Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

 

As intenções “nobres” de nada valeram a Glenn Mangham que foi condenado a oito meses de prisão por ter acedido ilegalmente aos sistemas de segurança do Facebook, no ano passado.

 

O jovem hacker britânico garantiu ao tribunal que apenas queria demonstrar as falhas de segurança da rede social e alertar os utilizadores para os seus perigos, mas o tribunal considerou que as suas ações poderiam ter tido consequências “muito graves e sérias” e acabou mesmo por punir Mangham com uma pena de prisão.

 

Segundo conta o PT Jornal, este já é considerado o maior julgamento do Reino Unido no que se refere a situações de pirataria.

 

 

Fonte: PT Jornal



publicado por blatitudes às 12:07 | link do post | comentar

 

 

Depois de, na última edição dos Jogos Olímpicos, em Pequim, o evento ter chamado a atenção para a causa tibetana, os olhares viram-se, agora, para a Índia. Mas porquê a Índia se os jogos vão decorrer em Londres?

 

É que a polémica em torno desta edição centra-se num dos patrocinadores do evento, a Dow Chemical, uma empresa do setor químico que, entre outras coisas, é dona da Union Carbide – a companhia responsável pelo acidente de Bhopal, na Índia, em 1984. Nesse ano, a Union Carbide foi responsável por uma fuga de 40 toneladas de isocianato de metila, um produto utilizado em pesticidas, altamente venenoso, que acabou por matar mais de 20 mil pessoas em Bhopal e provocar problemas de saúde em mais de 100 mil outras pessoas. Hoje, mais de 20 anos depois, a empresa ainda não indemnizou as famílias das vítimas mortais nem os sobreviventes que ficaram com danos de saúde permanentes. Daí que muitos ativistas, indianos e não só, não estejam satisfeitos com o anunciado patrocínio – e tenham mesmo pedido ao Comité Olímpico Internacional que cancele o acordo com a Dow Chemical.

 

Mas a organização já fez saber que não tenciona retirar a Dow da lista de patrocinadores: “O IOC (Comité Olímpico Internacional) e o LOGOC (Comité de Organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres) estavam cientes da tragédia de Bhopal quando discutiram a parceria com a Dow. A Dow não teve qualquer relação com a tragédia de Bhopal. A Dow não teve qualquer participação na Union Carbide  até 16 anos depois do acidente e 12 anos após o acordo de compensação de 470 milhões de dólares ser aprovado pelo Supremo Tribunal Indiano”, escreveu o IOC numa carta dirigida ao diretor da Associação Olímpica Indiana. Ainda assim, apesar de manter o seu patrocínio, o logótipo da Dow não deverá ser exibido numa faixa de decoração no Estádio Olímpico.

 

 

Após anunciar que este seria um “evento verde” o LOGOC vê, assim, a reputação dos próximos Jogos Olímpicos manchada com acusações de que o dinheiro se sobrepôs aos princípios dos Jogos, baseados na união e respeito entre nações. 

 

 

Fontes: Meios & Publicidade  

             Amnesty USA  

            Samay Live  

            The Hindu

 



publicado por blatitudes às 10:45 | link do post | comentar

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012


publicado por blatitudes às 13:08 | link do post | comentar

 

 

 

Na era das redes sociais, é comum ver uma marca medir o seu sucesso online através do número de “gostos” ou seguidores da sua página. Mas se ter centenas de milhares de seguidores é uma bênção para o ego, publicidade e imagem de uma marca, ter centenas de milhares de seguidores que, pura e simplesmente, não se relacionam com a marca de qualquer forma é, numa palavra, inútil.

 

Conseguir 5 mil seguidores numa semana não é, apesar do que possa parecer, uma tarefa do outro mundo. Difícil, sim, é conseguir o tão desejado “engagement”, o envolvimento da comunidade e o desenvolvimento de laços reais e com significado entre a marca e a sua audiência.

 

Em dezembro do ano passado, um blogger francês, Cyroul, pôs a descoberto o método utilizado pela agência de publicidade Fred & Farid para angariar fãs. Em 5 dias, a agência conseguiu reunir 5 mil seguidores no Twitter. Espantoso? Sim, sem dúvida – mas de uma forma diferente da esperada.

 

O que a agência fez foi seguir robôs que, em troca, passaram a seguir também a sua página. Ficção científica? Nada disso: hoje em dia, os chamados “twitter bots” são bem conhecidos e uma forma muito popular de angariar seguidores – mesmo que não sejam reais. Cyroul notou que grande parte dos seguidores da conta da agência eram japoneses e chineses e que o rácio entre o número de contas que seguiam e que os seguiam de volta era de cerca de 1 – uma forma simples de descobrir os twitter bots.

 

“Um dia, a nossa “influência” será medida pela diferença entre os seguidores e fãs reais e as contas artificiais e bots. Então, as marcas chorarão à medida que as suas páginas deixam de ter valor; as agências de publicidade chorarão quando perceberem que o Twitter já não vale nada”, concluiu o blogger.

 

A adição em massa, a vontade de conseguir o máximo de seguidores possível, no Twitter, é um tema muito atual à medida que cada vez mais gente se junta às comunidades digitais. E os serviços de adição em massa via scripts estão em grande forma: basta espreitar o Twitter Central, uma plataforma brasileira que oferece este tipo de soluções.

 

Neste caso, o script automatiza o processo de adicionar pessoas em massa, baseado na ideia de que, uma vez seguidos por alguém, os utilizadores passarão, também, a seguir essa conta: “se você adicionar 500 pessoas, pode ter certeza que pelo menos 100 delas irão passar a te seguir”.

 

E o Twitter, no meio disto tudo? Atualmente, a rede permite adicionar ate 1000 pessoas por dia. Acima desse limite, as contas podem ser suspensas. E se muitos se entregaram a estas ferramentas, outros garantem que o risco de ter uma conta bloqueada não compensa os benefícios de conseguir uma lista de seguidores que, basicamente, os seguem de volta quase automaticamente, não criando verdadeiro envolvimento e valor para a marca.

 

No fim, cabe a cada um decidir a melhor forma de aumentar a popularidade da sua página. Mas uma coisa é certa: no Twitter, o tamanho até pode parecer o mais importante mas comunicar para milhares de utilizadores indiferentes ou não comunicar é, basicamente, a mesma coisa.

 

 

Fontes: Monday Note  

             PC World  

             Central de Ajuda do Twitter

 

 

 



publicado por blatitudes às 12:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

 

Se quer assegurar um futuro mais forte para a sua marca, o melhor é apostar no marketing verde. Segundo Jake Backus, customer sustainability director da Coca-Cola Europa, as marcas mais sustentáveis e com maiores preocupações ao nível do ambiente são também as que conseguem criar um maior envolvimento com os consumidores.


O diretor esteve em Portugal, numa conferência, onde deixou alguns conselhos às marcas sobre comportamento sustentável. Neste contexto, Backus apresentou dados importantíssimos, dando a conhecer que 67% dos portugueses consideram o ambiente muito importante – um valor superior à média da UE, de 64%. Além disso, são também muitos os portugueses que se importam com as eco-labels (57%) e que pretendem ter mais e melhor informação sobre questões ambientais nas embalagens (31%). Para além dos números, Backus recordou que os consumidores, na Europa, colocam o Ambiente acima da Marca.


Assim, no futuro, as marcas devem procurar antecipar as necessidades e aspirações dos consumidores, criando valor para o consumidor na sua comunicação. Embora considere que o “packaging é a melhor maneira para informar”, Backus alerta para os perigos do greenwash, já que a comunicação tem de ser “real, significante e relevante”, não bastando o design. Outra das suas propostas é que as marcas envolvam as pessoas na ações, através de pedidos ou convites, mas evitando, sempre, forçar comportamentos.


O responsável da Coca-Cola concluiu afirmando que as mudanças não são, claro, fáceis, mas que são necessárias. Afinal, uma empresa “merece ter lucro se servir a sociedade” e o ambiente é uma forma de servir a sociedade e, ao mesmo tempo, conquistar a confiança dos consumidores. Todos ganham e o mundo agradece.

 

 

Fontes: Briefing

 



publicado por blatitudes às 16:59 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

A geração Y nos EUA:

 

 



publicado por blatitudes às 12:12 | link do post | comentar

 

Jorge Colombo, lisboeta a viver em Nova Iorque desde 1998, está hoje em destaque na edição online da Adweek.

 

A revista tem vindo a dedicar um espaço muito especial ao “tema do móvel”, nomeadamente à forma como o marketing tem, cada vez mais, de ter em conta esta característica, e é nesse contexto que surge o artista português, aqui identificado como um “reconhecido artista nova-iorquino que captura a cena móvel de hoje em dia”.

 

Jorge Colombo tornou-se conhecido depois de, em 2009, criar a primeira capa desenhada em iPhone para uma grande revista – neste caso, para a The New Yorker, somente uma das revistas mais conhecidas do mundo. A revista gostou - tanto que, desde aí, Colombo já assinou várias capas. Entretanto, Jorge Colombo continua a utilizar o seu iPhone para ilustrar o dia-a-dia de uma cidade onde os gadgets são, nas suas palavras, “como canivetes suíços: uma simples ferramenta no bolso que, sozinha, faz o trabalho que muitas costumavam fazer”.

 

 

 

 

 

 

A Adweek publica, ainda, uma série de ilustrações assinadas por Colombo.

 

 

 

Fonte: Adweek 

 

 



publicado por blatitudes às 11:23 | link do post | comentar

 

 

Depois dos humanos e dos animais de estimação, os gadgets chegaram, agora, ao mundo do gado. O “Silent Herdsman” é uma espécie de coleira digital capaz de enviar relatórios e alertas acerca da saúde dos animais para os telemóveis dos seus proprietários. O objetivo é reduzir o número de mortes entre o gado e ajudar os donos das quintas a poupar dinheiro a longo prazo.

 

A coleira, que está a ser desenvolvida no Reino Unido por investigadores de várias organizações, institutos e universidades, deverá ser capaz de seguir os movimentos das vacas usando sensores semelhantes aos que se encontram nas Wiis e analisará fatores como a temperatura dos animais, se estão a entrar em parto ou se se encontram em sofrimento, permitindo aos proprietários entrar em ação, de imediato, caso seja necessário.

 

 

Fontes: Mashable



publicado por blatitudes às 10:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

 

Partindo do pressuposto de que o mundo irá acabar no dia 21 de dezembro deste ano, o canal Syfy iniciou uma campanha digital chamada “Os créditos do fim do mundo”.

 

O canal de televisão, que, como o nome indica, aposta sobretudo em ficção científica, já permitiu que os telespetadores assistissem “ao final do mundo inúmeras vezes, através de filmes apocalípticos e séries proféticas que contaram como seria o final da História, por vezes até à destruição total do planeta Terra, outras como o início de uma era melhor”, explicou a diretora de marketing do canal. Agora, com esta campanha digital, o objetivo é “criar word of mouth e prestar uma homenagem a toda a Humanidade antes do fim do mundo”.

 

Para os interessados em registar o nome nos “créditos do fim do mundo”, foi criada uma aplicação que permite não só inserir o nome como a forma como desejam ser recordados e saber exatamente em que dia e hora o nome vai surgir no ecrã.

 

Provavelmente, é seguro dizer que o Syfy não acredita, de facto, que o mundo irá acabar em dezembro: qual o objetivo de investir numa campanha quando o mundo está a chegar ao fim? Mas não deixa de ser uma boa desculpa que, certamente, irá chamar a atenção para este canal de televisão.

 

 

Fontes: Briefing



publicado por blatitudes às 10:50 | link do post | comentar

Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

 

 

 

Se está a pensar fugir à polícia, o melhor é não publicar fotos dos locais por onde passa no Facebook. A regra pode parecer óbvia, mas foi assim que Michele Grasso, um traficante italiano, foi descoberto no Reino Unido.

 

Depois de fugir da Sicília, o ano passado, Grasso começou por atualizar o seu facebook sem fornecer quaisquer pistas acerca do seu paradeiro. Mas passado algum tempo, o traficante acabou por se desleixar e publicou várias fotografias em Londres, incluindo imagens do seu novo local de trabalho, uma pizzaria em Woodford Green, e de vários ícones da cidade, como o London Eye ou Oxford Circus. Numa das imagens, terá mesmo acrescentado a legenda: “O meu 24º aniversário (em Londres)”.

 

A polícia italiana acabou por contactar a Interpol e a polícia inglesa, levando à detenção e extradição de Grasso que, agora, estará a cumprir a pena decretada em 2011, em Roma.

 

 

Fonte: Guardian



publicado por blatitudes às 13:06 | link do post | comentar

Novembro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29


Os últimos blá blás

Ao cyberbullying, os estu...

Comunicação cara a cara c...

Laina: a nova sensação do...

Facebook testa novo forma...

Instagram lança perfis na...

W+K lança série de desafi...

Samsung reafirma lideranç...

As piores passwords de 20...

Quase 9 em cada 10 imagen...

Facebook lança páginas gl...

arquivos

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

tags

todas as tags

blogs SAPO
subscrever feeds