajudar os pais, para que eles possam estar alerta e possam ensinar aos seus filhos o que é certo e errado e como podem estar seguros online (…) Perdi uma criança, mas sei que ela queria que a sua história salvasse outras mil”.

 

 

Fontes:

            Dinheiro Vivo 

            Daily Mail 

            Vancouver Sun 

            CBC News

            



publicado por blatitudes às 15:41 | link do post | comentar | ver comentários (10)

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

 

É difícil para uma marca com quase 5 mil seguidores responder de forma personalizada a cada contacto que é feito através do facebook – mas é também para isso que servem as redes sociais. E, por vezes, é dessa partilha com o público que surgem as melhores oportunidades para uma marca assumir uma personalidade e estabelecer uma ligação com a audiência.

 

Foi o que aconteceu com a Bodyform, uma marca de produtos de higiene feminina, que foi confrontada, no passado dia 8 de outubro, com um post humorado de um homem que reclamava contra a ilusão vendida nos seus anúncios.

 

“Olá, como homem tenho de vos perguntar porque é que nos mentiram durante todos estes anos. Quando era criança, via os vossos anúncios com interesse e, vendo como neste incrível período do mês as mulheres conseguiam desfrutar de tantas coisas, sentia-me um pouco invejoso. Quer dizer, elas andavam de bicicleta, montanhas russas, dançavam, saltavam de para-quedas, porque é que eu não podia desfrutar deste tempo de diversão e de “água azul”? Maldito pénis!! Então arranjei uma namorada, estava muito feliz e mal podia esperar pela chegada desta época maravilhosa do mês… mas vocês mentiram!! Não havia diversão nenhuma, nenhuns deportos radicais, nenhuma água azul sobre abas e nenhuma banda sonora no fundo, oh não não não. Em vez disso, tinha de lutar contra os meus instintos masculinos e contra a vontade de gritar enquanto a minha namorada mudava da pessoa carinhosa, gentil e com um tom de pele normal para a miúda do exorcista com veneno adicional e uma rotação de cabeça de 360 graus.”

 

O post de Richard Neil não passou despercebido, tendo, até ao momento, gerado mais de 87 mil gostos e uma resposta igualmente humorada da Bodyform.

 

Num vídeo publicado dia 16, a CEO imaginária da marca pede desculpas a Richard e assume: “Acho que é altura de pormos tudo em pratos limpos. Nós mentimos-te, Richard, e queremos pedir desculpas. Desculpa.” Depois de explicar que todas as cenas dos anúncios em que as mulheres aparecem a praticar uma variedade de atividades não passam de metáforas, a CEO termina o vídeo libertando um pum: “Oh, desculpa Richard. Também não sabias que fazíamos isto, pois não?”

 

 

Em apenas um dia, o vídeo totalizou mais de 174 mil visualizações no Youtube e centenas de pessoas deram os parabéns à marca pela original reação. Mesmo que a resposta não venha a ter reflexo nas vendas, uma coisa é certa: para muita gente, a Bodyform passou de apenas mais uma marca de pensos para um nome reconhecido pela sua personalidade divertida e cativante. E isso, como as marcas sabem, faz uma imensa diferença.

 

 

Fontes: Adweek



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Terça-feira, 16 de Outubro de 2012


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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

 

Um jovem hacker, conhecido como “Pinkie Pie”, recebeu mais de 46 mil euros depois de descobrir uma falha de segurança no Google Chrome. O prémio foi atribuído pela própria Google, no âmbito do evento “Hack in the Box”.

 

Embora seja identificado como “um adolescente”, não é a primeira vez que Pinkie Pie recebe um prémio por ajudar a Google. Em março, o hacker, cujo pseudónimo remete para uma das personagens da série infantil “Pequenos Póneis”, já tinha descoberto seis falhas no Chrome, o que lhe valeu  o prémio máximo da Google.

 

Segundo o Tech Crunch, a Google ainda tem reservado perto de um milhão e meio de euros destinados a premiar aqueles que encontrarem problemas no seu navegador. 

 

 

Fontes: Exame

             Daily Mail



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