Quinta-feira, 26.01.12

 

 

As redes sociais podem ser maravilhosas para as marcas, permitindo chegar a milhões de pessoas, num instante, a custo zero. Por isso, quando as campanhas sociais correm bem, correm mesmo muito bem. O problema é que o mesmo se aplica quando as coisas não resultam como era previsto – e quando correm mal, correm mesmo muito mal.

 

Não faltam exemplos de campanhas nas redes sociais que levaram marcas ao desespero. O mais recente pertence à McDonald’s e transformou aquilo que deveria ser uma oportunidade de mostrar o lado mais saudável e humano da cadeia de fast food num verdadeiro repertório de histórias de terror.

 

Tudo começou no dia 18 de janeiro, quando a McDonald’s lançou uma série de tweets, no seu perfil, com a hashtag #MeetTheFarmers, onde apresentava as histórias e as pessoas por detrás dos vários ingredientes que compõem o seu menu: Frank e as suas batatas, Dirk Giannini e as alfaces e Steve, o fornecedor de carne. 

 

Até aqui, tudo bem. O problema surgiu quando, mais tarde no mesmo dia, a McDonald’s iniciou uma segunda série de hashtags, desta vez #McDStories.

 

Foi quanto bastou para, em apenas minutos, o Twitter ser inundado com mensagens com a mesma hashtag. Só que, em vez de clientes satisfeitos, o que a McDonald’s encontrou foi um sem-fim de histórias de terror e comentários muito pouco simpáticos acerca das experiências dos tweeters nos seus restaurantes – incluindo histórias sobre unhas nos hambúrgueres e declarações de quem “preferia comer diarreia” a comer McDonald’s.

 

 

Duas horas depois de a McDonald’s ter colocado o seu primeiro tweet com a hashtag #McDStories, a cadeia percebeu que a campanha estava, basicamente, arruinada. O diretor de social media da McDonald’s acabou mesmo por emitir um comunicado, mais tarde:

“Na quinta-feira passada, planeámos usar duas hashtags diferentes durante uma campanha - #meetthefarmers e #mcdstories. Enquanto #meetthefarmers foi utilizada durante a maior parte do dia com sucesso, a #mcdstories não correu de acordo com o planeado. Retirámos a #mcdstories rapidamente e foi promovida por menos de duas horas. Uma hora depois de tirarmos a hashtag, o número de conversas acerca disso desceu de 1600 para poucas dúzias. Também é importante manter estes números em perspetiva. Houve 72,788 menções ao McDonald’s nesse dia, no total, das quais apenas 2% eram #McDStories.”

 

Mas hoje ainda é possível encontrar tweets fresquinhos com a mesma hashtag e embora a maioria se refira ao pesadelo de RP pelo qual a cadeia passou, ainda há quem a esteja a utilizar para partilhar críticas.

 

As críticas à McDonald’s não são de hoje – e a cadeia vai, certamente, sobreviver. Mas esta é uma lição para todas as marcas: quando pedimos à comunidade para falar, devemos estar preparados para o que vamos ouvir. Nas redes sociais, um único utilizador pode ter tanto peso como uma marca gigantesca – e as marcas têm de aprender isso. Quando lidamos com pessoas, o inesperado faz parte. Acontece. E esta é uma história que nunca devemos esquecer.

 

Fontes: Meios e Publicidade 

             Daily Mail 

             Business Insider    

             Neowin

 

 

 



publicado por blatitudes às 16:27 | link do post | comentar

Quarta-feira, 25.01.12

 

 

 

 

Ainda são poucos aqueles que já conseguiram espreitar, afinal, o que se passa no interior do Wavii, um novo site comunicado como sendo um agregador de notícias que pretende fazer uma espécie de fusão entre as redes sociais, como o Facebook, e os agregadores de notícias, como por exemplo o Google News.

 

Basicamente, o que o Wavii faz é agregar conteúdos recolhidos a partir de toda a internet e mostrá-los aos utilizadores de acordo com os seus interesses, que são definidos tanto pelo utilizador, manualmente, como a partir dos seus “Gostos” no Facebook. É, aliás, através da sua conta do Facebook que o utilizador faz login no Wavii. O resultado é um feed de notícias bastante semelhante ao do Facebook: só que em vez de ter acesso às notícias relacionadas com os seus amigos, o que o utilizador recebe é um feed dos tópicos que mais lhe interessam.

 

Os tópicos de interesse são agregados em categorias verticais – como Tecnologia e Entretenimento, as únicas atualmente disponíveis, embora o Wavii pretenda, em breve, incluir também Política, Desporto, Música, Cidades e Jogos – dentro das quais se encontram os interesses específicos de cada utilizador. O que o Wavii faz, nessa altura, é tentar eliminar a informação desnecessária e pouco útil em torno de cada tópico, “espremendo o sumo” das informações encontradas na internet e reduzindo os artigos aos factos: “Preocupamo-nos com o que aconteceu. Não queremos saber se a aquisição de uma empresa foi a mais aborrecida de sempre, só nos interessa saber que ocorreu essa aquisição”, explica o fundador da Wavii, Adrian Aoun.

 

 

 

O objetivo é tornar o Wavii uma espécie de “Facebook do Google”: “O feed do facebook provou ser a melhor forma de nos ligarmos e estarmos a par do que se passa com os nossos amigos, mas é limitado aos amigos. Os utilizadores também querem ver o resto da informação dessa forma, quer sejam os seus interesses em política, filmes, cidades ou startups. O Wavii permite que sigam tudo o resto (políticos, celebridades, companhias, produtos, etc). Em vez de verem os check-ins, fotos e atualizações do estado civil dos amigos, recebem notícias acerca da aquisição de companhias, trailers de filmes, etc”.

A informação reunida no Wavii vem de mais de um milhão de fontes online, de modo a gerar conteúdo personalizado para os utilizadores. Além disso, o objetivo é também fazer com que cada novo “post” no Wavii funcione como um despoletador de conversas acerca do que se está a passar no mundo, pelo que o site integra, também, uma função de conversação.

 

 

 

 

 

Fontes: Techcrunch



publicado por blatitudes às 12:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.01.12

 

Na pequena cidade brasileira de Epitaciolândia, pertinho da fronteira com a Bolívia, ninguém falava de outra coisa: todos aguardavam, expectantes, a abertura do “Facebook”. Não da rede social, claro: essa, já chegou ao Brasil há muito tempo, fazendo do país o quarto na tabela dos que mais utilizam o Facebook, com cerca de 35 milhões de perfis no final de 2011.


O que os habitantes e vizinhos de Epitaciolândia esperavam era a abertura do bar que, à porta, mostra o nome “Facebook”, com a mesma fonte utilizada pela empresa de Zuckerberg e tudo. A ideia foi de Humbert Camacho, de 30 anos, que decidiu criar um bar onde o conceito do Facebook ganhasse vida, baseado, portanto, na partilha de ideias, aventuras, amizades, festas e fotografias: “o que quisemos fazer foi construir um bar com este conceito, onde as pessoas possam vir e partilhar coisas com os seus amigos, passar uma noite agradável, partilhar imagens, experiências e divertir-se”. Para tornar a experiência ainda mais próxima da rede, o bar terá uma página no Facebook onde os clientes poderão fazer o upload de imagens, em tempo real, mostrando aos outros tudo o que se passa no interior.


Por enquanto, o Facebook ainda não reagiu, mas o melhor é Camacho aproveitar ao máximo os seus cinco minutos de fama enquanto pode…

 

 

Fonte: Guardian



publicado por blatitudes às 12:52 | link do post | comentar

Inicialmente pensadas para mulheres, as máquinas Kodak rapidamente criaram um novo ícone - a rapariga Kodak - que se tornou praticamente inseparável de todas as suas campanhas. Num adeus à Kodak, o Guardian recordou alguns desses momentos.

 

1902
1902
1911
1913
1914
1918
década de 1940
Mais imagens no Guardian

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publicado por blatitudes às 11:05 | link do post | comentar

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