Segunda-feira, 30.01.12

Atualmente, parece que não haver semana em que uma marca não se veja envolvida num pesadelo de relações públicas nas redes sociais.

 

Depois da McDonald’s, no Twitter, agora foi a vez de a H&M ver a sua página no Facebook ser invadida por comentários negativos de utilizadores que juram a pés juntos não voltar a comprar um único gancho de cabelo nas suas lojas. Isto porque a gigantesca cadeia de moda está a ser acusada de plagiar o trabalho de uma artista de Atlanta, Tory LaConsai. E se, inicialmente, a marca afirmou tratar-se de simples coincidência, a verdade é que a semelhança entre as imagens não convenceu a maioria dos consumidores – e acabou mesmo por levar a H&M a assumir que se teria “inspirado” no trabalho de LaConsai para criar “algo semelhante com um tipo de letra diferente”.

 

 

 

A imagem de LaConsai, desenhada em dezembro de 2008 e exposta em East Atlanta Village, EUA, tinha o propósito de fazer os seus vizinhos “sentirem-se bem”. Sem qualquer contacto por parte da H&M, foi através de amigos que a artista descobriu as almofadas e tapetes da marca estampados com um desenho muitíssimo semelhante.

 

À medida que a situação se foi tornando mais falada na internet, a página da H&M no Facebook, com 9.452.400 seguidores, começou a ser bombardeada com comentários de clientes chocados – que, de acordo com o Adweek, iam sendo cuidadosamente apagados pela H&M.

 

Finalmente, a marca desculpou-se por toda a situação e pela forma como a equipa de apoio ao cliente lidou com ela, assegurando, ainda, que iria entrar em contacto com a artista para resolver tudo da melhor forma. Quanto aos efeitos do episódio na reputação da marca, só o tempo ajudará a avaliar a sua extensão…

 

 

Fontes: Adweek 

             Daily Mail 

             Fashionista

 

 

 

 

 



publicado por blatitudes às 12:04 | link do post | comentar

 

 

Junte-se um pai quase famoso, uma câmara de vídeo, uma pitada de sorte e uns milhares de internautas ansiosos pela próxima piada a invadir a internet: está completa a receita para se tornar uma estrela instantânea.

 

Que o diga Luiza: sim, aquela que “está no Canadá” e que se tornou uma das figuras mais referenciadas na internet em 2012.

A súbita fama de Luiza, uma adolescente de 17 anos, começou quando o pai, Gerardo Rebello, colunista social do Brasil, gravou um anúncio a um empreendimento imobiliário. Junto de uma foto da filha, Gerardo fala sobre as maravilhas do empreendimento e como fez questão de reunir, ali, toda a família “menos Luiza que está no Canadá”.

 

Não se percebe bem como, a frase “menos Luiza que está no Canadá” tornou-se de repente um sucesso viral: no Twitter, “LuizaEstánoCanadá” foi, até agora, a frase mais citada em 2012. Anónimos, marcas e celebridades não resistiram a utilizar a frase e houve mesmo quem se lembrasse de organizar, via Facebook, um evento de receção a Luiza, no Aeroporto Internacional Castro Pinto, reunindo mais de 6 mil confirmações.

 

Certo é que a jovem, entretanto, já regressou ao Brasil e não perdeu tempo para recolher os frutos do seu inesperado sucesso: com contratos de publicidade assinados com grandes marcas, Luiza já revelou que se encontra em negociações com outras empresas, sob a gestão atenta do pai que, por seu lado, também já gravou uma outra campanha. 

 

 

 

 

Fontes: Marketeer



publicado por blatitudes às 10:04 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.01.12

 

 

O Twitter anunciou ontem, no seu blog, que desenvolveu uma forma de censurar mensagens apenas num país, de modo a respeitar as leis específicas de cada nação. Até agora, sempre que o Twitter removia uma mensagem ela desaparecia por completo da sua rede – mas a partir de ontem, as mensagens censuradas serão banidas apenas no país em questão, permanecendo visíveis no resto do mundo.

 

Com cerca de 100 milhões de utilizadores, o Twitter está a tentar expandir-se para novos países com o objetivo de atingir a marca dos mil milhões. Só que, para isso, terá de ter em conta as leis específicas de cada país.

 

“À medida que continuamos a crescer internacionalmente, entraremos em países que têm ideias diferentes acerca da liberdade de expressão. Algumas são tão diferentes das nossas que não poderemos existir lá. Outras são semelhantes mas, por razões históricas ou culturais, restringem alguns tipos de conteúdos, como em França e na Alemanha, onde os conteúdos nazistas são banidos”.

 

O Twitter irá publicar um aviso de censura sempre que remover um tweet, à semelhança do que o Google faz. Além disso, a companhia também pretende partilhar todos os pedidos de remoção que receber de governos, companhias e indivíduos, através do site chillingeffects.org, de modo a manter o máximo de transparência no seu funcionamento: “um dos nossos valores fundamentais enquanto companhia é defender e respeitar a voz de cada utilizador. Tentamos manter o conteúdo disponível sempre que podemos e onde podemos, e seremos transparentes com os utilizadores quando não o pudermos fazer. Os tweets têm de continuar a circular”.

 

Com quase 6 anos, o Twitter é um dos instrumentos de comunicação mais poderosos do mundo – basta recordar o papel que teve na revolução egípcia, o ano passado. 

 

 

Fontes: Huffington Post



publicado por blatitudes às 11:16 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.01.12

Goste-se ou não, a Timeline vai passar a fazer parte de todos os perfis no Facebook. E não deverá demorar muito. Quando isto acontecer, os utilizadores irão dispor de 7 dias para organizar a sua página antes das mudanças se tornarem definitivas e ficarem à vista de todos. Assim, Keith Wagstaff, da Time, reuniu 5 dicas para quem não quer ser apanhado de surpresa pela Timeline.

  1. Use e abuse da função “Hide from Timeline”. Pode encontrá-la debaixo do ícone “Edit or Remove” que aparece quando move o seu rato no canto superior direito de cada post. A Timeline coloca tudo à vista de todos e o melhor é não arriscar. Outra forma de fazer isto é através do “Activity Log”, que apresenta tudo o que postou no seu facebook de forma mais compacta e logo mais simples de gerir.
  2. Se tem fotografias embaraçosas, vai querer ler isto: com a Timeline, as capas dos seus álbuns assumem um papel de destaque gigantesco no perfil. O melhor é verificar todas as capas dos seus álbuns e, em caso de dúvida, alterá-las ou apagá-las, recorrendo à opção “Change Primary Photo” no menu “Edit or Remove”.
  3. Com a Timeline, as fotos e os álbuns podem ser etiquetados com localizações (geotagged): ou seja, se você ou um amigo etiquetarem o seu álbum das férias com uma localização, todas as fotos desse álbum passarão a ter esse mesmo tag. Caso não goste da ideia, depois de aplicado o tag a única solução é retirar manualmente cada um deles ou pedir ao seu amigo que faça o mesmo.
  4. Tenha cuidado com as aplicações que adiciona ao seu Facebook. Sempre que dá permissão a uma app para publicar conteúdos na sua Timeline corre o risco de ver o seu perfil transformado num cartaz publicitário. Para gerir as suas aplicações, deve ir a “Account Settings”, no menu que se encontra no canto superior direito do seu perfil, e escolher “Apps”. Aí, encontrará a lista de aplicações que têm acesso à sua Timeline, podendo removê-las ou selecionar quem pode e não pode visualizar os conteúdos publicados por essa app em “App activity privacy”. Além disso, tem sempre a hipótese de selecionar a opção “Hide from Timeline” nos conteúdos publicados pelas aplicações.
  5. Se quer saber como os outros veem a sua página, o melhor é experimentar a opção “View as” que se encontra no canto superior direito do seu perfil. Pode visualizar a sua Timeline como se fosse um estranho ou um amigo específico. 
Fontes: Time


publicado por blatitudes às 17:47 | link do post | comentar

 

 

As redes sociais podem ser maravilhosas para as marcas, permitindo chegar a milhões de pessoas, num instante, a custo zero. Por isso, quando as campanhas sociais correm bem, correm mesmo muito bem. O problema é que o mesmo se aplica quando as coisas não resultam como era previsto – e quando correm mal, correm mesmo muito mal.

 

Não faltam exemplos de campanhas nas redes sociais que levaram marcas ao desespero. O mais recente pertence à McDonald’s e transformou aquilo que deveria ser uma oportunidade de mostrar o lado mais saudável e humano da cadeia de fast food num verdadeiro repertório de histórias de terror.

 

Tudo começou no dia 18 de janeiro, quando a McDonald’s lançou uma série de tweets, no seu perfil, com a hashtag #MeetTheFarmers, onde apresentava as histórias e as pessoas por detrás dos vários ingredientes que compõem o seu menu: Frank e as suas batatas, Dirk Giannini e as alfaces e Steve, o fornecedor de carne. 

 

Até aqui, tudo bem. O problema surgiu quando, mais tarde no mesmo dia, a McDonald’s iniciou uma segunda série de hashtags, desta vez #McDStories.

 

Foi quanto bastou para, em apenas minutos, o Twitter ser inundado com mensagens com a mesma hashtag. Só que, em vez de clientes satisfeitos, o que a McDonald’s encontrou foi um sem-fim de histórias de terror e comentários muito pouco simpáticos acerca das experiências dos tweeters nos seus restaurantes – incluindo histórias sobre unhas nos hambúrgueres e declarações de quem “preferia comer diarreia” a comer McDonald’s.

 

 

Duas horas depois de a McDonald’s ter colocado o seu primeiro tweet com a hashtag #McDStories, a cadeia percebeu que a campanha estava, basicamente, arruinada. O diretor de social media da McDonald’s acabou mesmo por emitir um comunicado, mais tarde:

“Na quinta-feira passada, planeámos usar duas hashtags diferentes durante uma campanha - #meetthefarmers e #mcdstories. Enquanto #meetthefarmers foi utilizada durante a maior parte do dia com sucesso, a #mcdstories não correu de acordo com o planeado. Retirámos a #mcdstories rapidamente e foi promovida por menos de duas horas. Uma hora depois de tirarmos a hashtag, o número de conversas acerca disso desceu de 1600 para poucas dúzias. Também é importante manter estes números em perspetiva. Houve 72,788 menções ao McDonald’s nesse dia, no total, das quais apenas 2% eram #McDStories.”

 

Mas hoje ainda é possível encontrar tweets fresquinhos com a mesma hashtag e embora a maioria se refira ao pesadelo de RP pelo qual a cadeia passou, ainda há quem a esteja a utilizar para partilhar críticas.

 

As críticas à McDonald’s não são de hoje – e a cadeia vai, certamente, sobreviver. Mas esta é uma lição para todas as marcas: quando pedimos à comunidade para falar, devemos estar preparados para o que vamos ouvir. Nas redes sociais, um único utilizador pode ter tanto peso como uma marca gigantesca – e as marcas têm de aprender isso. Quando lidamos com pessoas, o inesperado faz parte. Acontece. E esta é uma história que nunca devemos esquecer.

 

Fontes: Meios e Publicidade 

             Daily Mail 

             Business Insider    

             Neowin

 

 

 



publicado por blatitudes às 16:27 | link do post | comentar

Quarta-feira, 25.01.12

 

 

 

 

Ainda são poucos aqueles que já conseguiram espreitar, afinal, o que se passa no interior do Wavii, um novo site comunicado como sendo um agregador de notícias que pretende fazer uma espécie de fusão entre as redes sociais, como o Facebook, e os agregadores de notícias, como por exemplo o Google News.

 

Basicamente, o que o Wavii faz é agregar conteúdos recolhidos a partir de toda a internet e mostrá-los aos utilizadores de acordo com os seus interesses, que são definidos tanto pelo utilizador, manualmente, como a partir dos seus “Gostos” no Facebook. É, aliás, através da sua conta do Facebook que o utilizador faz login no Wavii. O resultado é um feed de notícias bastante semelhante ao do Facebook: só que em vez de ter acesso às notícias relacionadas com os seus amigos, o que o utilizador recebe é um feed dos tópicos que mais lhe interessam.

 

Os tópicos de interesse são agregados em categorias verticais – como Tecnologia e Entretenimento, as únicas atualmente disponíveis, embora o Wavii pretenda, em breve, incluir também Política, Desporto, Música, Cidades e Jogos – dentro das quais se encontram os interesses específicos de cada utilizador. O que o Wavii faz, nessa altura, é tentar eliminar a informação desnecessária e pouco útil em torno de cada tópico, “espremendo o sumo” das informações encontradas na internet e reduzindo os artigos aos factos: “Preocupamo-nos com o que aconteceu. Não queremos saber se a aquisição de uma empresa foi a mais aborrecida de sempre, só nos interessa saber que ocorreu essa aquisição”, explica o fundador da Wavii, Adrian Aoun.

 

 

 

O objetivo é tornar o Wavii uma espécie de “Facebook do Google”: “O feed do facebook provou ser a melhor forma de nos ligarmos e estarmos a par do que se passa com os nossos amigos, mas é limitado aos amigos. Os utilizadores também querem ver o resto da informação dessa forma, quer sejam os seus interesses em política, filmes, cidades ou startups. O Wavii permite que sigam tudo o resto (políticos, celebridades, companhias, produtos, etc). Em vez de verem os check-ins, fotos e atualizações do estado civil dos amigos, recebem notícias acerca da aquisição de companhias, trailers de filmes, etc”.

A informação reunida no Wavii vem de mais de um milhão de fontes online, de modo a gerar conteúdo personalizado para os utilizadores. Além disso, o objetivo é também fazer com que cada novo “post” no Wavii funcione como um despoletador de conversas acerca do que se está a passar no mundo, pelo que o site integra, também, uma função de conversação.

 

 

 

 

 

Fontes: Techcrunch



publicado por blatitudes às 12:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.01.12

 

Na pequena cidade brasileira de Epitaciolândia, pertinho da fronteira com a Bolívia, ninguém falava de outra coisa: todos aguardavam, expectantes, a abertura do “Facebook”. Não da rede social, claro: essa, já chegou ao Brasil há muito tempo, fazendo do país o quarto na tabela dos que mais utilizam o Facebook, com cerca de 35 milhões de perfis no final de 2011.


O que os habitantes e vizinhos de Epitaciolândia esperavam era a abertura do bar que, à porta, mostra o nome “Facebook”, com a mesma fonte utilizada pela empresa de Zuckerberg e tudo. A ideia foi de Humbert Camacho, de 30 anos, que decidiu criar um bar onde o conceito do Facebook ganhasse vida, baseado, portanto, na partilha de ideias, aventuras, amizades, festas e fotografias: “o que quisemos fazer foi construir um bar com este conceito, onde as pessoas possam vir e partilhar coisas com os seus amigos, passar uma noite agradável, partilhar imagens, experiências e divertir-se”. Para tornar a experiência ainda mais próxima da rede, o bar terá uma página no Facebook onde os clientes poderão fazer o upload de imagens, em tempo real, mostrando aos outros tudo o que se passa no interior.


Por enquanto, o Facebook ainda não reagiu, mas o melhor é Camacho aproveitar ao máximo os seus cinco minutos de fama enquanto pode…

 

 

Fonte: Guardian



publicado por blatitudes às 12:52 | link do post | comentar

Segunda-feira, 23.08.10

Muita coisa tem-se dito sobre as Redes Sociais, mas porque é fundamental para qualquer empresa estar presente nas Redes Sociais?

É a esta e a muitas outras perguntas que o vídeo em baixo tenta responder.

 



publicado por blatitudes às 15:01 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 23.07.10

O Facebook fez mais uma vez história ao atingir a marca de 500 milhões de utilizadores.

Ao analisarmos a evolução desta Rede Social desde a sua criação em 2004, vemos que nos primeiros 5 anos só conseguiu 100 milhões de utilizadores. Por outro lado o boom do Facebook é mais visível entre os meses de Fevereiro e Julho deste ano, onde num curto espaço de tempo aderiram à Rede Social 100 milhões de utilizadores.

Fica aqui um gráfico onde se pode visualizar esta revolução na internet.

 

 


 

 



publicado por blatitudes às 14:26 | link do post | comentar

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