Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012



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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

 

 

 

Idade, género, classe social… segundo a DM9, os critérios tradicionalmente usados para classificar os consumidores, nomeadamente os perfis demográficos, já não são suficientes na era digital. Assim, decidiram estudar a forma como os consumidores se relacionam com a tecnologia e como se comportam no mundo digital, inaugurando uma nova categoria de perfis: os perfis digigráficos.

 

 

 

 

 

 

Para isso, a DM9 entrevistou várias pessoas com idades compreendidas entre os 8 e os 60 anos, utilizando novos critérios para as classificar:

 

1. Quanto e como é que as pessoas utilizam os recursos e equipamento de tecnologia nas suas vidas;

 

2. Quais são as intenções que as pessoas têm ao consumir os diversos produtos digitais;

 

3. Quanto os recursos digitais servem para moldar a sua identidade.

 

Com base nestes critérios, a DM9 criou cinco novos perfis de consumidores digitais:

 

1. Imersos: pessoas que tiveram parte da sua identidade definida a partir da tecnologia. Com a tecnologia, conseguiram “encontrar-se”, definir melhor os seus interesses e estabelecer melhores relações com o mundo. As suas personalidades e identidades foram definidas pela era digital. (Vídeo aqui)

 

2. Ferramentados: aqueles que recorrem à tecnologia para agilizar as tarefas mas que não a idolatram. A tecnologia ajuda-os nas tarefas quotidianas, facilita-lhes a vida, mas estas pessoas não dependem dela nem são definidas por ela. (Vídeo aqui)

 

3. Fascinados: consumidores que querem parecer modernos e tecnológicos. Para este grupo, os computadores, gadgets e hábitos da era digital são ícones da modernidade e consumir estas novidades fá-los parecer modernos e a par do que se passa. (Vídeo aqui)

 

4. Emparelhados: grupo de pessoas que consideram a tecnologia fundamental para pôr em prática os seus projetos de vida. Veem a tecnologia como uma ajuda fundamental para o seu dia a dia, considerando que, sem ela, o seu quotidiano fica extremamente complicado. Estas pessoas encaram as máquinas quase como extensões dos seus próprios corpos, potencializando as suas capacidades humanas. (Vídeo aqui)

 

5. Evoluídos: pessoas que têm no universo das máquinas e da tecnologia o seu habitat natural. São as crianças e adolescentes que nasceram e estão a crescer no mundo digital, não tendo conhecido um mundo antes deste. (Vídeo aqui)

 

A nova categoria de perfis poderá ser muito útil a todos aqueles que trabalham no meio digital, sobretudo na área da comunicação, marketing e publicidade, ajudando os profissionais a compreender melhor o seu público e direcionar o seu trabalho de forma mais eficaz.

 

 

 

Fontes: AndroidPIT 

             Redator Web 

             Comunicadores    

             Clube Online

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

 

 

 

A Primavera Árabe não mudou só o mundo – mudou, também, a forma como vemos o mundo.

 

Não há dúvida que, desde aí, parte das revoluções sociais ocorre online. Com as redes sociais, os protestantes ganharam um espaço onde a organização se processa em segundos, onde as notícias que as televisões não transmitem chegam a todo o mundo com um simples premir de botão e onde a voz de cada um, num mundo de milhares de milhões, pode ser ouvida sobre a multidão, mesmo a muitos quilómetros de distância – para o melhor e o pior.


Outro tipo de ataque emergiu, também, e aqui o grupo Anonymous assume o papel principal: o hacktivismo. Nunca o mundo tinha assistido a ataques virtuais em tão grande escala, por parte de um grupo de cidadãos anónimos cuja dimensão ninguém conhece ao certo, até porque não há, como o grupo refere, qualquer tipo de “inscrição”. Defensores da liberdade de informação, o grupo tem concentrado os seus esforços em múltiplas direções: sites governamentais, instituições financeiras, páginas de empresas e, até, servidores acusados de alojar pornografia infantil.

Durante a Primavera Árabe, foram frequentes os ataques aos sites oficiais de países como a Tunísia, Egito e Líbia.

 

Agora, o Anonymous divulgou centenas de emails do presidente sírio Bashar al-Assad, à frente do país que, desde março do ano passado, tem vindo a registar confrontos entre governo e oposição, fazendo da revolução síria uma das mais mortais de toda a Primavera Árabe, com mais de 5400 mortos.


Curiosamente, várias contas do presidente sírio e da sua equipa (31 das 78 contas acedidas) partilhavam a mesma password: e uma password tão fácil de adivinhar que até uma criança seria capaz de aceder aos documentos aí armazenados (se conseguisse aceder ao servidor primeiro) – 12345.


Entre os emails divulgados, está um do porta-voz da Síria nas Nações Unidas onde aconselha o presidente quanto à forma de manipular os americanos durante uma entrevista:“É muito importante mencionar que foram cometidos “erros” no início da crise porque não tínhamos uma “força policial” bem organizada. A psyche americana pode ser facilmente manipulada quando ouvem que foram cometidos “erros” e que os estamos a “resolver”. Também vale a pena mencionar aquilo que está a acontecer em Wall Street e a forma como os protestantes estão a ser suprimidos pelas forças policiais, pelos cães da polícia e através da força”.

 

 

Fontes: Mashable

 



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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

O que acontece no Facebook não só fica em todo o lado como, aparentemente, também o pode ficar para sempre. Pelo menos no caso das fotografias.

 

 

É certo que, uma vez colocadas no facebook, todas as imagens podem ser transferidas por outros utilizadores para fins incertos: mas, para além disso, mesmo depois de apagadas, algumas fotografias continuam a estar disponíveis nos servidores da rede. Para aceder às mesmas, basta saber o seu endereço direto.

 

A denúncia foi feita pela primeira vez em 2009, pela Ars Technica, e levou o Facebook a assumir o problema e prometer uma solução para o mesmo. Mas, quase três anos depois, nada mudou: aparentemente, a empresa continua a tentar descobrir uma forma de eliminar de vez as fotos antigas apagadas pelos utilizadores. Segundo o Facebook, estas fotos estão armazenadas num servidor antigo que funcional mal e apenas “uma pequena percentagem de fotos continuam alojadas no velho sistema à espera de serem migradas”. Mas poderá ser, de facto, assim tão difícil?

 

O direito ao esquecimento é um dos temas em debate na revisão da legislação europeia para a proteção de dados. De acordo com esta nova proposta, as empresas que não cumpram a obrigação de retirar completamente da internet os dados apagados pelos utilizadores, serão penalizadas com multas até 2% do seu volume de negócios.

 

 

A segurança online é outro dos temas em destaque hoje graças à divulgação de um estudo levado a cabo pela Microsoft, o Microsoft Computing Safety Índex, que conclui que os portugueses estão dentro da média europeia no que toca a segurança online. Com uma pontuação de 44 pontos em 100, a maioria dos portugueses utiliza um software antivírus (84%) mas não tem quaisquer outros conhecimentos acerca de segurança online. Segundo este estudo, 23% dos utilizadores não tem qualquer noção acerca de como proteger a sua segurança online ou impedir o roubo da mesma e apenas pouco mais de metade (53%) utiliza combinações complexas nas suas passwords (por exemplo maiúsculas e minúsculas, juntamente com números e símbolos).

 

 

 

Fontes: PT Jornal

 

             TeK Sapo 

 

 



publicado por blatitudes às 12:37 | link do post | comentar

 

Não é propriamente uma novidade, mas o estudo GlobalWebIndex6 (GWI 6) veio comprovar o que já toda a gente sabe: a importância das redes sociais para as marcas está a crescer.

 

Segundo este estudo, 59% dos utilizadores da internet de todo o mundo visitaram o site de uma marca no último mês e 24% acederam ao seu perfil numa rede social. Curiosamente, é nos mercados emergentes que a preferência pela interação com as marcas via redes sociais é mais acentuada: em países como a Indonésia e as Filipinas, onde a utilização da internet ainda está a emergir, metade dos utilizadores recorreram às redes sociais para visitar perfis de marcas.


O estudo explorou também quais as expectativas dos consumidores que interagem com as marcas através das redes sociais, concluindo que entre as principais motivações estão os descontos, melhor serviço e recomendações personalizadas.


Ao mesmo tempo, o GWI 6 revelou que o e-commerce também continua a crescer – mas, ao contrário de que se passa nas redes sociais, os países emergentes ainda estão longe de atingir os resultados de nações como a Coreia do Sul, Alemanha ou Reino Unido, onde mais de 70% dos utilizadores realizaram compras online no mês anterior ao estudo. A média global situa-se nos 59%.


O GWI 6 foi realizado a partir de entrevistas a 122 mil utilizadores de internet em 27 mercados à escala mundial.

 

 

Fontes: Briefing



publicado por blatitudes às 10:42 | link do post | comentar

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

Os manequins das lojas de roupa podem ter os dias contados… pelo menos da forma como os conhecemos.

 

Em Tóquio, uma loja decidiu chamar a atenção dos seus clientes recorrendo a um manequim robótico cuja aparência é sinistramente semelhante à de um ser humano. O robô, desenhado pelo Dr. Hiroshi Ishiguro, é capaz de reproduzir 60 expressões faciais diferentes e está equipado com um sensor de movimento e software de reconhecimento facial de modo a interagir com aqueles que passam pela montra – chegando mesmo a bocejar quando ninguém se aproxima dele durante algum tempo.

 

A aparência humana dos robôs desenhados pelo Dr. Ishiguro, diretor do Intelligent Robotics Laboratoty da Universidade de Osaka, levou mesmo a que o seu autor os apelide de “Geminoids”. Esta foi a primeira vez que um dos robôs do cientista foi usado num contexto comercial  - mas o Dr. Ishiguro admitiu que é assim que imagina o futuro do comércio.

 

Não é suficientemente sinistro? Experimente este:
Fontes: Time
             Engadget


publicado por blatitudes às 11:17 | link do post | comentar

Há marcas das quais os portugueses não abdicam, mesmo em tempo de crise. São as chamadas marcas “imprescindíveis”, assim designadas pelo grupo WPP num ranking que revela quais os nomes mais queridos dos portugueses no ano de 2011. No top 3 aparecem a Danone, o leite Mimosa e a Coca-Cola, assim classificadas não apenas pela sua presença no maior número de lares mas também pela sua compra consecutiva, o que revela uma “forte ligação com a marca”.

 

 

 

 

“As marcas de fabricante, pelo seu investimento em investigação e desenvolvimento e em comunicação, continuam essenciais e – conforme fica explícito com este estudo – é possível encontrar as imprescindíveis”, conclui o estudo.

 

Espreite o ranking completo de 2011:

 

1. Danone
2. Mimosa Leite
3. Coca-Cola
4. Nestlé Cereais
5. Fula
6. Longa Vida
7. Super Bock
8. Planta
9. Skip
10. Olá
11. Mimosa Manteiga
12. Sagres
13. Mimosa Iogurtes
14. Becel Margarina
15. Oliveira da Serra

 

 

Fonte: Marketeer



publicado por blatitudes às 10:09 | link do post | comentar

Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

 

Apresentamo-vos Molly e Olly.

 

Molly e Olly são dois robôs que interagem, de forma física, com a internet. A ideia partiu de Benjamin Redford, designer da Mint Digital, em Londres.

 

Molly transforma os seus tweets em doces, ao contar quantas vezes eles são “retweetados” e disponibilizando um doce sempre que o número, definido por si, é alcançado. Já Olly transforma as suas notificações online em aromas: pode encher o Olly com qualquer aroma que deseje, como um perfume ou um óleo essencial. 

 

Por enquanto, Molly e Olly são apenas protótipos, mas com a ajuda de todos os interessados poderão, em breve, chegar à sua secretária. 
Como muitos outros projetos, Molly e Olly fazem parte do portefólio do Kickstarter, um site onde os criadores apresentam os seus projetos em busca de financiamento. Não se trata de um investimento ou empréstimo, como o site faz questão de frisar: os criadores mantêm 100% do controlo e propriedade do seu trabalho. O que eles oferecem são produtos e experiências únicas em cada projeto. Para cada um destes projetos, há um objetivo monetário que tem de ser atingido num determinado espaço de tempo.
No caso de Molly e Olly, por exemplo, o objetivo são 35 mil dólares - e devem ser angariados até dia 10 de fevereiro. Neste momento, o projeto conta com 135 financiadores e quase 9 mil dólares. Mas o dinheiro só muda de mãos se o projeto atingir, de facto, a meta estabelecida. Caso contrário, nada acontece. Em troca do financiamento, os "backers" recebem desde um postal (10 dólares) até aos próprios robôs (desde 50 dólares).
No site, há projetos das áreas da música, vídeo, arte, tecnologia, design, gastronomia e publicações, incluindo livros e jogos de tabuleiro, entre tantas outras coisas - e todos os criadores com uma boa ideia são convidados a apresentá-la. 


publicado por blatitudes às 11:35 | link do post | comentar

O que acontece nas redes sociais fica… em todo o lado. Incluindo, como Emily Bunting e Leigh Van Bryen perceberam, nos registos dos agentes federais norte-americanos.

 

 

Emily e Leigh são dois jovens britânicos que, como tantos outros espalhados pelo mundo, utilizaram o Twitter para anunciar como estavam ansiosos por partir para a sua próxima viagem. O destino? Los Angeles, USA. E, como tantos outros jovens, Leigh não resistiu a utilizar um pouco de humor nos seus tweets, anunciando que estava prestes a “ir destruir a América” e “desenterrar a Marilyn Monroe”.

 

 

A brincadeira não passou despercebida aos agentes americanos do Departamento de Segurança Interna. Assim que aterraram no Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX), Emily e Leigh foram detidos por guardas armados e interrogados durante várias horas, em separado. E embora tenham explicado aos agentes que o termo “destruir” é calão britânico para “curtir”, ambos acabaram por ser detidos por suspeitas de intenção de cometer um crime e viram os seus passaportes confiscados pelas forças norte-americanas. Leigh foi ainda interrogado acerca da sua intenção de desenterrar Marilyn – e mesmo depois de explicar que se tratava de uma citação retirada da popular série de animação americana Family Guy, a polícia revistou os seus pertences em busca de pás.

 

“Os agentes disseram-nos que não estávamos autorizados a entrar no país por causa do tweet do Leigh. Queriam saber o que íamos fazer. Perguntaram-nos porque queríamos destruir a América e tentámos explicar-lhes que isso significava divertirmo-nos e arruinarmo-nos. Quase desatei a rir quando me perguntaram se ia ficar de vigia enquanto o Leigh desenterrava a Marilyn. Não podia acreditar porque é simplesmente uma citação do Family Guy, que é uma série americana”, explicou Emily ao Daily Mail.

 

Apesar das explicações, os jovens não conseguiram convencer os agentes americanos e Leigh foi levado para uma prisão, onde acabou detido com dois “enormes mexicanos, cobertos de tatuagens”. 12 horas depois, os jovens foram levados de volta para o aeroporto, sem permissão para permanecerem nos EUA, e enfiados num avião com destino a Londres.

 

“É tão ridículo que é quase divertido mas na altura foi mesmo assustador. Os agentes da Segurança Interna trataram-me como se fosse um terrorista”, confessou Leigh, já em casa.

 

Entretanto, nem britânicos nem americanos deixaram o caso morrer online. A maioria acusa as forças norte-americanas de excesso de zelo e muitos americanos pediram desculpas e confessaram-se envergonhados por todo o caso. Outro tópico relacionado com esta notícia que está a provocar uma onda de comentários é o facto de o Departamento de Segurança Interna ter acedido aos tweets de Leigh: “Como é que a Segurança Interna leu este tweet?? Quer dizer, quantos tweets é que eles supervisionam?? Todos??”

 

No seu artigo, o Daily Mail recorda que o Departamento de Segurança Interna foi recentemente criticado por ter contas falsas no Twitter, usadas para fazer buscas online por palavras “sensíveis” e para descobrir as pessoas que as utilizam. Entre as palavras estão: Illegal immigrant (imigrante ilegal), Outbreak (revolta, surto), Drill (brocar, furar), Strain (esforço, deformação), Virus, Recovery (recuperação), Deaths (mortes), Collapse (colapso), Human to animal (de humano para animal) e Trojan.

 

 

Fontes: Daily Mail



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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

 

 

Segundo um estudo levado a cabo pela consultora Publicis, 80% das decisões de compra, em Portugal, são tomadas pelas mulheres. Mas será que a publicidade atual tem sabido estar à altura destes números?

 

De acordo com Anthony Gibson, CEO da Publicis Portugal, 6 em cada 10 mulheres entrevistadas revelaram sentir-se incomodadas pela forma como são retratadas nas campanhas publicitárias – um alerta que as agências não podem ignorar. “Não as chamem compradoras ou donas de casa. Menos de 5% das mulheres veem-se como tal”, explicou Gibson. “Já não funciona retratá-las como carentes, medrosas, incompletas, assumindo a marca como o seu herói”, acrescentou.

 

No debate organizado pela Câmara de Comércio Americana em Portugal e pela European Professional Women’s Network, Nuno Ferreira Pires, diretor de Marketing Ibérico da Dyrup, também se manifestou em relação a estes resultados. Admitindo que “as verdadeiras escolhas [das mulheres] fazem-se ao nível emocional”, Ferreira Pires avisou, também, que este é um tempo de mudança e que os homens também já começam a ter algum poder de decisão no que toca por exemplo à escolha da decoração da casa “algo que não acontecia há 10 anos”. Simultaneamente, os homens assistiram, também, à emergência de um novo mercado para eles e começam a modificar os seus comportamentos de consumo em áreas como o vestuário ou a cosmética, obrigando os profissionais de marketing a uma atitude de “open minding”.

 

Fontes: Marketeer



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