Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

 

Há guerra no ar e, desta vez, o assunto nem passa pela discriminação. Os envolvidos são tão-somente a TAP e a Ryanair e aquilo que começou como uma simples provocação já resvalou, entretanto, para insultos e acusações mútuas.

 

De um lado do ringue, a Ryanair enviou à TAP, esta semana, um manual de “Gestão de Companhias Aéreas para Totós”. E porquê? Segundo a Ryanair, desde 2009, altura em que criou a sua base em Portugal, a companhia aérea tem contribuído para o aumento do tráfego, do turismo e do emprego no país, ao contrário da TAP: a Ryanair alega que, contra o seu aumento de tráfego em 154%, a TAP apenas registou um amento de 4%. “Infelizmente a TAP continua a queixar-se das tarifas baixas e operações mais eficientes da Ryanair e claramente não está interessada em fazer crescer o número de empregos e o turismo português”.

 

Auch!

 

Mas, do outro lado do ringue, a companhia portuguesa não suporta as críticas calada, acusando a low-cost de ser “provocadora, mal-educada e mentirosa”, para além de “subsídio-dependente” o que, segundo a TAP, torna “natural que possa fazer preços mais baixos”. “Pede dinheiro às regiões de turismo e aos aeroportos mas quando se lhe acabarem os subsídios acabam-se os preços baixos. Este é um modelo que está a atingir o limite”, explicou a TAP ao Económico.

 

No ar (passe a ironia), a portuguesa deixou ainda a seguinte reflexão: “é estranho que a EU feche os olhos a estas ajudas das regiões de turismo e mesmo aeroportos porque é um modelo que distorce a concorrência”.

 

Já em Junho, aquando da greve dos tripulantes da TAP, a Ryanair tinha enviado uma dezena de rosas para o Sindicato Nacional de Pessoal de Voo da Aviação Civil, agradecendo os clientes extra e apelidando a TAP de "dinossauros" e definindo o seu sindicato como "tristemente equivocado e iludido".

 

Próximo round?

 

 

 

Fontes: Económico

             Expresso



publicado por blatitudes às 16:03 | link do post | comentar

 

Pepsi, leite e morangos: embora a receita possa parecer saída de um episódio de Jackass é exatamente esta a base do novo lançamento da Pepsi no Japão.

 

A “Pepsi Pink” deverá ser lançada em Novembro – trata-se de uma bebida especialmente indicada para o inverno – e a embalagem extremamente cor-de-rosa tem como objetivo cativar o público jovem feminino.

 

A iniciativa, embora possa surpreender, não é propriamente inédita: em 2007, a Pepsi lançou a “Pepsi Ice Cucumber”, com sabor a pepino.

 

 

Fontes: Marketeer

             Branding Magazine 



publicado por blatitudes às 15:47 | link do post | comentar

 

Apenas um dia depois do lançamento da última versão do iPhone, a Apple anunciou a morte de Steve Jobs.

 

Ao entusiasmo dos fãs da companhia, substituiu-se, de repente, um sentimento de perda: afinal, Jobs, digam o que disserem, foi muito mais que um simples CEO. Adorado por uns, odiado por outros, respeitado por todos, serviu e serve de modelo a milhões de jovens em todo o mundo que aspiram fazer a mudança através da inovação tecnológica.

 

“Steve, obrigado por seres um mentor e um amigo. Obrigado por mostrares que aquilo que criamos pode mudar o mundo. Vou sentir a tua falta”, escreveu Zuckerberg, o criador do Facebook, no seu perfil na rede social.

 

O Google também não tardou a prestar a sua homenagem, com uma sóbria referência a Jobs no fundo da sua página principal.

Aos 56 anos, Jobs lutava contra um cancro no pâncreas, doença que o obrigara a deixar a direção da Apple em Agosto deste ano. A sua vida, embora marcada pelo sucesso, foi, também, recheada de polémica: foi dado para adoção, desistiu da universidade (algo que ele viria a classificar como uma das suas melhores decisões de sempre), criou uma companhia que se tornou um símbolo e chegou, inclusive, a ser despedido da Apple – “Como é que se pode ser despedido da empresa que se cria?”, ironizava.

 

Mas, para além de todo o trabalho que deixou – “O Steve deixa uma empresa que só ele podia ter construído e o seu espírito será, para sempre, a base da Apple”, referiu a companhia, em comunicado – Steve Jobs será recordado, também, pelo incrível discurso que proferiu em Junho de 2005, em Stanford, e que, desde a sua morte, tem corrido a internet.

 

“O tempo é limitado, não o desperdicem”, disse, na altura.

 

 

Para além das homenagens das companhias e personalidades de todo o mundo – Obama foi um dos presidentes a exprimir as suas condolências, referindo-se a Jobs como “um dos maiores inovadores norte-americanos” e Bill Gates afirmou que “os seus efeitos serão sentidos por muitas gerações futuras”, para além das reações de milhares de outros – também os fãs anónimos têm partilhado a sua dor através do Twitter, do Facebook, blogs e outras redes sociais.

 

Foi destes anónimos que nasceu a iniciativa de realizar o “Steve Jobs Day”, a 14 de outubro, uma data que pretende mobilizar o mundo numa homenagem ao fundador da Apple. O evento é simples: decorre na internet, nas redes sociais, na vida real de cada participante e no site do evento. “Veste uma camisola de gola alta para trabalhar. Para a escola. Em nenhum lugar e em todos os lugares. (…) Tira uma foto tua assim vestido e coloca no Facebook, Twitter e aqui no site.”, explicam. A ideia é cada participante tirar uma fotografia usando calças de ganga, camisola de gola alta preta e umas sapatilhas, tal como Jobs costumava vestir-se, e explicar de que maneira o visionário tocou a sua vida.

 

 

Fontes: Expresso

             Jornal de Notícias

             Público

             Universia Notícias



publicado por blatitudes às 14:47 | link do post | comentar

Terça-feira, 4 de Outubro de 2011

 

 
 

A probabilidade é baixíssima mas encare este cenário: um robô malévolo entra na sua rua e destrói tudo em seu redor, incluindo a sua casa e o seu carro. Não gostaria de ter um bom seguro?

 

É esta a premissa por detrás do novo site da companhia de seguros State Farm, o State of Chaos, onde o utilizador é convidado a inserir a sua morada para, depois, assistir a uma cena de destruição via Google Street View. A aplicação é uma personalização do anúncio da State Farm, que se centra na mesma ideia. Depois de assistir à destruição da sua rua, o utilizador pode encontrar o agente State Farm mais próximo ou enviar o clip de vídeo aos amigos.

 

Absurdo? Sim. Divertido? Sem dúvida!

 

 
Fonte: Adweek

 



publicado por blatitudes às 17:57 | link do post | comentar

 

 

O mundo está a menos de duas horas da apresentação da máquina que, adivinha-se, engrossará muitas listas de Natal, este ano: o iPhone 5.

 

Já é tradição: assim que a criação de um novo gadget da Apple é anunciada, fãs de todo o mundo lançam-se em apostas sobre quais serão as características fantásticas do novo modelo, especulando sobre cada detalhe da nova máquina. Desta vez não foi diferente.

 

A grande expectativa do mercado é que o iPhone5 inclua o novo sistema operativo iOS 5, mas há mais previsões: o gadget deverá ser mais fino que o seu antecessor, deverá ter um teclado maior e uma câmara de 8 megapixéis – contra os 5 megapixéis dos modelos atuais – bem como um ecrã entre 3,5 e 3,7 polegadas.

 

Outra das apostas reside no serviço “iCloud”, que permitirá armazenar conteúdos como música, documentos, aplicações e fotos nos servidores da Apple, sendo possível aceder aos mesmos através de uma ligação sem fios, em vários dispositivos.

 

Às 18h de Lisboa, as previsões serão substituídas por certezas: terá Tim Cook, o novo presidente da Apple, mais alguma surpresa na manga?

 

 

Fontes: Expresso



publicado por blatitudes às 16:11 | link do post | comentar

 

Pode uma campanha nas redes sociais ser anti-social? Segundo Brian Solis, perito em novos media, não só pode como, em muitos casos, é precisamente isso que acontece.

 

Num artigo publicado no Adweek, Ki Mae Heussner explora a perspetiva de Solis: “as empresas podem criar páginas no Facebook e estabelecer bases de dados incríveis de fãs e seguidores, mas se se limitam a anunciar produtos ou a trocar tweets por iPads gratuitos, os seguidores facilmente deixam de dar atenção às suas mensagens ou fazem ainda pior”.

 

É por isso que Solis acredita que as estratégias a que chama “anti-sociais” estão, atualmente, a forçar as pessoas a deixar de seguir e deixar de gostar das empresas.

 

Para o perito, a estratégia de comunicação nos media sociais tem de passar pela capacidade de “abraçar o espírito de colaboração e criar uma partilha de experiências com valor”. As marcas que não o fizerem, segundo ele, correm o sério risco de perder seguidores ou, pelo menos, a sua atenção.

 

Porém, há boas notícias: de acordo com alguns estudos, as marcas que souberem criar o tipo de estratégia e ambiente online adequado conseguem, mesmo, benefícios reais. Scott Galloway, professor de Marketing na Stern School of Business da NYU, anunciou que um estudo da mesma universidade, com uma amostra de 800 marcas, concluiu que “existe uma correlação mais forte do que a prevista entre o QI digital e o lucro de uma empresa e, em última instância, o valor das ações”.

 

Assim sendo, comunicar nos media sociais, sim. Mas de forma social*.

 

 

*

"Social: que diz respeito à sociedade"

"Sociedade: união de pessoas ligadas por ideias ou por algum interesse comum; reunião de pessoas que se juntam para conversar ou conviver"

 

in Dicionário Priberam

 

 

 

Fontes: Adweek

 

 

 



publicado por blatitudes às 15:51 | link do post | comentar

Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011

 

Se o objetivo da KLM era fazer com que os seus seguidores se sentissem únicos… conseguiu! Poucas coisas gritam “preocupamo-nos” como pegar em 140 colaboradores, formar com eles um alfabeto humano e coordenar tudo para, desta forma, dar resposta às dúvidas colocadas pelos seguidores no Twitter e Facebook.

 

A iniciativa, intitulada “KLM Live Reply”, durou 12 horas e as respostas foram criadas num hangar do aeroporto holandês de Schiphol.

 

 
 

 

 
 
Fontes: Marketeer

 



publicado por blatitudes às 16:41 | link do post | comentar

 

Quando o assunto é comida para cão, a publicidade é destinada aos donos – certo? Bem, nem sempre.

 

A Nestlé Purina lançou recentemente uma campanha para a sua gama de alimentação para animais Beneful que, segundo a marca, contém três sons específicos que visam despertar a atenção dos cães, tirando partido da sua sensibilidade auditiva. De acordo com Georg Sanders, nutricionista e consultor da Purina, “os cães que brincam muitas vezes com um pato de borracha que faz barulho na companhia do seu dono vão certamente reagir mais fortemente a esse som” – incluído nos anúncios.

 

Mas que tipo de impacto é que isto pode ter nas vendas da marca? E de que forma é que a atenção do melhor amigo do homem se poderá converter em lucro?

 

Segundo Ken Wong, professor de marketing da Universidade de Queen’s, “à superfície, a ideia parece tão louca, tão estranha, que pode levar a que se menospreze a marca. Os cães não compram a sua comida”. Porém, acrescenta, a reação do cão ao anúncio pode levar o dono a parar e prestar atenção ao que está a passar na televisão. Ainda assim, considerando que raramente os donos mudam a alimentação dos cães, esta é uma luta difícil, considera Wong.

 

Já no ano passado, a Nestlé colocou outdoors perfumados em várias cidades da Alemanha, de modo a que os cães pudessem sentir o aroma dos seus produtos Beneful enquanto passeavam com os donos.

 

 

 

 

Fontes: The Star

             Dinheiro Vivo

             Adweek



publicado por blatitudes às 14:57 | link do post | comentar

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