Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

 

 

 

A Primavera Árabe não mudou só o mundo – mudou, também, a forma como vemos o mundo.

 

Não há dúvida que, desde aí, parte das revoluções sociais ocorre online. Com as redes sociais, os protestantes ganharam um espaço onde a organização se processa em segundos, onde as notícias que as televisões não transmitem chegam a todo o mundo com um simples premir de botão e onde a voz de cada um, num mundo de milhares de milhões, pode ser ouvida sobre a multidão, mesmo a muitos quilómetros de distância – para o melhor e o pior.


Outro tipo de ataque emergiu, também, e aqui o grupo Anonymous assume o papel principal: o hacktivismo. Nunca o mundo tinha assistido a ataques virtuais em tão grande escala, por parte de um grupo de cidadãos anónimos cuja dimensão ninguém conhece ao certo, até porque não há, como o grupo refere, qualquer tipo de “inscrição”. Defensores da liberdade de informação, o grupo tem concentrado os seus esforços em múltiplas direções: sites governamentais, instituições financeiras, páginas de empresas e, até, servidores acusados de alojar pornografia infantil.

Durante a Primavera Árabe, foram frequentes os ataques aos sites oficiais de países como a Tunísia, Egito e Líbia.

 

Agora, o Anonymous divulgou centenas de emails do presidente sírio Bashar al-Assad, à frente do país que, desde março do ano passado, tem vindo a registar confrontos entre governo e oposição, fazendo da revolução síria uma das mais mortais de toda a Primavera Árabe, com mais de 5400 mortos.


Curiosamente, várias contas do presidente sírio e da sua equipa (31 das 78 contas acedidas) partilhavam a mesma password: e uma password tão fácil de adivinhar que até uma criança seria capaz de aceder aos documentos aí armazenados (se conseguisse aceder ao servidor primeiro) – 12345.


Entre os emails divulgados, está um do porta-voz da Síria nas Nações Unidas onde aconselha o presidente quanto à forma de manipular os americanos durante uma entrevista:“É muito importante mencionar que foram cometidos “erros” no início da crise porque não tínhamos uma “força policial” bem organizada. A psyche americana pode ser facilmente manipulada quando ouvem que foram cometidos “erros” e que os estamos a “resolver”. Também vale a pena mencionar aquilo que está a acontecer em Wall Street e a forma como os protestantes estão a ser suprimidos pelas forças policiais, pelos cães da polícia e através da força”.

 

 

Fontes: Mashable

 



publicado por blatitudes às 12:13 | link do post | comentar

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