Sexta-feira, 18 de Março de 2011

 

Há dois tipos de falhanço numa agência, para Curt Hanke, fundador e account diretor da agência criativa Shine: os bons e os maus. E se os primeiros são aqueles que nos podem ajudar a aprender e melhorar o nosso trabalho, já os segundos, segundo Hanke, podem ser evitados recorrendo a três práticas básicas.

 

A informação certa

“É incumbência da agência fazer as perguntas certas”, começa Hanke. Segundo ele, cabe à agência compreender as dinâmicas em jogo, conduzir o diálogo e definir a “«caixa certa». Isto significa arregaçar as mangas para ter a certeza de que, antes de se fazerem quaisquer recomendações estratégicas ou ordens de marcha, fomos verdadeiramente exaustivos nos nossos esforços para definir o campo de jogo certo.” Por outro lado, continua, também cabe ao cliente providenciar a informação certa – detalhada, compreensível e explícita – acerca do que sabem (e do que não sabem), e garantir total acesso a tudo o que a agência necessita.

 

Numa palavra: Foco

“Numa dinâmica cliente-agência tem de existir um líder.” Para Hanke, este líder tanto pode ser a agência, ao definir uma visão para o futuro e ajudando ambas as partes a atingi-la, ou o cliente, ao defini-la e pedindo à agência que os ajude a chegar lá. “Mas não pode não ser um deles. E, certamente, não podem ser ambos.” Hanke explica que isto não significa que não deva existir colaboração durante este processo de planeamento, criação e gestão da comunicação de uma marca, mas é necessário que uma destas partes assuma a liderança e, com ela, a responsabilidade e autoridade: um “decisor”, capaz de definir uma direção fundamental e ajudar todas as partes a moverem-se nessa mesma direção.

 

Confiança

“Não é possível ter uma relação efetiva sem a existência de algum tipo de confiança. Ponto final. Se queremos evitar o «mau falhanço» temos de ter uma relação honesta e aberta.” Hanke diz que esta confiança deve existir em cada elemento da relação, baseada na ideia de um trabalho de equipa.

 

 

“O facto é que, quando olho para todos os «maus falhanços» da minha carreira (…) todos eles se resumem basicamente a um falhanço numa destas três áreas-chave.", conclui Curt Hanke neste artigo de opinião. "Por isso, vamos fazer as perguntas certas, trabalhar arduamente para criar e manter um compasso consistente e suportável e construir o tipo de relação que leva ao sucesso ou, no mínimo, ao tipo de «bom falhanço» que é, simplesmente, um custo de entrada na profissão que escolhemos.”

 

 

Pode ler o texto completo de Curt Hanke aqui.

 

*Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico



publicado por blatitudes às 16:56 | link do post | comentar

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