Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010

Nas últimas décadas temos assistido, um pouco por todo o ocidente, a um crescimento económico assinalável do chamado sector terciário em detrimento da indústria. Contudo, assim como os produtos produzidos industrialmente, também os serviços devem ter um design, o qual deve ser gerido e rentabilizado da melhor forma.

O design de serviços pode ser tanto tangível como intangível, envolvendo artefactos e outros meios, como comunicações, ambientes e comportamentos. Seja qual for a forma que tomar, este deve ser, acima de tudo, coerente correctamente  planeado e de fácil aplicação. O design de serviços e a sua gestão é, frequentemente, planeado e implementado de forma incorrecta, por isso, uma empresa que seja bem sucedida a esse nível, poderá, facilmente, obter aí uma vantagem competitiva nos agressivos mercados actuais.

 

Gestores e organizações que já utilizaram esta ferramenta de trabalho admitem que a mesma poderá resultar numa satisfação redobrada dos seus clientes, maior controlo da sua oferta e ainda mais lucros.

Sendo hoje a inovação uma palavra chave para qualquer negócio, pode ser determinante entender que a inovação pode ocorrer em todos os níveis do ciclo de vida de um produto, especialmente ao nível do serviço, uma vez que aí a relação com o consumidor pode ser estabelecida de forma mais directa (logo mais eficaz).

Por esse mesmo motivo é de destacar também a sua facilidade da implementação uma vez que, ao contrário da produção, o design de serviços não implica a alteração de complexas infra-estruturas de fabrico.

Uma prova evidente da mais valia do design de serviços é o facto dos emergentes cursos de Gestão e Negócios estarem a incluir nos seus programas módulos que ensinam a gerir bens e produtos ao nível do design de serviços, considerando-o, assim, como uma componente natural do próprio design.


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publicado por blatitudes às 15:27 | link do post | comentar

1 comentário:
De ... a 4 de Agosto de 2010 às 16:01
Tenho acompanhado diversas discussões, bastante acesas, sobre a definição de Design Thinking e eu considero a maioria dessas discussões uma perda enorme de energia fundamental. Se decidir investir no fazer, metade dessa energia que gasta em explicar, posso garantir-lhe que grande parte dos seus problemas de comunicação fica resolvido.
Parte fundamental do Design Thinking é o conceito de "show, don't tell" e é nesse ponto que muitos designers tem pecado fundamentalmente.
Primeiro porque, designers são excelentes "doers" mas não necessariamente excelentes "talkers". No quesito "contar histórias" os accounts possuem uma vantagem crucial em cima dos designers, com uma linguagem mais direccionada ao negócio e uma abordagem mais vendedora para suas ideias.
O que eu quero dizer com isso é: Antes de você explicar a alguém na sua empresa que o design deveria estar mais envolvido em todos os processos e não apenas nas fases finais, pergunte se estará à altura do desafio, se possui um entendimento profundo dos modelos de negócio da empresa e a linguagem correcta, para que as suas opiniões possam valer numa discussão na sala de reuniões na qual o marketing e outros departamentos estarão preparados para contribuir.
Se a resposta for não, quem está a tratar o Design como fútil, na verdade...quem é?


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