Terça-feira, 15.05.12

 

Apesar dos protestos que rodearam a chegada da Timeline ao Facebook, os resultados parecem comprovar o sucesso da fórmula aplicada às páginas das marcas.

 

Após analisar as 130 maiores páginas de marcas no Reino Unido, a Sotrender, empresa de análise de tráfego, concluiu que a Timeline gerou um aumento de 13% no envolvimento dos utilizadores do facebook nessas páginas. Segundo a empresa, o nível de interação subiu das 158 para as 173 respostas por publicação, em média.

 

No entanto, nem tudo são rosas no mundo da cronologia. Uma segunda pesquisa, levada a cabo pelo SodaHead, veio anunciar que a mudança parece ainda não ter sido capaz de convencer os utilizadores, principalmente os mais velhos: entre os maiores de 65 anos, apenas 10% gostaram da alteração, contra os 30% registados entre os utilizadores com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos.

 

 

Fontes: Exame



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Segunda-feira, 30.04.12

 

 

Qual é um dos maiores trunfos das redes sociais para as marcas? A possibilidade de contactar, diretamente, com as pessoas. Mas, claro, nem sempre é fácil gerir um público de milhares de pessoas, o que faz com que, muitas vezes, os fãs não se sintam recompensados pela sua interação nas páginas das marcas que seguem.

 

Depois de colocar duas adoráveis velhinhas a gerir as suas páginas no Twitter e Facebook, a Kraft Macaroni & Cheese voltou a distinguir-se nas redes sociais. Desta vez, a marca criou um vídeo de agradecimento aos mais de 4600 fãs que fizeram “like” a um dos seus posts no Facebook, mencionando, no vídeo, os nomes de cada um destes fãs.

 

“Adoramos quando gostam dos nossos posts”, justificou a marca, ao publicar o vídeo que provou, mais uma vez, que a Kraft leva muito a sério a tarefa de brincar com os seus fãs.

 

Fontes: Adweek


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Sexta-feira, 23.03.12

 

Dá pelo nome de Bundlr e é mais uma criação made in Portugal a inovar na internet, à semelhança do Bewarket ou do BrandsBreeze.

 

Desenvolvida por Filipe Batista, Sérgio Santos e Pedro Gaspar, o Bundlr combina as funcionalidades de um motor de pesquisa com a potencialidade de uma rede social, permitindo organizar conteúdos e fazer pequisas na internet com base no que outras pessoas, interessadas no mesmo assunto, arquivam.

 

O Bundlr permite agrupar vários tipos de conteúdos, sejam eles vídeos, fotografias, podcasts ou tweets, em “bundles”, pastas virtuais temáticas, que, a partir daí, podem ser seguidas pelos restantes utilizadores. Atualmente, a rede conta já com 10 mil utilizadores sendo que, desses, apenas um em cada quatro são portugueses.

 

O objetivo é que, daqui a três anos, o Bundlr seja já “uma plataforma de pesquisa e descoberta de conteúdos altamente relevante”.

 

 

Fontes: Marketeer



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Quarta-feira, 08.02.12

 

 

 

A Primavera Árabe não mudou só o mundo – mudou, também, a forma como vemos o mundo.

 

Não há dúvida que, desde aí, parte das revoluções sociais ocorre online. Com as redes sociais, os protestantes ganharam um espaço onde a organização se processa em segundos, onde as notícias que as televisões não transmitem chegam a todo o mundo com um simples premir de botão e onde a voz de cada um, num mundo de milhares de milhões, pode ser ouvida sobre a multidão, mesmo a muitos quilómetros de distância – para o melhor e o pior.


Outro tipo de ataque emergiu, também, e aqui o grupo Anonymous assume o papel principal: o hacktivismo. Nunca o mundo tinha assistido a ataques virtuais em tão grande escala, por parte de um grupo de cidadãos anónimos cuja dimensão ninguém conhece ao certo, até porque não há, como o grupo refere, qualquer tipo de “inscrição”. Defensores da liberdade de informação, o grupo tem concentrado os seus esforços em múltiplas direções: sites governamentais, instituições financeiras, páginas de empresas e, até, servidores acusados de alojar pornografia infantil.

Durante a Primavera Árabe, foram frequentes os ataques aos sites oficiais de países como a Tunísia, Egito e Líbia.

 

Agora, o Anonymous divulgou centenas de emails do presidente sírio Bashar al-Assad, à frente do país que, desde março do ano passado, tem vindo a registar confrontos entre governo e oposição, fazendo da revolução síria uma das mais mortais de toda a Primavera Árabe, com mais de 5400 mortos.


Curiosamente, várias contas do presidente sírio e da sua equipa (31 das 78 contas acedidas) partilhavam a mesma password: e uma password tão fácil de adivinhar que até uma criança seria capaz de aceder aos documentos aí armazenados (se conseguisse aceder ao servidor primeiro) – 12345.


Entre os emails divulgados, está um do porta-voz da Síria nas Nações Unidas onde aconselha o presidente quanto à forma de manipular os americanos durante uma entrevista:“É muito importante mencionar que foram cometidos “erros” no início da crise porque não tínhamos uma “força policial” bem organizada. A psyche americana pode ser facilmente manipulada quando ouvem que foram cometidos “erros” e que os estamos a “resolver”. Também vale a pena mencionar aquilo que está a acontecer em Wall Street e a forma como os protestantes estão a ser suprimidos pelas forças policiais, pelos cães da polícia e através da força”.

 

 

Fontes: Mashable

 



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Terça-feira, 07.02.12

O que acontece no Facebook não só fica em todo o lado como, aparentemente, também o pode ficar para sempre. Pelo menos no caso das fotografias.

 

 

É certo que, uma vez colocadas no facebook, todas as imagens podem ser transferidas por outros utilizadores para fins incertos: mas, para além disso, mesmo depois de apagadas, algumas fotografias continuam a estar disponíveis nos servidores da rede. Para aceder às mesmas, basta saber o seu endereço direto.

 

A denúncia foi feita pela primeira vez em 2009, pela Ars Technica, e levou o Facebook a assumir o problema e prometer uma solução para o mesmo. Mas, quase três anos depois, nada mudou: aparentemente, a empresa continua a tentar descobrir uma forma de eliminar de vez as fotos antigas apagadas pelos utilizadores. Segundo o Facebook, estas fotos estão armazenadas num servidor antigo que funcional mal e apenas “uma pequena percentagem de fotos continuam alojadas no velho sistema à espera de serem migradas”. Mas poderá ser, de facto, assim tão difícil?

 

O direito ao esquecimento é um dos temas em debate na revisão da legislação europeia para a proteção de dados. De acordo com esta nova proposta, as empresas que não cumpram a obrigação de retirar completamente da internet os dados apagados pelos utilizadores, serão penalizadas com multas até 2% do seu volume de negócios.

 

 

A segurança online é outro dos temas em destaque hoje graças à divulgação de um estudo levado a cabo pela Microsoft, o Microsoft Computing Safety Índex, que conclui que os portugueses estão dentro da média europeia no que toca a segurança online. Com uma pontuação de 44 pontos em 100, a maioria dos portugueses utiliza um software antivírus (84%) mas não tem quaisquer outros conhecimentos acerca de segurança online. Segundo este estudo, 23% dos utilizadores não tem qualquer noção acerca de como proteger a sua segurança online ou impedir o roubo da mesma e apenas pouco mais de metade (53%) utiliza combinações complexas nas suas passwords (por exemplo maiúsculas e minúsculas, juntamente com números e símbolos).

 

 

 

Fontes: PT Jornal

 

             TeK Sapo 

 

 



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Não é propriamente uma novidade, mas o estudo GlobalWebIndex6 (GWI 6) veio comprovar o que já toda a gente sabe: a importância das redes sociais para as marcas está a crescer.

 

Segundo este estudo, 59% dos utilizadores da internet de todo o mundo visitaram o site de uma marca no último mês e 24% acederam ao seu perfil numa rede social. Curiosamente, é nos mercados emergentes que a preferência pela interação com as marcas via redes sociais é mais acentuada: em países como a Indonésia e as Filipinas, onde a utilização da internet ainda está a emergir, metade dos utilizadores recorreram às redes sociais para visitar perfis de marcas.


O estudo explorou também quais as expectativas dos consumidores que interagem com as marcas através das redes sociais, concluindo que entre as principais motivações estão os descontos, melhor serviço e recomendações personalizadas.


Ao mesmo tempo, o GWI 6 revelou que o e-commerce também continua a crescer – mas, ao contrário de que se passa nas redes sociais, os países emergentes ainda estão longe de atingir os resultados de nações como a Coreia do Sul, Alemanha ou Reino Unido, onde mais de 70% dos utilizadores realizaram compras online no mês anterior ao estudo. A média global situa-se nos 59%.


O GWI 6 foi realizado a partir de entrevistas a 122 mil utilizadores de internet em 27 mercados à escala mundial.

 

 

Fontes: Briefing



publicado por blatitudes às 10:42 | link do post | comentar

Sexta-feira, 03.02.12

 

Apresentamo-vos Molly e Olly.

 

Molly e Olly são dois robôs que interagem, de forma física, com a internet. A ideia partiu de Benjamin Redford, designer da Mint Digital, em Londres.

 

Molly transforma os seus tweets em doces, ao contar quantas vezes eles são “retweetados” e disponibilizando um doce sempre que o número, definido por si, é alcançado. Já Olly transforma as suas notificações online em aromas: pode encher o Olly com qualquer aroma que deseje, como um perfume ou um óleo essencial. 

 

Por enquanto, Molly e Olly são apenas protótipos, mas com a ajuda de todos os interessados poderão, em breve, chegar à sua secretária. 
Como muitos outros projetos, Molly e Olly fazem parte do portefólio do Kickstarter, um site onde os criadores apresentam os seus projetos em busca de financiamento. Não se trata de um investimento ou empréstimo, como o site faz questão de frisar: os criadores mantêm 100% do controlo e propriedade do seu trabalho. O que eles oferecem são produtos e experiências únicas em cada projeto. Para cada um destes projetos, há um objetivo monetário que tem de ser atingido num determinado espaço de tempo.
No caso de Molly e Olly, por exemplo, o objetivo são 35 mil dólares - e devem ser angariados até dia 10 de fevereiro. Neste momento, o projeto conta com 135 financiadores e quase 9 mil dólares. Mas o dinheiro só muda de mãos se o projeto atingir, de facto, a meta estabelecida. Caso contrário, nada acontece. Em troca do financiamento, os "backers" recebem desde um postal (10 dólares) até aos próprios robôs (desde 50 dólares).
No site, há projetos das áreas da música, vídeo, arte, tecnologia, design, gastronomia e publicações, incluindo livros e jogos de tabuleiro, entre tantas outras coisas - e todos os criadores com uma boa ideia são convidados a apresentá-la. 


publicado por blatitudes às 11:35 | link do post | comentar

O que acontece nas redes sociais fica… em todo o lado. Incluindo, como Emily Bunting e Leigh Van Bryen perceberam, nos registos dos agentes federais norte-americanos.

 

 

Emily e Leigh são dois jovens britânicos que, como tantos outros espalhados pelo mundo, utilizaram o Twitter para anunciar como estavam ansiosos por partir para a sua próxima viagem. O destino? Los Angeles, USA. E, como tantos outros jovens, Leigh não resistiu a utilizar um pouco de humor nos seus tweets, anunciando que estava prestes a “ir destruir a América” e “desenterrar a Marilyn Monroe”.

 

 

A brincadeira não passou despercebida aos agentes americanos do Departamento de Segurança Interna. Assim que aterraram no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX), Emily e Leigh foram detidos por guardas armados e interrogados durante várias horas, em separado. E embora tenham explicado aos agentes que o termo “destruir” é calão britânico para “curtir”, ambos acabaram por ser detidos por suspeitas de intenção de cometer um crime e viram os seus passaportes confiscados pelas forças norte-americanas. Leigh foi ainda interrogado acerca da sua intenção de desenterrar Marilyn – e mesmo depois de explicar que se tratava de uma citação retirada da popular série de animação americana Family Guy, a polícia revistou os seus pertences em busca de pás.

 

“Os agentes disseram-nos que não estávamos autorizados a entrar no país por causa do tweet do Leigh. Queriam saber o que íamos fazer. Perguntaram-nos porque queríamos destruir a América e tentámos explicar-lhes que isso significava divertirmo-nos e arruinarmo-nos. Quase desatei a rir quando me perguntaram se ia ficar de vigia enquanto o Leigh desenterrava a Marilyn. Não podia acreditar porque é simplesmente uma citação do Family Guy, que é uma série americana”, explicou Emily ao Daily Mail.

 

Apesar das explicações, os jovens não conseguiram convencer os agentes americanos e Leigh foi levado para uma prisão, onde acabou detido com dois “enormes mexicanos, cobertos de tatuagens”. 12 horas depois, os jovens foram levados de volta para o aeroporto, sem permissão para permanecerem nos EUA, e enfiados num avião com destino a Londres.

 

“É tão ridículo que é quase divertido mas na altura foi mesmo assustador. Os agentes da Segurança Interna trataram-me como se fosse um terrorista”, confessou Leigh, já em casa.

 

Entretanto, nem britânicos nem americanos deixaram o caso morrer online. A maioria acusa as forças norte-americanas de excesso de zelo e muitos americanos pediram desculpas e confessaram-se envergonhados por todo o caso. Outro tópico relacionado com esta notícia que está a provocar uma onda de comentários é o facto de o Departamento de Segurança Interna ter acedido aos tweets de Leigh: “Como é que a Segurança Interna leu este tweet?? Quer dizer, quantos tweets é que eles supervisionam?? Todos??”

 

No seu artigo, o Daily Mail recorda que o Departamento de Segurança Interna foi recentemente criticado por ter contas falsas no Twitter, usadas para fazer buscas online por palavras “sensíveis” e para descobrir as pessoas que as utilizam. Entre as palavras estão: Illegal immigrant (imigrante ilegal), Outbreak (revolta, surto), Drill (brocar, furar), Strain (esforço, deformação), Virus, Recovery (recuperação), Deaths (mortes), Collapse (colapso), Human to animal (de humano para animal) e Trojan.

 

 

Fontes: Daily Mail



publicado por blatitudes às 10:41 | link do post | comentar

Terça-feira, 31.01.12

Desde o ano passado, duas cartas têm circulado nas redes sociais, gerando "Oooohs" e ":)" por onde passam.

 

Aparentemente, Lily Robinson, de 3 anos e meio, como frisa na sua carta, não terá ficado convencida com a ideia de chamar "pão tigre" a um pão que, obviamente, se parece muito mais com... uma girafa. Vai daí, a menina decidiu, com a ajuda dos pais, escrever uma carta à Sainsbury's

 

Dias depois, Lily terá recebido uma resposta de Chris King, com 27 anos e um terço, e gestor de clientes da Sainsbury's, concordando com ela e oferecendo-lhe um cartão de oferta com 3 libras para a menina gastar em pão tigre e "se a mãe e o pai deixarem, também em docinhos".
As cartas foram divulgadas pela mãe de Lily, no seu blog, e rapidamente entraram no circuito das redes sociais, sendo partilhadas vezes sem conta.
Finalmente, a Sainsbury's anunciou, hoje, que o seu pão tigre passará mesmo a chamar-se "Pão girafa". Até que enfim, Lily, há alguma lógica no mundo!
Fontes: The Drum 
             This is Money


publicado por blatitudes às 12:44 | link do post | comentar | ver comentários (1)

“Troque os Maias pela Meyer” – este é o trocadilho que, tão cedo, a Fnac (e os seus clientes) não vão esquecer.

 

O slogan nasceu a propósito da sua campanha de trocas “A Cultura Renova-se”, em vigor desde 26 de janeiro, e que, na entrega de um livro, CD ou DVD, dá aos clientes um vale de desconto a ser utilizado na compra de um novo artigo do mesmo género (livro, CD ou DVD). Com um fundo solidário, a campanha tem ainda como objetivo a entrega dos artigos recolhidos à AMI. Mas embora o propósito possa ter agradado aos clientes, já o slogan escolhido para promover a campanha levou a uma onda de indignação que rapidamente se espalhou pelo Facebook, invadindo a página da marca em Portugal e os perfis de muitos utilizadores que optaram por exprimir, aí, o seu desagrado, partilhando uma foto onde se pode ler o polémico slogan.

 

 

“Esta frase da campanha é tão INFELIZ que fico a pensar que a OFENSA não é gratuita, nem casual… comprara papel higiénico estrangeiro com um nome maior da literatura portuguesa?”, comentava um utilizador.

 

Outro, reagiu com o comentário: “FNAC, para começar uma lição: Existe uma diferença clara entre "livros velhos" e "literatura clássica". Depois, é com base neste tipo de filosofias e de ideias iluminati que nasceu o Novo Acordo Ortográfico... 
Uma curiosidade: Se é para trocar algo que, segundo vocês, não presta por algo novo, que tal renovarem o vosso Departamento de Marketing!? Visto que são completamente iletrados.... Uma ideia: Em vez de trocarem livros.... que tal na compra de um clássico, oferecerem um desconto na compra de um livro recente? A diferença (desconto) poderia ir para a AMI na mesma... Assim, estimulava-se a leitura dos clássicos e, isso sim, seria inovador...
Para terminar, uma "dica": Se querem ser respeitados em Portugal, respeitem a nossa Cultura.... Não vos pedimos mais. Afinal, se o têm feito, qual a razão desta ideia triste? Não somos assim tão maus consumidores dos vossos produtos!!! 
Fica na esperança que tenha aprendido esta lição e que não a repitam no futuro... Continuação de um trabalho fantástico que têm feito, excepto este detalhe, é claro!!!!”

 

E, claro, houve ainda quem garantisse não voltar à Fnac, assegurando: “Livraria Portugal serás a minha eleição!!! Adeus Fnac!”

 

Mas entre os muitos comentários furiosos, houve também muitos que defenderam a FNAC, acusando os “protestantes” de hipócritas e incultos: “A FNAC mudou a vida de milhares de portugueses. A FNAC colocou mais portugueses a ler. Disso não tenho dúvidas. Acho que este país é constituído por uma cambada de cínicos que o nosso GRANDE EÇA DE QUEIROZ tão bem caracterizou. A FNAC cometeu um erro para alguns de vós. Alguns que provavelmente nem "Os Maias" leram. A FNAC não merecia o que lhe estão fazer. A FNAC democratizou a cultura como poucos em Portugal democratizaram. A FNAC não merecia que os portugueses a tratassem da forma com a estão a tratar nas redes sociais. E tenho dito.”

 

 

Certo é que a marca soube lidar com a situação como poucas até agora, publicando a seguinte nota na sua página:

 

Caros Fãs,

 

Gostaríamos de começar por esclarecer que a FNAC respeita a opinião dos fãs e nunca apaga comentários do seu Facebook, seja qual for o conteúdo da mensagem.

 

A Campanha de Trocas FNAC tem como objetivo incentivar o interesse do público em geral por novos produtos e conteúdos culturais nas áreas da música, dos filmes e dos livros.

 

Com esta campanha a FNAC pretende mobilizar as pessoas para um gesto solidário que oferece, simultaneamente, uma mais-valia promocional em que todos os livros, mas também filmes e álbuns de música que as pessoas têm em casa e que já leram, viram e ouviram possam ser reutilizados ao serem oferecidos a quem, provavelmente, nunca teve a oportunidade de contactar com essas mesmas obras clássicas, das várias áreas da cultura.

 

Acontece que a ideia desta campanha assenta num aproveitamento das semelhanças fonéticas dos títulos das várias obras emblemáticas, com um tom humorístico mas sem qualquer intenção de juízo de valor e sem nunca pretender desvalorizar as obras citadas.

 

Tendo em conta a reação dos nossos fãs, iremos retirar este tema da campanha. Aproveitamos para apresentar as nossas sinceras desculpas pelo desconforto que possa ter causado um dos temas da campanha.

 

FNAC Portugal

 

Entretanto, a FNAC já retirou, mesmo, a frase das suas lojas e tem sido aplaudida pela forma como geriu o sucedido, mesmo pela parte de quem a criticou pela campanha, sobretudo por não ter recorrido à eliminação de comentários – algo comum nestes casos.

 

 

Fontes: Diário de Notícias



publicado por blatitudes às 11:04 | link do post | comentar | ver comentários (3)

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